Escritores da Liberdade

By Vinícius Silva. Filed in Cinema, Críticas  |  
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Dirigido por Richard LaGravenese. Com: Hilary Swank, Patrick Dempsey, Scott Glenn, Imelda Staunton, Kristin Herrera. (Freedom Writers, 2007)

Sempre existiu, na Política Educacional, uma maneira de tentar enquadrar todos dentro de um sistema de educação, com o governo sempre salientando que estaria dando oportunidades para todos e, assim, ninguém reclamaria. Mas não adianta, ainda falando em termos políticos, criar um sistema de enquadramento para dar oportunidades a todos se ele não é feito da maneira, ou sem o esforço daqueles que estão no poder. No Cinema, sempre existiu a mesma visão: a busca de retratar uma realidade que conhecemos, mas que sempre termina em um final feliz. É o que chamo da visão romântica que às vezes o cinema tem para certos assuntos, quando sabemos que a realidade é outra. Talvez essa fuga do real seja uma forma também de imaginar possibilidades e de criar esperanças.

Escritores da Liberdade se compreende a partir dessa perspectiva. O filme se passa em 1994, dois anos depois dos acontecimentos que aterrorizam a cidade de Los Angeles. Briga entre gangues rivais, disputas por espaços, por bairros e grupos tentando se afirmar perante uma sociedade preconceituosa, que é a mesma que temos hoje, nada mudou. É daí que surge a Professora Erin Gruwell (Hilary Swank), que decidiu seguri a carreira exatamente depois de ver pelos noticiários os terríveis ataques sofridos pela acidente e o seu deslumbramento em acreditar que poderia mudar o cenário, mas que isso teria que começar pelas escolas e não depois quando estes jovens já estão com conceitos pré-formados e sem mais nenhuma chance de recuperação. Vinda de uma família que mora em Newport Beach, a realidade que ela encontra em seu primeiro emprego numa instituição de Ensino Médio é completamente diferente do que ela acreditava, principalmente porque o caos é uma constante.

É difícil querer chegar em um determinado lugar e alterá-lo. Essa é, afinal, a proposta básica para estudos antropológicos. A observação faz parte dos requisitos, mas nunca querer mudar uma cultura. Porém, o filme retrata de uma maneira real o que de fato é o Ensino Público. Apesar de se passar nos Estados Unidos, é uma obra que serve para qualquer outro país. O Brasil, por exemplo, enfrenta graves problemas na sua educação pública e nós podemos ser enquadrados dentro do contexto que a película aborda. Os estudantes parecem viver em dois mundos: existe o mundo real e o seu próprio mundo. Por isso cada um escolhe o seu grupo de amigos que mais tem a haver com o seu gosto, com a sua maneira de ser. A partir disso, começam as guerras, as individualidades e as disputas por marcar território, por querer ser maior que o outro. É a guerra pessoal de cada um: ou tentar se afirmar ou ser popular.

Para os estudantes daquela Instituição o que acontecia era muito mais profundo. Eles nunca tiveram oportunidades e a grande maioria que ali estava vieram de um programa de inserção criado pelo governo americano na época, onde muitos jovens que iriam para reformatórios, no caso, eram “jogados” em escolas públicas em convívio de outras pessoas sem nenhuma perspectiva de vida. O que sobrava para estes adolescentes? Se aventurar no tráfico de drogas e no medo de sair nas ruas e nunca mais voltar. A professora iniciante de Inglês começa a mudar o seu espaço da sala-de-aula transformando num lugar em que aqueles garotos pudessem se sentir bem, como uma segunda casa. Por isso ela propõe para que cada um começasse a escrever em um diário todo dia, relatando a vida, as angústias, os sonhos, os medos, o que esperavam da vida e do futuro. E o roteiro é inspirado nos diários que estes adolescentes escreveram, sendo baseado em fatos reais, o que aumenta a autenticidade daquilo que é narrado.

A idéia vai dando certo e despertando nestes jovens uma paixão de viver e de irem à escola. E, obviamente, isso também vai incomodando os diretores da Instituição, que estavam ou com inveja da maneira como Erin estava conduzindo a sua turma, ou com medo de educar aquelas pessoas, com medo de que elas pudessem se tornar vozes de protestos. Os novos métodos de ensino também inspiram os estudantes a terem objetivos numa vida praticamente perdida e sem esperança. Mais importante que isso, os ensinamentos de Erin ajudam eles a enfrentarem os seus problemas familiares e os problemas que existiam entre eles mesmos, os preconceitos que um grupo tinha pelo outro.

