True Blood 3×10 – I Smell a Rat

By Vinícius Silva | Filed in Reviews, True Blood | No comments yet.

Atenção: spoilers nos próximos parágrafos

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Título: I Smell a Rat
Temporada: 03
Episódio: 10
Emissora: HBO
Data de Exibição: 22/08/2010

Acho extremamente comum que este episódio de True Blood tenha diminuído muito mais o seu ritmo em relação aos anteriores. Mesmo porque, os dois últimos capítulos foram definitivos para mostrar o caminho que a série estava seguindo (ou que ela seguiria até o final da sua temporada). “I Smell Rat” se desdobrou em diversas tramas, mas todas elas congruando em torno dos últimos acontecimentos. Eu, por exemplo, fui assistir o episódio ainda transtornado com a última cena do anterior, com todo aquele monólogo impactante de Russell Edgington. Aqui, o capítulo começou com a explicação de Bill Compton para o que seria Sookie Stackhouse, enquanto ela própria tenta compreender a si mesma. Ambos sabem que não se pode mais perder tempo porque Russell, como já se viu, está sedento por vingança desde a morte de Talbot.

E a preocupação de Eric Northman em relação a isso é visível. Já sabendo que os seus dias estão contados, ele começou deixando todos os seus pertences para a sua criada. Assim como Bill, ele também mantém uma paixão por Sookie mas sabe que não poderá ser correspondido. Se ele seguisse realmente os seus instintos românticos, deixaria a moça em paz, não é mesmo? Mas Eric, assim como Bill, também é um Vampiro e possui curiosidades quanto à Sookie. Mais do que nunca, foi o seu instinto de sobrevivência que fez com que ele decidisse manter Sookie como prisioneira para utilizá-la como moeda de troca. E isso pode funcionar, já que Russell, apesar de todo o revanchismo, também deseja ainda conquistar o mundo para si e transformar os humanos em escravos dos vampiros. Em relação a este equilíbrio que True Blood consegue manter, me impressiona o fato da série saber dosar a participação de todo o elenco vivendo os seus próprios núcleos que, às vezes, independem do que acontece no núcleo central.

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Foi isso que acontece quando Jason conta a Tara que ele foi o responsável pela morte de Eggs, e também pelo espectador ser apresentado a uma história ainda mais trágica do que se poderia imaginar em relação a Sam Merlotte. Conhecíamos uma faceta: aquela de que ele teria sido maltratado pelos pais. No entanto, não tínhamos conhecimento das tragédias vividas por ele até chegar em Bon Temps, abrir um negócio e se tornar, ao que parece, bem-sucedido. Todas estas tramas estiveram interligadas, inclusive a “viagem maluca” de Lafayette e Jesus que entraramn em transe depois de experimentarem o sangue artificial vampírico. Uma cena bem filmada, diga-se de passagem, com uma fotografia diferente e de forte representatividade real, pois a simulação da câmera dava exatamente esta impressão. É possível que a história ainda possa render em outros episódios.

True Blood está se aproximando cada vez mais do final da sua terceira temporada. Antes disso, ainda deu tempo de Russell se “despedir” do seu Talbot. Mesmo aparecendo em duas cenas, Denis O’Hare continua dando um show de interpretação neste ano. O seu personagem é complexo, cheio de reviravoltas surpreendentes que o tornam ainda mais interessante para se acompanhar. Muitas revelações ainda acontecerão nestes episódios finais, principalmente porque fico na expectativa para saber qual será o gancho deixado pela série para a quarta temporada, quando ela terá o foco na história das Fadas com relação à espécie de Sookie Stackhouse. Mas, para isso acontecer, ainda é necessário que ela fuja do porão de Eric para continuar sobrevivendo. A sua espécie, ao que parece, anda em extinção e foi aniquilada pelos próprios Vampiros. Nesta crise de confiança, não lhe resta muitas opções a não ser continuar lutando.

Cotação: ★★★☆☆

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Nosso Lar

By Vinícius Silva | Filed in Cinema, Críticas | 7 comments

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Dirigido por Wagner de Assis. Com: Renato Prieto, Fernando Alves Pinto, Rosane Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünermann e Ana Rosa. (idem, 2010).

Nosso Lar envolve uma questão de Fé que vai muito além de apenas assistir ao filme. Falando por mim, não acredito na Vida após a Morte. Para se envolver no roteiro escrito por Wagner de Assis, baseado em livro psicografado por Chico Xavier, precisa exatamente desta Fé na relação da vida material com a vida espiritual. Porém, dá para ver realmente os esforços de Wagner de Assis em fazer um filme que não pudesse ser voltado apenas para os espíritas, mas também para um público de uma maneira. Ele se esforçou, mas acredito que não tenha alcançado o resultado satisfatório.

