Archive for the 'Séries em Foco' Category

Séries em Foco - Parte I

quarta-feira, outubro 28th, 2009

House 6×05 - Brave Heart: Demorou para engrenar, mas também quando isso aconteceu Brave Heart mostrou o mesmo equilíbrio dos episódios anteriores. Aqui, um policial vive um caso genético muito sério na família: tanto o seu pai quanto o seu avô, morreram quando completaram 40 anos vítimas de um problema cardíaco. Perto de chegar lá, ele acha que a morte também está chegando. Depois de sofrer um grave acidente durante uma perseguição policial, ele é internado e a equipe de House, sabendo deste histórico genético, realizam uma bateria de exames para averiguarem o seu coração. Nada é descoberto e House dá alta ao seu paciente e, de uma hora para outra, ele sofre uma parada cardíaca que faz com que os paramédicos dessem o atestado de óbito até que, durante necrópsia, ele volta à vida e House finalmente ganha um paciente com um problema a ser resolvido. Entretanto, centrado também neste caso, a série deixou claro que não pretende esquecer dos acontecimentos que levaram Chase a matar o ditador Dibala e, principalmente, a maneira como isso pode afetar o seu relacionamento com Cameron e o seu trabalho. Brave Heart foi, sim, um ótimo episódio e provou que o programa está no caminho. E ainda bem que estamos podendo rever a equipe médica oficial atuando juntos novamente. É tão diferente e muito melhor assistir.

Cotação: ★★★½☆

3×05 - The Creepy Candy Coating Corollary: O Sheldon pode ser bastante vingativo, nunca duvide disso. O cara se lembrar de uma convenção que ele foi para que Will Wheaton, seu maior ídolo, te desse um autógrafo e não ter comparecido no evento, fez com que o nerd entrasse em um campeonato apenas com o objetivo de traçar a sua vingança. Por incrível, Sheldon não teve tantas boas cenas assim ao decorrer do episódio. Salvo por um outro comentário, pra mim foram momentos bem forçados e que quebraram bastante o ritmo que o capítulo vinha tendo. De qualquer maneira, gostei do pacto feito entre Leonard e Wolowitz, de que quem namorasse uma mulher gostosa primeiro teria que fazer com que a namorada apresentasse alguma amiga. O encontro de Howard não começou bem, pois a garota não gostava de absolutamente nada. Porém, com o tempo, eles acharam um ponto em comum: a mãe. E aí a conversa deslanchou e os dois já estavam até marcando almoço na casa de um do outro.

Cotação: ★★★☆☆

1×04 - Fixed: Existe um certo compreendimento para a Lei. Nem sempre o que está escrito nela é o certo. Às vezes pode ser errado e tudo depende da sua interpretação. O que mais Alicia tem aprendido nestes primeiros casos em que ela voltou a trabalhar em uma firma de advocacia, é que existem interesses do cliente, e também do patrão, muito maiores do que apenas seguir a Lei. Foi assim com o caso em que várias pessoas foram prejudicadas ao tomarem um remédio, que acabou deixando sequêlas em grande parte delas. Alguns tiveram derrame, outros tiveram problemas físicos irrecuperáveis. Porém, o mais importante aqui é a investigação de Alicia para descobrir qual dos doze jurados havia sido comprado. Mal sabia ela que este processo investigativo lhe traria resultados supreendentes, talvez até mesmo como o público pudesse esperar. De qualquer maneira, o caso do seu marido segue tramitando na Justiça. E Peter Florrick deseja, agora, que a sua esposa testemunhe a seu favor, falando sobre a maneira pela qual ela ficou descobrindo as estórias de traição. Será que Alicia conseguirá passar por mais este obstáculo. Uma coisa é certa: The Good Wife fica melhor a cada episódio.

Cotação: ★★★½☆

2×06 - Falx Cerebri: Tem alguma possibilidade desse programa apresentar algum episódio ruim? Pelo o que estou vendo, isso parece ser impossível. A trama envolvendo Zobelle só fica a píor a cada passo que o SAMCRO tenta dar para arrumar alguma para incriminá-lo ou, no último caso envolvendo Chips e Otto, para dar algum tipo de retaliação. Porém, estas decisões tomadas de maneira rápida motivadas apenas por vingança, claramente estão levando o Clube para o buraco. Zobelle praticamente não tem feito quase nada, apenas colocado Clay e Jax um contra o outro, fazendo uma incrível confusão na cabeça deles. O ataque a Chips foi anunciado e tinha como objetivo exatamente atrair o Clube para que uma nova ofensiva programada por Zobelle fosse dada. E Clay Morrow, juntamente com o seu bando, comeram a isca de Zobelle foram diretos para o Limbo. Jax tentou usar a cabeça, deixando a polícia fazer isso do jeito dela e, simplesmente, limpando o Clube de qualquer acusação. Mas Clay não usou a inteligência e, querendo ou não, levou todo mundo para a prisão. E por isso que eu digo que Sons of Anarchy só fica fica melhor. A Gangue de Zobelle está com caminho livre em Charming, sem contar que grande parte do Clube está preso. E agora, o que será do restante que ficou? É capaz que eles ainda tenham uma carta na manga: Gemma identificou a filha de Zobelle como uma das participantes do crime que tem movimentado esta temporada, ou seja, ela tem tudo nas mãos para que as coisas mudem de direção. A pergunta que fica é a seguinte: será que ela vai comer a isca, entregar a filha de Zobelle e começar uma guerra, ou ela vai continuar não compactuando com isso? Quer uma série melhor que essa? Atualmente, é impossível achar.

