Atenção: os próximos parágrafos possuem spoilers
Título: I Believe The Children Are Our Future
Temporada: 05
Episódio: 06
Exibição: 15/10/09
Emissora: CW
Estamos um pouco atrasados com as resenhas de Supernatural, mas pretendo utilizar parte do feriado para colocar tudo isso em dia. Talvez eu tenha criado uma expectativa muito alta para este episódio. O trailer promocional que o canal CW lançou naquela semana, realmente me fez ficar empolgado com o que estava por vir. Porém, tudo foi por água abaixo. O capítulo talvez tenha sido um dos piores desta temporada até o momento, ou ainda da série. O episódio com sucessivas estranhezas de lendas que as crianças costumam acreditar e que estava se revelando verdadeiras, matando pessoas em uma cidade de Nebraska. Sam e Dean foram investigar as causas da morte, mas não estavam conseguindo encontrar muita relação entre elas. Eles passam a entender o que estava acontecendo quando conhecem Jesse, um garotinho que parece viver “sozinho”, “independente” e que parecia ser o responsável por estas mortes. Tudo aquilo que era fruto da sua imaginação e que ele passava a acreditar, de alguma forma, acabava acontecendo. Jesse foi concebido de uma maneira estranha, uma vez que a sua mãe era virgem e ele estava programando para ser uma das proles do demônio, ou seja, o Anticristo. De certa forma, ele acaba se tornando um mas ainda sem saber o que isso significa. Altamente poderoso, ele precisa viver escondido para que nem os demônios e nem os anjos possam achá-lo.
Essa trama, no entanto, não me adicionou em nada na estória de Supernatural aqui nesta quinta temporada. É bem verdade que os roteiristas poderão trazer ela à tona novamente em algum determinado momento, mas o capítulo seguiu de maneira monótona durante grande parte do tempo. As melhores cenas foram exatamente aquelas em que o garotinho demonstra o seu poder. Impressionante como ele consegue ser persuasivo, mesmo com os demônios. Eu não sei o nome do ator que fez Jesse (NE: procurar depois), mas ele interpretou o “Anticristo” com extrema capacidade, apesar de já ser um personagem cujas atuações são sempre desse mesmo tipo, o que não contempla nenhuma novidade. Ainda assim, ele soube transmitir a superioridade que ele, de fato, possuía em relação às outras pessoas. Apesar de Dean ter começado uma discussão interessante a partir das mentiras que os pais contam para os filhos sobre estas “lendas” serem verdadeiras”, o episódio foi sincero ao mostrar os irmãos realmente pensativos sobre o fato do pai deles ter sempre levando-os para lutar contra os demônios. Eles fingem entender que aquilo era uma necessidade, mas eles enxergam também que ambos não tiveram uma infância normal e estão longe de serem pessoas normais, se tornando uma “anomalia” assim como o próprio garoto. Supernatural não está ruim, apenas as minhas expectativas que estavam alta demais para assistir a um episódio que, na minha opinião, foi bem abaixo do esperado.


























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