Atenção: os próximos parágrafos contém spoilers
Título: Truth & Consequences
Temporada: 02
Episódio: 10
Exibição: 26/11/07
Emissora: NBC
No final do episódio passado, vimos Noah Bennet vivo. Agora, em “Truth & Consequences”, fica claro o que realmente aconteceu: Mohinder injetou o sangue de Claire para salvar a vida de Bennet. Isso só comprova o poder regenarativo que o sangue da líder de torcida possui, capaz de salvar mais vidas. Segundo Mohinder, esse é o trabalho da Companhia. Será isso mesmo?
Em contrapartida com esse pensamento de Mohinder, está Adam, que explica para Peter – por meio da fotografia que aparece em quase todos os episódios – os criadores da Companhia e o que eles realmente fazem. Na verdade, a Companhia criou o vírus Shanti. Antes, apenas Mohinder possuía a cura, porque era tinha o mesmo gene da sua irmã, de mesmo nome. Se a Companhia criou o vírus, é óbvio que eles não são os mocinhos da história. Talvez essa seja a vingança proposta por Adam e a sua sede em salvar o Mundo. Para isso, antes de mais nada, é destruir a Companhia.
Nesse mesmo episódio, tem a entrada de um novo personagem: Victoria Pratt. Ela é a mesma pessoa que a mãe de Peter não quis revelar o nome para Parkman. A ameaça existe e é iminente: o vírus Shanti será solto dentro de 24 horas, podendo matar 93% da população mundial. Se Victoria é a única pessoa que pode fazer com que isso não aconteça, ninguém sabe. Mas, devemos partir do seguinte pressuposto: foi ela quem criou o vírus.
Enquanto isso, Hiro conta com a ajuda de Ando para descobrir onde o assassino que matou o seu pai está. Logo ele descobre uma ligação entre Adam Monroe (Takezo Kensei) e o seu pai, em uma fotografia. Além dos dois, também estava Victoria Pratt. Hiro, então, tenta voltar ao ano de 1977 – mesma data da fotografia – para encontrar respostas e saber o porquê do seu pai ter requisitado uma ordem de prisão contra Adam.
Não entendo porque “Heroes” tenta basear toda essa procura de Peter pelo vírus girando em torno de Caitlin, que não passa de uma mera coadjuvante para a história e que, até aqui, nada representou. Seria essa uma forma de ofuscar algo mais ousado ou seria a única cartada que os roteiristas tem em mãos. Com tantos personagens, tantas histórias, tantas idas e vindas, a série pode se perder no meio desse longo roteiro, sem ao menos ligar o que cada fato representa com o personagem específico. E olha que são muitos. Apenas se sabe que tudo está ligado à Companhia. Pelo menos disso eles têm certeza, e nós também.
O que promete mesmo é o episódio da semana que vem. Tudo isso porque “Heroes” está de volta ao ínicio e a luta entre Peter Petrelli e Hiro Nakamura promete. O primeiro, tentando defender um assassino: Adam Monroe. O segundo tentando vingar a morte do seu pai.
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