André Luiz (Prieto) é um médico renomado e que sempre deu muito mais importância ao trabalho do que para a família. Em um certo dia, ele morre por conta de uma doença e acorda na umbra (uma espécie de limbo ou purgatório). Os primeiros defeitos de Nosso Lar começam a ser apresentados logo nestas primeiras cenas, quando Wagner de Assis dá a impressão de que está fazendo um filme de terror, colocando uma trilha bastante pesada, tendo focos bruscos nos "rostos desfigurados" dos seres humanos que estavam ali por conta das suas personalidades quando estavam "presos" à matéria.

Não há como precisar o período que André Luiz fica preso naquele mundo, mas depois ele é "salvo" e "levado" para um outro plano onde as pessoas vivem como uma verdadeira comunidade, existindo leis, governantes e organização. André Luiz, obviamente, acorda cheio de perguntas. Mas, antes mesmo de começar a respondê-las, as pessoas que cuidavam dele parecem ter algum poder de cura que conseguem adquirir naquele mundo. A partir daí, o filme se desenrola (ou se enrola) com algumas questões que beiram demais o que costumo chamar de "brega".

Pra começar, o "poder verde" que sai das mãos das pessoas que viviam no “nosso lar” se encaixa nesta terrível definição. O visual também imposto pela fotografia de Ueli Steiger também ajudam a retratar a desagradável experiência que é assistir este filme nos cinemas. Sem contar que os figurinos, com todos vestindo as mesmas roupas naquele branco que mais parece comercial de sabonete em pó, também cai no velho clichê que vemos em diversas novelas (e em outros filmes) em relação ao modo como as pessoas se vestem. A única personagem que usa uma roupa diferente é a Eloisa (Mulholland). E será que isso acontecia porque ela ainda não estava pronta para aceitar aquele mundo espiritual no qual ela estava?

Analisando os aspectos cinematográficos do filme, dá para dizer que a obra não soa interessante. Pelo contrário, ela se torna bastante cansativa. O próprio André Luiz, protagonista da história, acorda com uma série de perguntas. Sem muito tempo para desenvolver todas aquelas indadações da personagem, Wagner de Assis pula os estágios e o faz compreender todas aquelas dúvidas que outrora faziam parte da sua mente de uma maneira muito rápida. Os diálogos, aliás, não fluem com naturalidade. Parecem ter sido escritos com o objetivo de serem declamados, como se o filme fosse uma peça teatral. E é uma pena que as palavras ditas pelos atores (até a própria narração) dêem a impressão de estarem vagas no espaço (ou no plano espiritual).

Nosso Lar pode causar efeitos em quem acredita nesta doutrina mas, ainda assim, acredito que o filme tem um visual que vai muito além da realidade. Independente da religião ou do fato de acreditar ou não, o espírito de André Luiz não consegue causar envolvimento. A sua história é tão vaga e mal desenvolvida que, em nenhum momento da produção, é possível se interessar pela sua trajetória em querer rever a família e de ser uma pessoa melhor naquele plano em que ele estava. Nosso Lar tem uma mensagem positiva nesse sentido, de imaginar que existe uma vida após a morte, de que as pessoas podem conseguir se reencarnar depois de um período e, a partir dali, ter uma outra experiência.

A trilha de Phillip Glass, que é um dos elementos que se salvam nesta obra de Wagner de Assis, é extremamente bonita se ouvida fora do filme. Dentro da sua narrativa, ela está completamente mal inserida. Em alguns momentos, Glass adota claramente um tom mais rápido em sua trilha tentando manter um certo suspense, ou criando uma ação para a história que é mórbida e lenta. No entanto, Wagner de Assis não consegue controlar a sua história - apesar da sua tentativa em querer fazer algo bom.

Com uma boa produção, Nosso Lar não consegue fugir daquele mesmo visual apresentado por novelas como "A Viagem" e a recente "Escrito Nas Estrelas". Porque, no final, "Nosso Lar" não passa de uma novela disfarçada de filme.

Cotação: ★☆☆☆☆

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Demolição e desespero

By Vinícius Silva | Filed in Opinião do Editor | No comments yet.

20100825AL Isso foi o que restou das barracas demolidas na orla de Patamares (Foto: Correio*)

Salvador viveu uma semana tensa. Para quem não mora por aqui, desde segunda-feira um efetivo da Polícia Militar, mais a Polícia Federal e órgãos da Prefeitura, iniciaram a operação de derrubada das barracas da orla marítima da cidade. No total, foram 349 demolições. Isso também quer dizer que 349 famílias ficaram sem o seu sustento de cada dia, pois muitos tiravam o dinheiro para sobreviver daquele comércio. Alguns chegaram a se prender nas barracas, outros amarraram gasolina e ameaçaram colocar fogo em si próprios como símbolos dos protestos realizados durante esta semana em Salvador. Alguns outros colocaram fogo nos entulhos deixados pela Prefeitura, deixando em chamas o que sobrou das barracas que antes tomavam conta da orla.

