IV Semcine - Balanço do evento

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Esse ano, especialmente, foi muito difícil para mim acompanhar tudo o que acontecia no IV Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual de Salvador. Meus horários da Faculdade colidiram com as palestras que ocorreram pela manhã e isso dificultou muito a minha vida, ao contrário de anos anteriores, que em época de Semcine eu ainda estava de férias. No entanto, ainda pude assistir boa parte daquilo que eu gostaria, apesar de não ter visto muito da Mostra Retrospectiva, que dividia o público entre a Sala do Coro e a Sala Principal do Teatro Castro Alves.

Por sete dias, o TCA foi o palco para se discutir o Cinema Brasileiro e Internacional. Com a presença de estudiosos, críticos, cinéfilos e cineastas, o Semcine mais uma vez mostrou a sua força comprovando que está se tornando um dos festivais mais importantes da 7ª arte no país. Digo isso porque cada vez mais a organização tem investido no evento e as pessoas tem realmente levado a sério, principalmente pela presença dos cineastas que emprestam os seus filmes para serem exibidos durante o festival. Foram poucas as ausências. A mais sentida, acredito eu, foi a do cineasta português Luiz Filipe Rocha, que de última hora precisou desmarcar a sua participação devido às filmagens do seu novo trabalho.

As mesas-redondas que ocorreram entre os dias 21 e 23, ajudaram obviamente a criar uma discussão em torno da temática proposta pelos organizadores. Acho que já até mencionei em outras postagens, mas não custa nada falar novamente. Este IV Semcine foi marcado basicamente por uma discussão muito grande em torno do Documentário, das suas características, dos seus principais elementos, dos principais realizadores e do preconceito que ainda existe quanto a sua distribuição nas salas de cinema. E não estou me referindo apenas os complexos multiplex, mas também as chamadas “salas de arte”. A própria Mostra Internacional apresentou uma preocupação quanto a isso, quando exibiu o documentário argentino Café dos Maestros, exibido no Festival de Berlim deste ano, que mostrou uma nova obra documental com uma fórmula diferente da habitual.

Mesmo assim, o que não agradou muito foram os palestrantes. Não que eles não soubessem o assunto do qual estavam falando, mas sim pela maneira com que eles estavam transmitindo a sua palestra. Muitos leram o que haviam escrito alegando que não queriam tomar muito o tempo de fala que cada um tinha. A leitura causava, pelo menos em mim, um certo desconforto porque era impossível prestar atenção em tudo que era falado, até pela própria rapidez e por não ter um desenvolvimento mais profundo do raciocínio. Isso quebrou completamente o ritmo de algumas mesas. Por outro lado, outros palestrantes não se utilizaram dos seus escritos e foram muito mais eficazes naquilo que eles queriam transmitir.

Nesta 4ª edição também senti uma certa calmaria no foyer do Teatro Castro Alves. Lembro que no ano passado, o local ficava aglomerado de pessoas e era possível ver rodas de discussão por todos os lados. Neste ano aconteceu exatamente o contrário. Não sei se foi por conta do evento ter se dividido entre a Sala Principal e a Sala do Coro, ou se foi por falta de mobilização e de práticas no foyer. Os curtas-metragens que normalmente eram exibidos tanto na área de ambientação quanto na Sala Principal do TCA, dessa vez ficou apenas na segunda opção. Uma pena.

Os próprios curtas selecionados para a Mostra Competitiva não foram dos melhores. O único que chamou a minha atenção foi o curta baiano 10 Centavos, de 19 minutos. Não pela história em si, mas sim pela qualidade de filmagem que foi empregada por aqueles que conduziram a obra. Na Mostra Internacional e Nacional de longa-metragem os destaques são muitos. O filme brasileiro Era Uma Vez…, por exemplo, agradou muito o público, que ovacionou a obra ao término da projeção (como é de praxe). A Outra Margem, do diretor português Luiz Filipe Rocha, também foi um destaque, apesar de esperado. Excelente história, boas atuações, personagens complexos e uma obra marcada pela simplicidade e pela emoção. O próprio Café dos Maestros trouxe um clima de orquestra para a noite do IV Semcine, fazendo o público ouvir maravilhosos sons que eram tocados por estes gênios do tango argentino.

Apesar dos problemas, o IV Semcine foi mais uma vez aquele evento em que se une todas as pessoas amantes da sétima arte, não importa se você é cineasta, crítico, cinéfilo ou um mero estudante que ambiciona saber um pouco mais sobre o Cinema. Costumo dizer que o IV Semcine é uma celebração da verdadeira arte (sem querer soar saudosista, é claro) de se fazer cinema. E que Julho de 2009 chegue o mais rápido possível.