Cotação: ★★★★★

3×04 - Zoso: Sem a presença de Karen, Hank fica mesmo completamente descontrolado. Se mesmo com ela por perto ele já aprontava bastante, imagina agora com ela morando longe. E esse momento sombrio no qual ele vive tem muito a ver com o fato de estar se envolvendo com três mulheres ao mesmo tempo. Como lidar com isso? Além do mais, existe também a sua filha adolescente passando por transformações que um pai sozinho não consegue entender, precisando da mãe por perto para ajudar em um processo que vai culminar na sua fase adulta. De qualquer maneira, Zoso f0i um desses episódios em que Californication mostra todo o seu severo em analogia à maneira como a série trata os relaciomentos humanos, todos eles baseados em sexo. Ainda assim, tem um pequeno espaço para o amor, que é mostrado no diálogo final entre Karen e Hank.

Cotação: ★★★★☆

2×04 - Belonging: Um episódio sem Ballard e sem Echo e o resultando foi que ele fluiu muito melhor e simplesmente se transformou no melhor capítulo desta temporada, até o momento. Se antes o telespectador passou a conhecer um pouco do passado de Echo, aqui a vítima da vez é Sierra/Prya. Antigamente conhecida como Prya, ela passou a ser perseguida por um dos investidores do que hoje se chama Dollhouse. Querendo que esta mulher (ou objeto, na sua visão) pudesse também lhe desejar da mesma forma que ele a desejava, ele entregou-a sofrendo de esquizofrenia para Topher dar um jeito e transformá-la em um Ativo. Durante muito tempo, as memórias de Prya estiveram adormecidas e guardadas, até que chegou finalmente o momento em que ela pôde se vingar pelos problemas mentais e psicológicos que lhe foram causados. Contando com a ajuda de Boyd para encobrir o crime cometido por Sierra, Topher agora não sabe até quando poderá continuar com esta mentira e apenas deixar passar, como se nada tivesse acontecido. Ainda assim, é bem capaz que Dollhouse não sobreviva por mais uma temporada (alguns já falam até mesmo em um cancelamento prematuro). O maior problema da série é não conseguir manter o equilíbrio, mas sempre quando ela se lança a fazer episódios que mostram mais o convívio dentro da Dollhouse e a maneira como estas pessoas chegaram no lugar, os resultados são ótimos e animadores.

Cotação: ★★★★☆

Séries em Foco - Parte I

segunda-feira, outubro 19th, 2009

6×04 - Instant Karma: Nunca acreditei em ‘karma’, mesmo na época em que eu assistia My Name Is Earl. Eu, na realidade, me divertia ao máximo com as enrascadas de Earl. Mas, voltando a House, esse episódio também foi muito bom (não na mesma proporção do anterior, mas isso não interessa). Aqui, um garoto que já passou por vários médicos e nenhum deles conseguiu dar um diagnóstico que pudesse curá-lo. O pai, então, acha que o problema pode ser com ele e que tem algo a ver com o karma, com todo o dinheiro que ele fez. Em uma determinada cena, ele até se questiona o fato da ‘felicidade oposta’: ao mesmo tempo em que ele tem um capital e construiu um grande império lucrativo, ele não consegue viver bem por conta dessa doença do seu filho. E quem ele acaba requisitando para curá-lo? Exatamente. House foi chamado para assumir o caso e ficou como “chefe” da equipe novamente, mesmo sob a supervisão de Foreman. Ele e Chase, aliás, estiveram durante todo o episódio tentando encobrir o fato da morte do ditador no episódio anterior ter sido um assassinato. E quem acabou ajudando os dois? House, mais uma vez. Gregory encobriu o pequeno detalhe que Chase não se atentou no momento em que trocou os exames. Um bom episódio. É muito bom ver a equipe novamente reunida. Eu sei que não será assim até o final, mas relembra o quanto esta série é realmente excelente.

Cotação: ★★★★½

3×04 - The Pirate Solution: Não vou dizer que este foi um episódio ruim, mas confesso que ri menos do que nos anteriores. Como fazer com que o indiano da série (o nome é muito complicado para ser escrito) não fosse deportado? Tudo isso porque os seus estudos astrofísicos não deram resultados. Sheldon arrumou uma solução e fez com que o seu amigo trabalhasse “para” ele. E isso gerou uma confusão imensa de interesses, de um querendo dar “pitacos” no projeto do outro e situações bem engraçadas como, por exemplo, no momento em que toca o tema da franquia Rocky. Para quem é fã dos filmes (como eu), realmente uma cena daqueles que são uma homenagem a um clássico. Do outro lado, Wolowitz se sentiu sozinho já que Raj estava trabalhando para Sheldon. Resultado: ele foi importunar o casal Penny e Leonard, que tinham a oportunidade de aproveitar um pouco o momento que tinham para ficarem sozinhos. De qualquer maneira, foram poucas as cenas realmente engraçadas e que poderiam repercutir aqui nesta pequena resenha. Ainda assim, tem sido uma boa temporada. Apesar de não ter sido tão hilário como nos capítulos anteriores, é bem verdade que The Big Bang Theory tem mantido o equilíbrio até o momento.