Existem muitos filmes sobre educação nos Estados Unidos, sobre as escolas americanas. Poucos conseguiram mostrar o cotidiano trágico desses adolescentes, dessas crianças de 14 a 16 anos, que parecem viver como adultos que já se preocupam com o dia seguinte sem deixar de esquecer o anterior e aquilo que os atormentaram durante a fase de crescimento, que chega cada vez mais cedo para eles. O filme Sociedade dos Poetas Mortos até consegue retratar um pouco disso, mas de uma maneira não tão real quanto esta obra. Coach Carter também tem o intuito de mostrar os problemas do ensino público, mas cria uma narrativa voltada para a importância que o esporte tem (nesse caso o Basquete) na recuperação dos adolescentes.

Escritores da Liberdade vai mais adiante: consegue explorar, não apenas as dificuldades daquelas pessoas, mas também os problemas que a professora Erin Gruwell precisa enfrentar para fazer com que os seus métodos possam ser aceitos. Além disso, o engajamento incodicional que ela estava dando para aqueles jovens, acaba refletindo pessimamente no seu casamento, levando ao rompimento. Tudo isso é muito entrelaçado e cria uma atmosfera contagiante para que a película fosse bem conduzida até o seu final. Apesar de nos momentos finais parecer existir uma pressa para que os arcos fossem fechados e uma pequena quebra no ritmo do filme, Escritores da Liberdade amplia os conhecimentos da importância que a Educação tem e dos seus mecanismos de transformações individuais na vida de cada ser humano.

28 Comments

  1. Comment by Matheus Pannebecker:

    Acho que “Escritores da Liberdade” vale por causa da interpretação da Hilary Swank, em um dos momentos mais inspirados de sua carreira. De resto, é um filme bem banal.

  2. Comment by francisco lopes:

    Hillary Swank está muito bem no papel principal e prova que é boa atriz carregando o filme nas costas. A produção se ressente muito da estrutura manjada, tipo “Ao mestre, com carinho”, e outros filmes, mas consegue ser comovente e digna devido ao bom trabalho da Hillary e ao realismo da classe sufocada pela violência e sem perspectivas. Os coadjuvantes, como Imelda Staunton fazendo a burocrata despeitada, John Glenn como o pai de Hillary, Patrick Dempsey como o marido, também são muito convincentes. Se não é um grande filme, ao menos é bom de ver e deixa um exemplo. Ponto alto: a personagem de “O diário de Anne Frank” fazendo uma visita à classe.

  3. Comment by Cláudia Pavam:

    Acredito que só mesmo aqueles que vivem diante da realidade apresentada no filme - escola de aula e alunos com histórias de vida e cotidianos tão difíceis - podem avaliar quão verídidca é esta história.
    Sem dúvida, parabéns para a atriz. Mas parabéns mesmo para aqueles que resolveram, mais uma vez, lançar na mídia - quem sabe para uma significativa reflexão da sociedade - questão tão séria - a educação nas escolas públicas e sua realiadade.

  4. Comment by Cláudia Pavam:

    Acredito que só mesmo aqueles que vivem diante da realidade apresentada no filme - escola de aula e alunos com histórias de vida e cotidianos tão difíceis - podem avaliar quão verídidca é esta história.
    Sem dúvida, parabéns para a atriz. Mas parabéns mesmo para aqueles que resolveram, mais uma vez, lançar na mídia - quem sabe para uma significativa reflexão da sociedade - questão tão séria - a educação nas escolas públicas e a dura realiadade das mesmas.

  5. Comment by doug:

    Ae pessoal assistam a esse video que eu fiz sobre o filme…Com uma musica exclusiva.

    http://www.youtube.com/watch?v=JkuJ772Lk0I

    Obrigado

  6. Comment by Clebson:

    Esse filme me fez lembrar do meu passado, quando perdi meus amigos. Ao ver esse filme me passou pela mente o dia da morte de meus amigos, foi terrível vi eles morrerem a na minha frente e eu sem poder fazer algo para ajuda-los. Até hoje eu me lembro, mas falando do filme eu adorei, ele mostra a realidade dura que os negros passam no mundo da criminalidade, porem ele não só mostrou a realidade dos negros mas sim de todos que vivem em situações como aqueles garotos viviam.