20100824AMMáquinas derrubam tudo o que vêem pelo caminho. (Foto: Correio*)

Para se comentar um assunto como este é preciso muita cautela. O Sob a MInha Lente é um blog de cinema, de séries e que fala sempre sobre o entretenimento. Mas este blogueiro que vos fala não poderia simplesmente ficar alheio ao que está acontecendo na cidade em que ele reside. É triste ver as entrevistas destas pessoas nos telejornais baianos. Homens de mais de 50 anos chorando desesperados, clamando por Justiça. Mas que Justiça, se foi ela mesma que determinou a derrubada das barracas? Alguns apenas rezam para que Deus consiga guiá-los por um outro caminho, deixando apontar uma luz no fim do túnel que possa dar esperança para eles.

20100825AM Mulher se prende à barraca tendo a esperança dela não ser também demolida. (Foto: Correio*)

Durante estes dias, não faltaram manifestações pela cidade. Barraqueiros protestavam de todas as formas, tentando chamar a atenção do prefeito. Mas ele parece não ouvir. O dia todo reunido com representantes dos Governos Estadual e Federal com o objetivo de buscar medidas para serem tomadas para amenizar os danos que foram criados. É impressionante como são os nossos políticos, não é? Esta questão dos barraqueiros vêm sendo discutida desde que o prefeito João Henrique ganhou as eleições, há quase três anos. Por que ele não realizou um planejamento para quando estas barracas fossem demolidas terem um plano para os barraqueiros? As barracas já foram demolidas, e somente agora realizam reuniões para decidir o futuro.

20100825AMNo desespero, barraqueiros ameaçam colocar fogo no próprio corpo. (Foto: Correio*)

Enquanto isso, somos obrigados a ver uma mãe em prantos, algemada em sua barraca e com um filho de 10 anos no colo. As câmeras flagram aquele momento, que fica alguns minutos na reportagem. Enquanto ela chora, o filho não sabe exatamente para onde olhar. Ele tem conhecimento sobre o que está acontecendo, mas ele não tem noção se chora junto com a mãe, se a consola, se tenta ficar forte frente às câmeras ou se desvia o olhar para fingir a dor que está sentindo. Mal sabe ele que é impossível segurar o quanto dolorido têm sido estas reportagens feitas pelos telejornais. Se os jornais estão se excedendo? Não sei dizer, pois eles estão mostrando a verdade e o que está acontecendo. Não é este o princípio do jornalismo?

<SAMSUNG DIGITAL CAMERA> Manifestantes chegaram a colocar fogo nos entulhos deixados pela prefeitura. (Foto: Correio*)

João Henrique, por meio do seu twitter (@blogajoao), me respondeu dizendo que “esta questão dos barraqueiros é mais complexa do que se imagina”. Estamos pensando no lado humanístico”. Fico a pensar com os meus botões: desde quando é humano derrubar estas barracas e deixar centenas de pessoas desempregadas e sem dinheiro para comer? É humano ver o desespero destas pessoas tentando entrar em meio aos escombros que foram deixados para salvar o que restou do comércio onde eles tiravam o sustento da família? De uma maneira geral, a sociedade luta por uma orla mais democrática, mais uniforme e que possa ter um espaço adequado para os banhistas. Mas será que estes planos não poderiam ter sido organizados desde quando a gestão começou, há pouco mais de três anos?

20100825AQ Força-Tarefa inspeciona a demolição das barracas na orla de Salvador. (Foto: Correio*)

Com certeza, a crítica que muitos fazem não é em relação à preservação do meio ambiente exigida pela nova Lei. Não se trata disso. Pelo contrário, todos parecem empenhados em buscar uma orla marítima que possa alcançar estes objetivos. Não de ser apenas mais democrática, mas de preservar a beleza dos coqueiros, do mar, da liberdade de poder se andar na praia e dos encontros nos fins de semana para tomar o seu banho e o seu sol. Mas o trabalho desempenhado pela prefeitura durante todo este processo mostra exatamente a falta de planejamento que ela teve durante estes oito anos em que o PTB (no primeiro mandato) e o PMDB (no segundo) estiveram mandando na cidade. E o mesmo aconteceu com o metrô. O povo vive de promessas e mais promessas. Em tempos de eleições, todos eles aparecem para pedir voto. Continuamos votando e errando. Às vezes é bom que se aconteça fatos como esse para votar com mais inteligência. Uma pena que precise ser assim.