Cotação: ★★★☆☆

2×05 - Dream Logic: Esse episódio não teve nenhuma relação com o anterior. Pelo contrário, foi mais uma estória isolada de um caso que Olívia Dunham teve que desvendar o mistério. Aqui, um cientista implanta um transmissor no cerébro de seus pacientes com a premissa de que ele irá ajudar no sono. Claramente, pessoas que possuem dificuldades para dormir (o que não são poucas), implantaram tal mecanismo. No entanto, o cientista acaba utilizando o seu próprio produto para regular os sonhos dos seus pacientes e transformá-los à forma como ele gostaria, controlando todas as manifestações que são passadas pelo tálamo (região responsável pelo nosso sono e pelos sonhos que temos). Engraçado foi a maneira como Olívia Dunham conseguiu descobrir isso, utilizando uma técnica que fora ensinada ao longo do episódio por aquele mentor, que tem lhe ajudado a fazer com que ela se lembre das memórias que foram perdidas quando ela viajou para a outra dimensão. No entanto, vimos que o passado de Walter e Peter é tão obscuro quanto pensamos. Primeiro que Walter não se sente bem em Seattle (por que será?) e, segundo, o sonho tido por Peter quando criança de que, possivelmente, estaria sendo sequestrado levanta alguns questionamentos sobre a sua infância e também, obviamente, sobre os trabalhos que ele desempenhou no Iraque e toda a sua trajetória longe dos pais. Pelo menos Fringe até que vem conseguindo manter uma certa qualidade, apesar da audiência estar descendo a cada episódio.

Cotação: ★★★½☆

2×04 - Red Menace: Os clubes de motociclistas devem estar mesmo na moda nos Estados Unidos, não sei se é por conta da série Sons of Anarchy, ou se porque existe mesmo uma forte tradição por aquelas bandas de lá. O fato é que este episódio de The Mentalist mostrou o caso de um advogado que representava um clube de motoqueiros e que foi assassinado. Somos sempre conduzidos a pensar em uma série de possíveis suspeitos mas, na maioria dos casos, a pessoa que mata é sempre aquela que menos esperamos. Não vou sair contando quem foi o assassino pra não estragar as possíveis surpresas do episódio (e olha que estes tiveram algumas bem legais). Ainda me impressiona a maneira como o roteiro coloca Patrick Jane sempre a par da situação, ao mesmo tempo em que isso não ocorre quando ele encontra algum caso que o ligue ao Red John, isto é, a série cria um personagem que se comporta de diferentes maneiras em casos que são interligados apenas pelo palavra “Red” no meio dos títulos. Como no anterior, “Red Menace” apresenta um roteiro bastante coeso e formatado, apresentando bem os seus personagens e trazendo um desfecho satisfatório. É claro que algumas pontas ficam soltas, como o caso que o advogado tinha com uma motoqueira, mas até entendo que eles precisam manter um foco durante os quarenta minutos que eles possuem. E, assim, The Mentalist continua indo bem. Mas, cadê o Red John?

Cotação: ★★★★☆

1×06 - Lost Girls: Se por um lado acho que a série está avançando de uma maneira bastante rápida, é um fato que os seus telespectadores não podem reclamar caso ela estivesse demorando demais para entregar respostas. Lost Girls foi totalmente focado no passado de Stefan, Damon e Katherine, além de ter respondido a (quase) todas as perguntas que Elena tinha. E como se não bastasse somente isso, temos um novo vampiro na cidade, ou melhor, uma vampira. Vicki Donovan acabou sendo transformada por Damon e está faminta por sangue humano para continuar o seu processo de metamorfose. Mas a presença dos vampiros já foi notada pela polícia de Mystic Falls. A bússola que eles estavam procurando, inclusive, funciona como um mecanismo que ajuda na identificação destes seres, ou seja, ajuda a localizar os vampiros apontando para eles. Por pouco Stefan não seria paralisado com uma estaca no coração, tentando salvar o que restava de humano em Vicki. Apesar de saberem que os vampiros voltaram à cidade, a polícia ainda terá que trabalhar com discrição sobre este caso. Quem acabou lamentando tudo isso foi Elena, que agora não sabe como reagir ao fato da pessoa que ela estava se apaixonando ter 17 anos desde o ano de 1800 e alguma coisa. No entanto, ter mais um vampiro na cidade pode ser um sinal de que mais bagunça estará vindo por aí. E eu até que gostei bastante desse episódio, que não teve enrolação e foi direto ao centro da trama.