  7. Comment by magno ferreira da silva:

    ola,eu vir o filme e gostei;tanto que passei para escola onde eu estudo e vou façer um trabalho de pesquisa sobre ele;parabens para a produçao deste fime maravilhoso,a este filme fes lembrar dos meus amigos de sala de aula ele moram em morros(morro do camo,santa terezinha mangueiro)este barrios ficam em coronel fabriciano minas gerais,eles vivem em vavelas que toda hora trocam rtiros ums com os otros,a mais todas esta pessoa soa pessoa que tem capacidade de estudar e trabalhar e soa as vese muito legal eu conheço muito deles a um homem que morava la sauvou meu pai de um bandido e este cara que saufou meu pai era barra pessada la no morro do carmo.a um tempoa tras os menino do filme cicade de deus este no morro do carmo fazendo um documentario,obrigado e parabem para todo vc do fime escritores da liberdade ,boa noite

  8. Comment by Kleyton:

    O Filme é mt massa e tenho certeza tbm que irá despertar os Jovens na Vida Real.Aconteceu Comigo

  9. Comment by Joandersson Ângelo:

    Parabéns a professora por ter feito um lindo trabalho e por ser tão meiga com os seus alunos meu parabens ….

  10. Comment by carolll:

    Filme q retrata uma historia real, de relacoes sociais…
    temos q enxergar o q existe além do q nos é mostrado..Perfeitas atuacoes, e historias verdadeiras incriveis e inspiradoras e nada banais como ja comentado.

  11. Comment by carolll:

    tbm nos remete a outras historias como a de Anne Frank e Miep Gies…repassem este filme..

  12. Comment by Leo:

    Este filme deve ser assistidos por todos ,pois tem muito a ensinar.Contudo os professores(as) devem fazer um bom uso dessa produção.Exibir para seus alunos , elaborar projetos, com certeza os alunos(as) iram se sensibilizar e teram certeza que a mudança é necessaria e possível.

  13. Comment by Brian:

    Apesar de estar constantemente sensibilizado com a realidade que enfrenta nosso mundo, por causa do preconceito e do racismo, este filme me senbilizou de um modo diferente, pois vi a realidade nua, crua e frontal dos fatos. Eu assisti ao “Escritores da Liberdade” na escola onde estudo, porque esse filme apresenta uma metodologia, que segundo a minha professora, meus os colegas de sala e eu, deve ser colocada em prática por todos os educadores, tendo em vista que não se pode haver discriminação por parte deles com relação aos seus alunos, afinal, não importa a cor ou a raça, mas a dignidade, a integridade e o direito de ir e vir de cada pessoa que devem ser preservados e garantidos por aqueles que deveriam ser dignos representantes de nossa pátria, mas que na verdade não passam de analfabetos políticos que só assaltam os cofres públicos e buscam benefícios para eles mesmos. A verdadeira mensagem do Filme “Escritores da Liberdade” é que: somos todos iguais, idependente daquilo que pensamos e da maneira que agimos, da cor que temos e da etinia a que pertencemos, afinal, fazemos parte daquela raça que é considerada a mais inteligente e única capazde amar: A RAÇA HUMANA. Parabéns para Hillary Swank pela sua brilhante atuação e a toda equipe que produziu esse magnífico filme.

  14. Comment by Mônica:

    Esse filme é fantástico!
    Isso é um exemplo tanto pra mim como futura educadora,tanto para os educadores.Aliás,pra qualquer pessoa é um exemplo,mostra a dedicação da professora, porque pra gente talvez fosse impossível de “consertar” aquela sala,e isso mostra que se você tem amor em sua profissão,independente de qual seja,os seus objetivos serão alcançados!

    acho que é só isso!