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Rookie Blue Rookie Blue é uma série que se parece com as histórias de filmes como O Novato e Dia de Treinamento. Ambos relatam, ainda que de maneira diferente, como os novos policiais precisam enfrentar a violência das ruas. No caso do primeiro filme, o personagem de Colin Farrell faz parte da equipe da Swat. Para isso, ele precisa aprender algumas normas operacionais que são próprias daquele grupo. Dia de Treinamento é o que mais se parece com Rookie Blue no sentido de ter um personagem cujo primeiro dia ao lado de um detetive vive, não só um aprendizado, mas também infernal.

A série da ABC, e que estreia no Brasil no dia 3 de setembro, às 22h no Universal Channel, está inserida entre estes dois mundos. Ela apresenta os novos recrutas da polícia com uma trama que apresenta a rotina de cinco jovens policiais – Andy McNally, Chris Diaz, Dov Epstein, Gail Peck e Traci Nash. Cada um dele possui particularidades, mas todos precisam estar ligados para combater o crime nas ruas. Filmada no Canadá, ela tem um visual que se parece com Flashpoint, principalmente no estilo de fotografia.

E já no primeiro episódio, “Fresh Paint”, os novatos têm uma primeira reunião com o comandante. E uma das coisas que ele mais pede é a seguinte: “não façam besteira”. Mas é exatamente aquilo que acontece com Andy quando ela sai em sua primeira diligência pelas ruas. No entanto, nesta operação ela acaba prendendo um policial que trabalhava disfarçado na região com o objetivo de prender o traficante do lugar. Com o intuito de se redimir, ela volta à cena do crime e consegue prender o verdadeiro suspeito. Mas a sua besteira continuará tendo “consequências”, não tenha dúvida disso. Filha de um pai policial aposentado, ela ainda aprenderá muitas lições ao longo desta sua jornada (inclusive a lidar com os próprios medos).

O que eu acho que não funciona na série é ela tentar se vender como a Grey’s Anatomy policial. Apesar de fazerem parte da grade de programação do mesmo canal americano, são duas séries completamente diferentes. Além disso, Rookie Blue apresentou um ritmo lento no seu primeiro episódio. Como são cinco personagens, nem sempre eles poderão obter o mesmo foco. Ao mesmo tempo em que era interessante acompanhar a investigação de Andy, a narrativa também poderia surtir efeito se colocasse os outros fazendo trabalhos operacionais dentro da delegacia. E, mesmo tentando, claramente alguns atores não conseguem demonstrar um certo choque de realidade por terem saído da Academia e, agora, estarem efetivamente na polícia e combatendo o crime organizado.

Minha preocupação com a série é a dela se tornar um “draminha” ridículo tendo como pano-de-fundo. É claro que eles irão fazer parte da história, mesmo porque isso está dentro da trama que Rookie Blue propõe a se narrar. Mas eu tenho um medo do drama “água-com-açúcar” tomar conta completamente do programa, se tornando uma coisa chata. Porque é exatamente por isso que não assisto Grey’s Anatomy pois, apesar de eu gostar de alguns episódios, não tenho paciência para certos personagens e os seus dramas pessoais. Rookie Blue tem potencial para se tornar uma boa série, e a sua alta audiência se justifica apenas porque a midseason deste ano não conseguiu apresentar nenhum produto novo que realmente prestasse.

Nesta crise de produções que não conseguem emplacar, e também de estúdios com pouca inspiração, Rookie Blue pode valer a pena para ser conferida.

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Trailer da Semana: Black Swan

By Vinícius Silva | Filed in Destaques, Trailer da Semana | No comments yet.

http://www.omelete.com.br/images/galerias/blackswan/Black_Swan_08.jpgO trailer de Black Swan, filme com direção de Darren Aronofsky (Réquiem para um Sonho e O Lutador), e protagonizado por Natalie Portman, foi divulgado na semana passada. Os atores Vincent Cassel, Mila Kunis, Barbara Hershey e Winona Ryder também estão no elenco.

No longa, Nina é uma bailarina de Nova York cuja vida gira em torno de sua dança. Quando o diretor Thomas Leroy (Cassel) decide substituir a dançarina principal (Ryder) para a nova temporada de Lago dos Cisnes, Nina se torna sua primeira opção. Mas ela tem concorrente, uma nova bailarina, Lily (Kunis), também chama a atenção do diretor. O papel requer uma dançarina que possua a inocência e a graça do Cisne Braco e, ao mesmo tempo, a sensualidade e a malícia do Cisne Negro.

Enquanto Nina seria perfeita para viver o cisne branco, Lily é a própria personificação do cisne negro. A rivalidade entre as duas personagens vai se transformar em uma estranha amizade e Nina vai se aproximar, perigosamente, de seu lado negro.

Confira abaixo o trailer desse filme que estreia nos Estados Unidos em 01 de dezembro, mas que ainda não há previsão de lançamento no Brasil:

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