Cotação: ★★★★☆

3×03 - Verities & Balderdash: Adorei o episódio de Californication dessa semana. Primeiro porque ele foi extremamente eficaz em mostrar, mais uma vez, como a vida dos seus protagonistas é tomada por uma loucura que parece não ter fim. Não tem como levar ninguém a sério, ou tem? Primeiro o Charlie Runkle diz que é comemorar com a sua ex-mulher um grande contrato que ele havia conseguido e, em seguida, ele está ficando com a sua chefe e é pêgo no flagra pela mulher que ele vem tentando reconquistar. Depois, Hank Moody vai pra uma festa da faculdade na casa do reitor, fica com duas mulheres, sendo que uma delas é a mulher do reitor. Acho que são por estas confusões que Californication acaba sendo uma série até um pouco verossímil com que acontece na vida de cada um. É capaz que as pessoas se sintam confusas sobre aquilo que sentem e não existe, mesmo que se procure explicação, um mal nisso. Apesar de vermos Hank falando com a Karen no início do episódio, o fato dele ficar com várias mulheres se dá exatamente pela solidão que sente e por esta atração pelo caos, pela aventura de viver. É uma loucura? Sim, muita! E o capítulo também foi eficaz em mostrar também um pouco da relação entre Hanky e a sua filha Becca, apesar de eu ter esperado um pouco mais de drama por parte do roteiro em relação a isso. Não esperava que tudo pudesse ter sido resolvido de maneira tão facilmente mas, ainda assim, foi interessante ver como ela se deu.

Cotação: ★★★★★

Séries em Foco - Parte II

quarta-feira, outubro 14th, 2009

Existe uma nova série para se ficar bastante ligado. E ela se chama Sons of Anarchy. Se na primeira temporada, aquele épico episódio final já a colocava como uma das promessas para esta fall season, espere só para você vê o que ela tem feito neste segundo ano. Seguidamente ela tem impressionado, tem surpreendido. E Charming está pegando fogo. O contrabando de armas perto do que tem acontecido é, como diz a expressão, “fichinha”. Os arianos liderados por Zobelle não estão pra brincadeira. Mais impressionante que isso é a maneira como a série consegue dividir bem os episódios entre esta trama central e os conflitos internos entre Jax e Clay, que vem abalando o Clube. Uma série para se asssitir, com certeza! Boa leitura!

2×05 - Environmental Hazards: Acho que o maior problema de 90210 não é exatamente a série. Acho que sou eu. Costumo levar a sério demais e este é um seriado em que a seriedadade não deve ser o centro. Porém, não consigo sair do “sério” e esta coisa me acompanha. Então, tudo o que eu posso dizer sobre este episódio é o seguinte: quanta bobagem! Com exceção da trama envolvendo a Silver, cuja mãe foi diagnosticada com câncer e está morrendo, o restante foi uma completa idiotice. Naomi tentanto entrar na Universidade de Califórnia por meio do seu relacionamento com o filho da Reitora de Admissões? É sério que eu preciso assistir a isso? E mais: Liam apagando a única prova que ele teria para mostrar que a irmã de Naomi é uma farsa? O mais engraçado (ou irônico, vai saber), é que logo quando ele gravou o áudio no seu celular, sabíamos que seria um processo para que ele mostrasse a tal gravação. Provavelmente o celular seria perdido ou caíria nas mãos de alguém (como aconteceu), então ele recuperaria, mas logo iria desistir da ideia caso visse Naomi com outra pessoa (como também aconteceu). Talvez esta supere a bobagem de Dixon e todo esse seu relacionamento com Sasha (eu logo lembro da filha da Xuxa e da sua formação “em inglês). De qualquer maneira, o clichê da “mãe morrendo querendo se aproximar da filha” até que salvou um pouco o episódio, mas não o suficiente.

Cotação: ★★☆☆☆

2×05 - Smite: Uau! Não sei como essa temporada vai terminar, mas posso dizer que ela está tão boa quanto a primeira. “Charming está pegando fogo”, literalmente. A calmaria em Smite durou, digamos assim, até os minutos finais do episódio. Após esta calma, veio a tempestade e uma votação importanet que poderia definir os rumos do clube. A verdade é que eles ignoraram, até certo ponto, a presença de Zobelle. Agora, eles percebem o quanto isso foi errado da parte deles. O que estava em votação foi exatamente isso: uma retaliação imediata ou esperar mais um tempo? E tudo isso surgiu a partir do ataque que a trupe ariana de Zobelle à Otto, que está preso e foi atacado. Jax conseguiu que a votação não tivesse maioria e adiou o ataque, mas até quando? A sua decisão foi apenas momentânea porque, em seguida, uma situação criada de maneira espetacular pela edição e pelo roteiro da série, Chibs sofre um atentado e tudo aquilo que foi discutido e ficou acerto no Conselho parece ter ido por água abaixo. O Sons of Anarchy não irão esperar que mais um companheiro seja morto. A retaliação já será no próximo episódio, tenham certeza. E eu estou aqui apreensivo para saber o que poderá acontecer. É incrível como Sons of Anarchy tem sido tão equilibrada. Simplesmente assistimos um seriado em que as tramas fazem sentido e percebemos que há uma preocupação em torná-las cada vez mais próximas uma das outras, em todos os núcleos. Se antes a série era uma surpresa na sua primeira temporada, hoje posso dizer que ela já está se tornando uma das melhores produções que o canal FX produz no momento.