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IV Semcine - A celebração do tango

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Agora que as discussões se encerraram, o IV Semcine promove apenas exibições de filmes na sala principal do Teatro Castro Alves e na Sala do Coro, onde acontece a Mostra Retrospectiva, além da mesa “Diálogos”, que nestes últimos dias de evento estará discutindo a atual posição da Crítica dentro do cenário cinematográfico.

Decidi, então, acompanhar os longa-metragens que estão sendo exibidos nas noites na sala do Teatro Castro Alves, sendo sempre antecedido por um curta-metragem que está concorrendo ao Prêmio de Melhor Curta que será entregue na celebração de sábado a noite. Confesso que até então, estava achando a qualidade dos curtas selecionados muito abaixo daqueles que foram exibidos em outras edições. Porém, o curta-metragem baiano 10 Centavos deu mostras de que é o um fortíssimo candidato para vencer a disputa neste ano.

Digo isso porque o diretor César Fernando de Oliveira soube empregar uma sensibilidade da realidade de um garotinho que luta pela sua sobrevivência nas ruas de Salvador de maneira muito peculiar, assim como a sua maneira de filmagem. Os 19 minutos são repletos de boas tomadas e da boa atuação do garoto Jorge Júnior, que vigora aí como uma possível revelação do cinema brasileiro. A diferença deste curta para os outros que foram exibidos anteriormente, é que 10 Centavos mantém uma narrativa única sem brincar com metáforas de imagens e viagens pelo inconsciente, como aconteceu no curta Dreznica. Não que isso traga uma dificuldade ou que fuja de um contexto, mas 10 Centavos mantém um roteiro que consegue passar uma mensagem, ao contrário do que estava acontecendo.

E como este IV Semcine foi marcado principalmente pelo Documentário, o longa-metragem da Mostra Internacional ficou por conta de Café dos Maestros, dirigido pelo argentino Miguel Kohan, que conta a história do tango verdadeiro, e não aquele de exportação. O documentário promove uma incursão por meio da sua musicalidade, mas procurando enfatizar ainda mais os seus músicos e não apenas a dança. Aliás, pouco se vê na lente de Kohan a dança em si. O filme tem a intenção de celebrar o tango argentino e de venerar os seus principais musicistas, que ajudaram a construir a sua história e a sua musicalidade única. É até mesmo um documentário feito de uma maneira diferente, sem muitos depoimentos. O que se vê é muita música e orquestras que fazem qualquer pessoa se deliciar na poltrona com a maravilhosa sonoridade do piano e dos violinos.

Ainda essa semana pretendo fazer uma publicação sobre o papel da crítica, já que este tem sido um tema recorrente dentro do Seminário, além de ter rendido uma discussão fervorosa no ano passado entre o crítico André Setaro e o cineasta Edgar Navarro. Mas este é um assunto para as próximas postagens…

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IV Semcine - Entrevista com Luiz Filipe Rocha

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O filme A Outra Margem, do diretor português Luiz Filipe Rocha, será um dos longa-metragens que serão exibidos nas noites do Seminário Internacional de Cinema de Salvador, que acontecem entre os dias 21 e 26 de Julho. Com uma temática polêmica ao contar a história de seres humanos que vivem em pólos opostos dentro da sociedade, Luiz Filipe explica, nessa entrevista, essas questões que ele propõe discutir com este filme assim como as suas influências, além de explicar a crise que o cinema português vem passando. No dia 24 de Julho, a partir das 15h, o diretor participará da mesa “Conversa com o Diretor” dentro da programação do SemCine, que tem o intuito de aproximar o público do realizador, além da oportunidade que este tem para divulgar o seu trabalho. A Outra Margem será exibido no dia 21 às 20h, na sala principal do Teatro Castro Alves.

Sob a Minha Lente: Quando estava conferindo a programação de filmes para o IV SEMCINE, confesso que logo me interessei pela temática do seu longa, “A Outra Margem”. É sempre difícil relacionar dois temas polêmicos, como a questão de um travesti que perdeu a vontade de viver confrontado com a alegria de viver de um adolecente com síndrome de down, em um único filme. Como você conseguiu moldar tudo isso e como surgiu a idéia de narrar uma história tão profunda como esta?

Luiz Filipe Rocha: A morte de um ser muito querido confronta-nos com uma perda irreparável e causa-nos um desgosto arrasador e depressivo. Perante o infortúnio, a tristeza e a dor, devemos teimar em procurar e reencontrar dentro de nós a alegria de viver. É essa busca e essa alegria que este filme também pretende cantar, porque só a alegria de viver nos permite ultrapassar a dor e aceitar a morte dos entes mais queridos. A história de “A Outra Margem” nasceu da vivência dessa dor e da busca dessa alegria.