  15. Comment by Marcos JOS:

    Li aqui ótimos comentários sobre o filme e sobre o assunto de que ele trata. Mas parabenizo o Magno, que pela forma de escrever e o que ele fala deve ser alguém que tem esperança e que deve ter muita força interior, por ter demosntrado seus pensamentos e sentimentos aqui.
    O método que a professora usou me lembrou muito dois grandes educadores: Paulo Freire e Freinet. Infelizmente esses dois são esquecidos (às vezes de propósito) na formação dos professores. Quem se interessar busque seus texto, vale muito a pena.
    Abraços a todas e todos que estão contruindo um mundo em que os humanos possam realmente CONviver. No socialismo quem sabe…

  16. Comment by Bruno Andreoni:

    O comentário do Marcos Jos mostra por que os métodos da Erin Gruwell são, infelizmente, inaplicáveis no Brasil.

    1. O Marcos parabeniza o rapaz que escreve com muitíssimos erros de linguagem não por ter escrito, mas pela forma de escrever. A Erin fazia questão de que os alunos escrevessem bem.

    2. Que se veja o site do método Paulo Freire. Lê-se lá, com destaque, que educação é um ato político, ou seja, que o importante é fazer proselitismo político (ou como os sindicatos de professores propalam, “formar o cidadão”). Ensinar conteúdo é tarefa secundária e não mencionada. Ques se acrescente que o método Paulo Freire foi tentado em vários países e abandonado em todos, menos no Brasil. É só verificar.

    3. A Erin mostrou que a diversidade pode ser encarada positivamente e que é melhor canalizar as energias para algo positivo que para a revolta. Aqui, a revolta é tida como coisa boa em si, louvável e admirável. Não se diz que as energias devem ser canalizadas para o aprendizado ou para construir algo - se implica que devem ser usadas para a revolta e para a implantação do socialismo, que não deu certo em lugar algum do mundo, apesar de décadas de poder. O Brasil, afinal, é a pátria do bandido cidadão.

    4. É falso que Paulo Freire seja esquecido na formação dos professores brasileiros. Isso é simplesmente mentira. Pelo contrário, o método Paulo Freire é empurrado goela abaixo de todos os alunos de cursos de formação da alfabetizadores. E falando do assunto, *nenhum* curso de Pedagogia no Brasil se ocupa do ensino de técnicas didáticas como prioridade. O que se enfatiza são as teorias disso e daquilo, *sempre* (sempre!) com viés socializante e marxóide.

    4. O Marcos, infelizmente, é um caso típico de professor brasileiro. Se a Erin fose como ele, veríamos no filme a Hillary Swanke vestida de bata indiana e sandália de dedo dizendo aos alunos que eles estavam certos em se revoltar porque o sistema é podre. E que a vida deles era muito complicada para que se ocupassem de coisas ridículas como ortografia e gramática. As observações do Marcos sobre o filme fazem lembrar o pessoal do PT que foi fazer curso de formação política na antiga Alemanha Oriental e que assistiram às comemorações dos 40 anos da divisão da Alemanha. Voltaram para o Brasil se dizendo impressionados com a solidez do regime. Menos de dois meses depois, o muro de Berlim foi para a cucuia e o regime virou pó. Cada um enxerga o que quer.

  17. Comment by Galvão:

    Que seria do homem, se não houvesse esperança?O final feliz do filme, como de tantos outros com reflexões parecidas, torna-se motivador para aqueles que militam na áreada educação de crianças e jovens do ensino público.
    Os modelos de educação existentes,,já passaram e devem continuar passando por processos de avaliação e reavaliação constantes, visando a construção não só do conhecimento, mas do aprender a aprender alguma coisa a mais do dá apenas conteúdo e passar o aluno de ano.
    Não há como mudar uma realidade tratando os desiguias, como os mesmos métodos dos iguias, é preciso sensibilidade
    aguçada para desempenhar a tarefa de acompanhar,interagir,
    e obter alguns resultados positivos no tanto de questóes
    mais sociais tão profundas.
    Esta é apenas uma análise de uma observadora da cena, pois não trabalho na sala de aula,mas sou mãe, cidadã brasileira,e procuro fazer a minha parte na construção de uma sociedade mais justa equilibrada.
    Portanto a Hillary, fez no filme , a diferença naquele comunidade, apesar das adversidades, inclusive sacrificando sua vida pessoal.