Cotação: ★★★★★

1×03 - You Can’t Go Home Again: O passado parece estar sempre retornando na vida de Alícia, mesmo que seja nas pequenas coisas. Apesar dela tentar se desvencilhar dos problemas que enfrentou (e continua enfrentando) com o seu marido, várias mudanças foram feitas para que a sua família pudesse voltar a viver normalmente. A começar pela troca de viver em Highland Park para um lugar mais real, longe da riqueza do bairro anterior. E o caso que Alícia precisou enfrentar tinha tudo a ver com o seu passado. Um antigo garoto que ela conhecia, Kenny, se envolveu em um roubo seguido por assassinato e resolveu procurar Alícia para ajudá-lo. Ela viu este jovem nascer e, por isso, resolveu encarar, não somente ele, mas todas as sombras do seu passado (como os vizinhos, o bairro, o código de moradores, etc). É claro que a sua vivência de dez anos em Highland Park ajudou a resolver o caso no final. Porém, o mais importante é que ele também mostrou, principalmente para os seus filhos, que este bairro que eles moravam ficou para trás. O que existe agora é uma nova vida, E tenho que deixar registrado aqui a maneira impressionante como Alícia consegue se comportar, tendo que cuidar dos seus filhos, tendo que conviver com as traições do marido e, ainda por cima, resolvendo casos para provar a sua capacidade como advogada. The Good Wife, até o momento, tem se mostrado uma das gratas surpresas desta temporada. Ela é uma dessas séries em que se ouve muito pouco falar. E é bom que continue assim. Chegando sem estardalhaço, ela vem conquistando cada vez mais o seu público.

Cotação: ★★★★½

2×03 - Belle Chose: Mais um episódio confuso, porém, mais interessante que o anterior. Sempre gosto quando existe uma quebra de protocolos e isso acaba influenciando diretamente nas personalidades que foram upadas no cérebro de cada “doll”. Aqui, a mentalidade doentia de Terry, um serial killer que usa as mulheres para reconstruir a sua família e brincar com elas como se fossem bonecas, ficou em contraste com Echo e Victor. Com o problema remoto enfrentado na região central, as personalidades se cruzaram e ambos tiveram homeopáticas de Terry. Isso quer dizer que, querendo ou não, os dois estão com um pouco desta personalidade gravada em seus respectivos cérebros. Enquanto isso, Terry permanece em coma por conta de um atropelamento que ele sofreu. Mas, se por acaso ele acordar, existe alguma possibilidade que Echo, por exemplo, tenha que conviver com este lado assassino que ficou em seu cérebro? Como deve funcionar esta transição? Até o momento, somente o primeiro episódio de Dollhouse conseguiu empolgar um pouco. Admito que eu esperava muito mais da série para esta segunda temporada e confesso que ela tem decepcionado um pouco as minhas expectativas.

Cotação: ★★½☆☆

1×03 - 137 Sekunden: O que não faltarão agora é tentativas de se explicar as visões do futuro que cada um teve. Porém, uma coisa parece que poderemos aprender com este episódio: elas nem sempre são verdadeiras. Contudo, para continuar as investigações, Mark Benford viajou até a Alemanha para seguir uma pista. Um ex-Nazista postou que conhecia o porquê das visões terem durado exatamente 137 segundos. E o seu nome, Sekunden, remetia em Mark algo que ele tinha visto no seu flashforward. As explicações de uma mistura de números hebraicos somados e que dão 137 não é das melhores, mas confesso que algo me chamou atenção: este elemento novo de que corvos morreram em todo o mundo, suscitou uma investigação para os agentes do FBI que levam eles para o ano de 1991, em uma região do Afeganistão, onde parece ter acontecido a mesma coisa. A pergunta que fica é a seguinte: será mesmo que estas visões já aconteceram em outros lugares e com estes mesmos níveis de padrões? Ainda que eu esteja gostando da série, Flashforward promete ter muitos nós até que eles sejam todos desamarrados e ligados. O bom é saber que o canal ABC já lhe concedeu uma full season, ou seja, ainda teremos explicações e muitos questionamentos a serem feitos sobre o que aconteceu na visão de cada um (e até que ponto elas são verdadeiras ou falsas).

Cotação: ★★★☆☆

Séries em Foco - Parte I

segunda-feira, outubro 12th, 2009

Toda profissão possui uma Ética a ser seguida. Alguns profissionais, claramente, são mais éticos do que outros e levam este “código” mais  a sério que alguns. O episódio de House dessa semana, The Tyrant, mostrou que o dilema ético o qual muitos profissionais podem passar em um determinado estágio da sua profissão, é tão complexo quanto aquilo que poderíamos imaginar. E digo mais: este episódio de House, não somente apenas por conta disto e nem também por ter reunido a equipe médica antiga, já o considero como um dos melhores da série e, por isso, o destaque da coluna desta semana fica para ele. Boa leitura!