SL: Como você vê a relação dessas pessoas que você explora no seu filme com a sociedade? Além disso, como você acha que a sociedade vê essas pessoas? Como você, particularmente, enxerga essas pessoas?

Luiz Filipe: Os meus filmes partem sempre de questões para as quais não encontro resposta clara, de interrogações e inquietações que, sendo pessoais e sinceras, me colocam perante mim próprio e perante os outros num processo de exposição humana de imperfeições e incertezas, de dúvidas e preconceitos. A Arte diferencia-se da Ideologia e da Religião por ser o território próprio da incerteza permanente, da dúvida irrespondível, do questionamento infindo. Faço minhas as palavras de Camus e tentei cumpri-las com humildade neste filme: “Sei-o, de ciência certa, que a obra de um homem não é outra coisa senão este longo caminhar para encontrar, através dos desvios da arte, as duas ou três imagens simples e grandes para as quais o coração, ao princípio, se abriu.” Quanto às Personagens do filme, à sua relação entre si, com a sociedade e comigo, não me compete a mim “analisar” o que quer que seja: eu fiz o filme, e tudo o que eu tinha e tenho para dizer sobre essas questões disse-o no próprio filme.

“Sinceridade, honestidade e mãos limpas são as virtudes que se exigem do artista. São essas tais virtudes que o público poderá encontrar neste meu filme”

SL: Como surgiu o interesse por parte do SEMCINE para que o seu longa pudesse ser exibido em um dos dias do evento e como você pensa que isso será importante para que a sua produção seja conhecida aqui no Brasil?

Luiz Filipe: A informação que tenho é que foi um membro do júri do Festival de Cinema de Guadalajara, onde o filme recebeu dois prémios - Prémio de Melhor Actriz e Prémio Especial do Júri -, que recomendou o filme ao SEMCINE. Espero que a passagem deste meu filme no SEMCINE facilite a sua divulgação no Brasil. E chame a atenção para o cinema português, que não é conhecido no vosso país.

SL: Aqui no Brasil se ouve falar pouco do Cinema Português. A indústria cinematográfica portuguesa começou nos anos 20, após a reestruturação da produtora Invicta Film. De lá pra cá penso, obviamente, que houveram muitas mudanças, visto que no início o Cinema Português se formou apenas na transposição de clássicos da literatura para as imagens em movimento. Como você vê, nos dias atuais, a indústria cinemtográfica de Portugal? O que você acha que mudou e o que precisa ser melhorado?

Luiz Filipe: O cinema português atravessa uma da suas piores crises de sempre, como atravessou recentemente o cinema brasileiro. Portugal é um pobre e pequeno país que faz figura de “rico” por se sentar à mesa com os “ricos”: a União Europeia. Infelizmente, e ao contrário do que acontece nesses países que partilham com Portugal a U.E., a Cultura não tem qualquer importância estratégica ou clientelar para os nossos governantes. Por outro lado, como não há procura culturalmente significativa num país iletrado e inculto como o meu, o mercado também não resolve com a iniciativa privada o bloqueio e o fundo desinteresse público. Só quando se entender que a Cultura é um sector decisivo para o futuro do país, para a sua vida social e econômica, é que se poderá fazer tudo o que tem de ser feito: aposta na Educação pela e com a Arte, aposta no Mercado Cultural com incentivos e apoios, etc.

SL: No seu longa, “A Outra Margem”, percebe-se que você utilizou uma linha com uma intensidade dramática necessária para criar uma história que se caracteriza pela sensibilidade, tanto dos seus personagens quanto da própria narrativa. Pensando nisso, quais foram as influências que você utilizou para contar essa história?

Luiz Filipe: Todos os autores, sem excepção, sofrem influências, conscientes ou inconscientes. E eu de certeza que também as recebi durante a feitura deste filme. Mas a verdade é que o seu processo criativo foi tão delicado, íntimo e absorvente que eu não sou capaz de procurar e identificar as minhas influências.

SL: Quando estava vendo o trailler do seu longa, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a filosofia empregada na obra A Insustentável Leveza do Ser: “a busca pela felicidade” ou “a felicidade pela busca?” Você acredita que esta é a questão do ser humano, dessa busca incessante para ser feliz, dessa realização do devir?

Luiz Filipe: Como pessoa e como cineasta interessam-me mais as questões morais e éticas do que as filosóficas. Além de que conceitos como “feliz” e “felicidade” carecem hoje, como quase todo o idealismo filosófico, de revisão. O mundo em que vivemos permanece tão injusto e tão desigual que a busca da felicidade pode levar-nos a esquecer o Outro, o que socialmente é tão brutal como não aceitar e excluir o Outro. Sobretudo quando o Outro é Diferente.