  18. Comment by Raiza:

    Este filme mexe de uma tal maneira que deixa as pessaos sem palavra.É um exemplo de vida de varias pessoas passando por dificuldade muito complicada de compreenção,mais a professora reconheceu os problemas de cada uma deles é pode ajuda cada um de uma forma inteligênte e abido.
    Ela acredito naqueles alunos que tinha competência para vencer na vida ,mais ninguem estava ali para pode da suporte de esperança a cada um deles.Não só pessoas que esta pessando por momento complicado de lidar,mais todos nós samos capaz de conseguir aquilo que querermos,´so ter força de vontade e esperança que tudo da certo na vida.

    Mais o ensino deles não era ruins o que faz fica assim foi os professores da quela instituição.

  19. Comment by Fábio:

    O filme Escritores da Liberdade é ótimo por retratar uma realidade particular dos EUA. Mas não deve ser aplicado diretamente ao Brasil. Nossa realidade é muito diferente. Nós não temos a tremenda discriminação que caracteriza os EUA. E não creio que seja o caso de imita-los nisto. Apesar das críticas, aqui temos uma sociedade com menos limítes interétnicos, mas muito violenta. Então, creio que temos sim que dar vóz e vez ao estudantes mas ao contrário do filme, levar os nossos alunos a criárem vinculos, entre eles e entre eles e a sociedade (associações , grêmios, sindicatos, etc).

  20. Comment by vania:

    amei

  21. Comment by biah:

    noosaaa eu amei esse filme ele realmenti mexe com nossos sentimentos nos mostra uma realidade que nos tambem vivemos so que de uma maneira mais leve!!!!!

    muitoh interessantii!!!

  22. Comment by Jr.Berbert:

    O filme é muito bom… mas depois que o professor o passou, pediu que fizessemos um trabalho que está tirando meu sono.. fora isso, é um excelente filme! rs

  23. Comment by Marina Fugagnoli:

    Eu já assisti esse filme umas 3 vezes porque em tres cadeiras que eu paguei na universidade os professores pediram resenha desse filme.Nas resenhas escrevi que o filme é bom e inspirador ,mas na hora de comentar com turma na sala ,falei a professora não precisava ter tido tanto trabalho e por isso o filme se torna meio mentiroso.De duas uma ,ou ela tinha uma carencia afetiva e resolveu suprir com o trabalho,ou entao ela nao via graça no marido e vendo que ela nao pode mudar o cara resoveu tentar mudar a turma.Acho que talvez ela nao gostasse do marido dela.Porque acho que pessoa pode fazer algo pra mudar (a sociedade ,no caso do filme a turma),mas ela poderia usar meios mais faceis.Em vez de comprar diario,ela podia mandar os alunos escreverem em folha oficio,e depois juntar as produçoes de cada um e grampear.Resumo :ela podia ter usado de artificios mais simples para obter o mesmo resultado,sem se desgastar muito .

  24. Comment by jose francisco:

    apesar de ser um filme foi uma história verídica e se em algumas cenas tem emoção, penso que a realidade deve ter sido bem pior ,só posso dizer que foi um filme bonito e feito com poucos recursos e dinheiro .

  25. Comment by Rosalinda Huber:

    If only more people could read this!

  26. Comment by Dog:

    eu gostei muito do filme pq é um ensentivo de estudo

  27. Comment by graciely:

    O FILME É EXCELENTE,PRINCIPALMENTE PARA UMA REFLEXÃO

  28. Comment by Matheus Carlos Romeiro Miranda:

    Gostaria de fazer um comentário da politica educacional do filme ” escritores da liberdade”: O começo da histório o grande problema é o sistema educacional que tenta fazer um inclusão social desse alunos “não notáveis”, mas não davam incentivo algum,por exemplo sem livros, visitas técnicas, sem tudo que deve ser a mais dentro de uma sala de aula.
    No sitema educacional americano os alunos eram obrigados a fazer o 1º colegial mais poderiam sair no 2ª,a professora “inesperiente” foi colocada para que desse aula para esse alunos no 1º ano e que eles ou grande maioria desistissem e saissem da escola.
    Ao meu ver é deu jeito diferente mas é uma forma de progressão continuada, parecida com a que é utiliza no Brasil.

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