3×03 - The Gothowitz Deviation: O episódio dessa semana de The Big Bang Theory praticamente foi dividido em duas partes: a primeira, se passando no apartamento de Sheldon e Leonard, e a segunda em uma festa gótica onde estavam Wolowitz e Koothrapali. De qualquer maneiras, ambas foram bastante engraçadas, mas o destaque fica mesmo para aquela trama que se passou dentro do apartamento, que ainda tinha Penny. Nestas regras de boa conduta e relacionamento, Sheldon tentou utilizar um método bastante interessante para criar uma boa relação com Penny. O mais engraçado é que, a cada novo quadro, a situação só piorava. Realmente, grande parte dos textos de The Big Bang Theory, assim como as piadas, são feitas e moldadas para que Sheldon possa usá-las. E o pior é que a maneira como ele fala, sempre prepotente, sarcástica e irônica, acaba ajudando para que as situações fiquem engraçadas. Na festa gótica, a série perdeu um pouco o tom da comédia por criar uma situação bastante forçada para os dois nerds que lá estavam. Mesmo assim, foi mais um bom episódio nesta terceira temporada. Mesmo com a equipe dividida, acredito que a série deu espaço para que ambas as tramas fossem bem desenvolvidas, com o diferencial de que uma conseguiu se sobressair melhor que a outra.

Cotação: ★★★½☆

6×04 - The Tyrant: Até onde vai a sua Ética profissional para fazer aquilo que é certo? Para qualquer profissão, seja para a Medicina ou para o Jornalismo, existe algo chamado Ética, que são os códigos que cada um deve seguir. Pode ser visto também como um guia, que tenta te mostrar os caminhos corretos da sua profissão. Ao longo da sua vida, no entanto, com certeza você passará por algum dilema ético que lhe faça se questionar sobre o que deve ser feito, sobre o que é certo e errado. Este episódio The Tyrant coloca tudo isso à prova, uma vez que a equipe liderada por Foreman (agora também com House, Cameron e Chase, todos reunidos novamente), precisou cuidar de um ditador que, de acordo com os noticiários, estava promovendo um genocídio no país em que ele comandava. Porém, a sua doença trouxe uma série de pertubações à equipe médica (menos House, obviamente). Cameron se perguntava se não seria melhor deixá-lo morrer, enquanto que Chase tentava descobrir aquilo que ele era capaz para governar o seu país. O fato é que a série provou, com este episódio, que ainda continua sendo a melhor atualmente ao abordar dramas médicos. Oscilando entre cenas cômicas (o House nas reuniões estava impagável) e momentos absurdamente dramáticos e chocantes, The Tyrant está entre os melhores episódios que já assisti desta série.

Cotação: ★★★★★

2×04 - Eureka: Não é nenhuma novidade que o Clube já não estava sendo o mesmo desde aquele incidente com Donna. Em seguinda, veio também o problema com Gemma e a relação entra ela e Clay se estremeceu completamente, até mesmo com o seu próprio filho, Jax. Este episódio Eureka serve apenas para evidenciar ainda mais as fragilidades do Sons of Anarchy, uma vez que eles não estão conseguindo se entender. Jax e Clay travam uma briga pessoal, uma vez que Jax deseja vingança, enquanto que Clay tenta esconder aquilo que ele fez. É só uma questão de tempo para que todas estas questões venham à tona. Gemma segue sofrendo e teve a oportunidade de matar o suspeito de ter feito aquilo que fez. Mas ela não conseguiu. Aqui, o tráfico de armas e a maneira como elas foram conduzidas para cruzar o estado, foi apenas um pano-de-fundo para demonstrar o quão frágil o Clube está, a começar pelo líder, Clay. Com problemas nas mãos e tendo que tomar doses de um remédio para controlar a sua força, ele mal consegue dirigir a sua própria moto. Se antes víamos o Sons of Anarchy como algo bem estruturado, hoje podemos dizer que a relação entre eles se tornou difícil e está prestes a explodir, a qualquer momento. O final do episódio, então, foi uma demonstração de que isso pode acontecer e pessoas sairão feridas deste conflito interno.

Cotação: ★★★★★

3×02 - The Land of Rape and Honey: Para quem está acostumado a ver Chuck Bass na série Gossip Girl, espero só para vê-lo neste episódio de Californication. Fazendo o papel de um gay cujo maior sonho é se tornar um escritor, ele aparecendo lendo um romance que escreveu envolvendo vampiros em uma das aulas de Hank, que resolveu aceitar a proposta de ser professor. Tão clichê quanto todas estas tramas que começaram a surgir com esta ridicula saga chamada Crepúsculo, Hank não gosta do texto e, em uma reunião com o garoto, lhe expressa isso sem sensibilidade alguma. Pois bem, ele tenta cometer suicídio e quase põe em risco o emprego de Hank. O lado mais sério do capítulo, talvez, tenha ficado mesmo com a relação cada vez mais difícil entre Becca e o seu pai. Hank não tem conseguido impôr limites (e acho que ele nunca pensou nisso, já que antes ele tinha ajuda de Karen). No entanto, a adolescência parece ter chegado para Becca e, com ela, as crises existenciais e os problemas enfrentados por viver com os pais separados. Com isso, acredito que a série mostrado um lado bastante real sobre a vida dos seus personagens e, principalmente, humaniza Hank como uma pessoa que também possui sentimentos e preocupações com a sua filha.