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IV Semcine - As imagens em movimento

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Infelizmente não pude acompanhar a discussão que ocorreu no período da manhã neste que foi o 2° dia de atividades do IV Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual. Sei que o assunto discutido girou em torno da utilização da luz e em como ela influencia na fotografia de uma obra fílmica. Os palestrantes  que foram convidados eram todos fotógrafos, por essa razão a discussão deve ter ficado mesmo em relação à utilização das técnicas de fotografia que são aplicáveis ao Cinema.

Já que não pude assistir a esta palestra, fiquei super atento na mesa que discutiu a evolução do cinema enquanto imagem em movimento. Desde os primórdios (e estou me referindo ao cinema mudo), as imagens sempre tiveram um grande poder em relação àquilo que vemos na tela. Dessa forma, uma imagem (assim como uma fotografia) pode ter múltiplas expressões e significados. O cineasta português João Mário Grilo, por exemplo, procurou discutir, durante o momento em que discursava, sobre as possibilidades de criações de imagens com base nos ensinamentos de Gilles Deleuze.

Mas o estudo da imagem proposto nesta mesa-redonda também girava em torno da filosofia. Por essa razão, o filósofo argentino Tomás Abraham trouxe uma discussão mais aprofundada sobre a filmografia de Werner Herzog (O Enigma de Kaspar Hauser, O Sobrevivente). O diretor alemão é um grande estudioso da representatividade da imagem. Isso fica claro em grande parte dos seus filmes, como no longa-metragem O Sobrevivente, o primeiro falado em inglês. Nesta obra ele dá um valor muito grande à expressão da natureza que sobressai da sua lente, mas não o tipo de beleza natural que estamos acostumados a ver. O próprio Abraham finalizou dizendo que a mente de Herzog gira em torno daquilo que é cruel, existindo aí uma violência pulsante, uma maneira pessoal dele de enxergar o mundo em que vive.

O dia também foi marcado pela pré-estréia do filme nacional Era Uma Vez…, que contou com a presença do diretor Breno Silveira e dos atores Thiago Martins, Vitória Frate e Rocco Pitanga, lançando assim oficialmente o filme nos cinemas do país. Além deles, esteve presente também o compositor e cantor Carlinhos Brown, que compôs a música de abertura do filme e colaborou com a trilha sonora.

Posso dizer que esta nova obra de Breno Silveira superou as minhas expectativas, mas falaremos mais disso na crítica que será postada ainda essa semana aqui no blog. As fotos deste 2° dia também serão postadas  no decorrer dos dias, inclusive algumas fotografias da equipe do filme Era Uma Vez…

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IV Semcine - Documentário e Trilha Sonora

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O IV Seminário Internacional de Cinema começou hoje as suas atividades com o intuito de discutir o cinema nacional e internacional, contando com a participação de produtores, teóricos e estudantes da área. Nas mesas-redondas, o dia foi marcado pela discussão envolvendo o documentário, que aconteceu na parte da manhã. O gênero foi debatido por estudiosos e realizadores, que se utilizaram de exemplificações para construir a mensagem que eles queriam passar para o público. Os palestrantes mostraram o teor de realidade que é carregado pelo Documentário, mas não deixaram de falar que tudo também faz parte da ficção, não podendo enquadrar uma obra documental dentro de um gênero. A mesa também citou o preconceito que ainda existe na exibição de documentários no país. É bem verdade que isso tem mudado, mas ainda é difícil de ser exibido.

Na parte da tarde, o evento mostrou qual será a principal temática desse ano. Na edição do ano passado, muito se falou da História e das Teorias do Cinema. Dessa vez, os organizadores parecem se preocupar mais com a técnica, a forma e os elementos que compõem esta arte. A segunda mesa do dia, por exemplo, ficou responsável por discutir a utilização do som e os efeitos que este tem em um filme. Muitos exemplos de filmes foram dados pelos palestrantes. O Professor canadense Randolph Jordan, por exemplo, buscou explorar a relação dos sons-ambiente na obra de Gus Van Sant. E esta foi a palestra mais significativa do dia, já que o público pôde se inteirar com as relações existentes entre a trilha sonora e a cena em que ela se aplica. Vale ressaltar que os teóricos Hugo Munsteberg e Rudolf Arheim, foram devidamente contra a utilização de qualquer tipo de som numa obra fílmica, sendo assim importante discutir a evolução que as trilhas sonoras ofereceram (e oferecem) dentro de qualquer obra cinematográfica.

Mais fotos do 1° dia:

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