Cotação: ★★★½☆

1×05 - You’re Undead To Me: Não iria demorar muito tempo até que Elena pudesse descobrir a verdadeira identidade de Stefan. E ela começou a se fazer a pergunta certa. Não é simplesmente “quem você é”, mas “o que você é”. Aqui, Stefan resolveu tomar uma atitude em relação ao seu irmão Damon, e o prendeu no pórão cheio de verbana, já que este é o seu ponto-fraco. Enquanto isso, Elena tentava descobrir uma maneira de confiar naquilo que Stefan dizia sobre ele e a sua família, até que aparece um velhinho para dizer que o conhecia desde 1953, quando um animal atacou o seu tio Joseph e o matou. Entretanto, alguns em Mystic Falls já sabem que os vampiros voltaram. Ainda não entendi como o relógio deixado pelos pais de Elena e Jeremy pode ter a ver com esta luta contra eles, mas possivelmente será um elemento que ainda deverá ser explicado mais pra frente. Sei apenas que Damon conseguiu fugir da sua prisão com a ajuda de Caroline e que The Vampire Diaries não tem tido medo ou objeção em matar os seus personagens. Um romance à beira do fim e Damon solto para fazer o mal. Mystic Falls realmente poderá se transformar em um verdadeiro caos e eu até que estou gostando da série, mesmo com todas as ressalvas que eu já fiz em resenhas anteriores.

Cotação: ★★★☆☆

2×03 - Red Badge: O importante ao apresentar o caso da semana, é que ele tenha algum diferencial em relação aos outros e coisas do tipo. E esse episódio Red Badge se caracterizou exatamente por isso. Ao contrário daquele que foi exibido na semana anterior, o capítulo apresentou um caso de homicídio mas, por outro lado, não se preocupou em dar muita ênfase a ele, haja vista que todas as acusações estavam em cima da agente Lisbon. E, aqui, ela teve que provar a sua inocência, memso porque, Lisbon foi a responsável por ter colocado a vítima, McTeer, acusado de estupros e preso durante um bom por conta das investigações da agente. Patrick Jane utilizou a sua técnica para hipnotizar Lisbon, descobrir o porquê dela não conseguir se lembrar da noite em que aconteceu o assassinato e, acima de tudo, saber exatamente a identidade do assassino. Confesso que fiquei surpreso em descobrir quem era o assassino. Eu tinha apostado em outra pessoa no início do episódoi e, ainda bem, que ele conseguiu me surpreender. Às vezes, acho que falta um pouco disso em The Mentalist, É bem verdade que estamos todos entusiasmados para saber um pouco mais sobre Red John mas, até lá, enquanto a série nos entregar bons episódios como este, tudo estará perfeitamente bem e daremos tempo ao tempo para que esta estória seja trazida de novo para o centro da trama.

Cotação: ★★★★☆

2×04 - Momentum Deferred: Um episódio especialmente revelador. Agora, sim, grande parte dos questionamentos que a série tem nos provocado foram respondidos. A conversa entre William Bell (mais uma vez com a participação mais do que especial de Leonard Nimoy) e Olívia Dunham veio à tona, finalmente. E foi um diálogo daqueles que são bem confusos no início, levando-o a assistir à cena mais de uma vez para ter certeza de que compreendeu tudo. Dessa maneira, foi assim que entendi. Existem dois mundos, no qual se consistem dois planos: real e espiritual. Os transmorfos estão tentando abrir um portal para se transferirem ao mundo real com o objetivo de provocar uma colisão (que seria à grande tempestade mencionada pelo Dr. William Bell). Os dois mundos colidindo, obviamente, a pergunta que fica é: qual dos dois iria sobreviver? Fringe mostrou um episódio eficiente porque, ao mesmo tempo em que encerrou as ações de uma trama, já começou outra apresentando o líder dos transmorfos (o mesmo que pretende provocar esta colisão e causar a “tempestade”). Além disso, provoca uma curiosidade para saber a maneira como isso será conduzido daqui pra frente, principalmente agora que Olívia se recorda do seu diálogo com o Dr. William Bell. Momentum  Deferred prova que Fringe possui todos os elementos para criar uma temporada ainda melhor que a primeira (apesar dos deslizes e confusões que a série mostrou pelo caminho).

Cotação: ★★★★☆

Séries em Foco - Parte II

domingo, outubro 11th, 2009

Ainda com atraso, mas nunca é tarde demais. A coluna era pra ter saído no final de semana passado, mas por razões pessoais não consegui assistir a todos os episódios. Eles acumularam e aproveitei o feriadão para colocar tudo em dia. Meu destaque dessa coluna fica para o péssimo episódio de Dollhouse. Tinha achado até impressionante a maneira como a série iniciou o seu segundo ano, mas ela se perdeu um pouco logo em seguida. Na realidade, acho que esta segunda temporada tem boas premissas para ser boa, mas é preciso ter calma. A mesma que o espectador, possivelmente, teve na primeira, uma vez que ela só começou a engrenar, de fato, a partir do sexto episódio. Como já perdemos muito tempo sem ter publicado a coluna, não quero perder ainda mais com longas introduções. Então, boa leitura!

2×02 - The Scarlet Letter: The Mentalist tem até uma boa premissa com esta trama do Red John (apesar dela não avançar), mas o problema está quando o caso apresentado no episódio não oferece nenhum atrativo ou consiga superar como o tripé que sustenta todo o arco narrativo dele. Aqui, pecando pela obviedade dos fatos e também pela falta de criatividade, The Mentalist apresentou o caso do homicídio de uma mulher que, possivelmente, se envolvia com o marido de uma importante figura política do estado da Califórnia. O capítulo avança e descobrimos que, na realidade, Melissa (a tal política) é uma pessoa lésbica e que tinha feito um acordo de casamento com o intuito de apenas impressionar a imprensa e os leitores, para conseguir votos e se tornar uma das representantes do estado. Ainda assim, o episódio foi confuso, se mostrou truncado em alguns momentos e bastante metódico. Talvez já seja dada a hora dos roteiristas começarem a apresentar mais um pouco dos casos, das personalidades e das facetas do assassino Red John, ou que comece a trazer casos mais enigmáticos e interessantes para satisfazer os seus telespectadores.

Cotação: ★★½☆☆

2×02 - Instinct: A partir do primeiro episódio, Dollhouse apresentou algumas anomalias em Echo agora que as suas lembranças estão mais presentes. Por mais que a sua mente esteja sendo apagada, ela não tem conseguido suportar outras informações que são “upadas” em seu cérebro. De qualquer maneira, Instinct evidenciou este fato descontrolado em que ela se encontra, ao se comportar de maneira desequilibrada em uma missão. Ela está sempre com a noção de que está sendo seguida e observada. Entretanto, o roteiro do capítulo foi bastante confuso. A maneira como ele iniciou colocando Echo já na sua missão, não dando tempo de sabermos o porquê dela estar ali, não ajudou a criar nenhuma tensão. Na realidade, o próprio diálogo entre Ballard e Topher no início foi um pouco exagerado e forçado demais. Contextualizado de maneira bastante surreal, o maior problema é que o episódio passa a impressão de tudo ter sido muito vago, e deixa o espectador sem a mínima noção daquilo que está sendo contado.

Cotação: ★★☆☆☆

1×02 - Stripped: Com certeza, este não seria, para Alicia, mais um caso normal em que ela atuaria como advogada. Ao entrar em um processo onde envolvia uma “dançarina”, ela sabia que poderia também adentrar em um mundo desconhecido, mas que precisou passar a conhecer por conta das traições do seu marido. Assim, ela “mergulho de cabeça” na estória de Christy, mesmo as alegações sobre o estupro que ela estava mencionando soarem efetivamente como falsas. Ao mesmo tempo em que ela precisou entender, mais ou menos, como esse mundo funciona, Alicia também passou a querer conhecer quanto que o seu marido pagava para ficar com as “dançarinas”, o que elas poderiam fazer e dar por esse dinheiro e outros questionamentos que ela passou a se fazer com o intuito de entender o porquê dele ter estragado a família. Por enquanto, o que tem me impressionado em The Good Wife é a maneira como a série vem construindo Alicia, tornando-se cada vez mais uma mulher forte e determinada.

Cotação: ★★★★☆

1×02 - White to Play: Charlie, a filha de Mark, sabe muito mais do que poderíamos imaginar. E isso não acontece à toa. Logo quando o primeiro episódio da série foi ao ar, ela diz que tinha sonhado que não existiriam mais dias bons. Logo, isso pode ter sido um sinal de que as tramas terão muito mais a ver com ela. Por que será que não conhecemos aquilo que ela sonhou (ou aquilo visto por ela)? Completamente enigmática em grande parte das cenas, de uma certa maneira ela conhece as pessoas que estão por trás disso que aconteceu. O grande mérito da série é nos fazer, neste momento, questionar a maneira como ela sabe disso ou o porquê dela saber e, indo mais longe, a relação que ela poderá ter com os envolvidos. Além disso, aos poucos, os pontos começam a se interligar uns com os outros, os agentes federais começam a seguir algumas pistas do que pode ter acontecido e, desse jeito, Flashforward continua em um bom caminho para se tornar uma grande série. A produção é excelente e o roteiro também está aprendendo a ser. É torcer para que ela continue neste caminho e que não se perca no meio dele.

Cotação: ★★★½☆

2×04 - The Porn King: Às vezes fico “encantado” com a obviedade das séries. Antes de comentar como foi o episódio, é impressionante como 90210 se empresta a um desenrolar barato de tudo o que acontece. Esse caso de Naomi é um exemplo claro disso. Durante quatro episódios ficou um imbróglio terrível para um provar a inocência e reconquistar o outro. Eis que surge a “brilhante” ideia de gravar aquilo que a tia de Naomi disse. Ora, isso não poderia ser feito antes? Por que demorar tanto tempo em algo tão óbvio? Falando um pouco do capítulo, o  mendigo atropelado por Annie era um ex-aluno do colégio West Beverly e que, em seu testamento, acabou doando $100.000 para a instituição. O seu sobrinho, que estuda na escola, revela a identidade do tio e explica que ele sofria de esquizofrenia e, por esta razão, vivia sozinho no mundo sem saber exatamente para onde ir. Enquanto isso, Adrianna ganhou um papel para voltar a atuar, mas acabou desistindo por Navid e por todas as coisas que ambos passaram na temporada anterior. O episódio, porém, se baseou muito mais em Dixon e nas mentiras que ele tem contado para se relacionar com Sasha, se passando por um cara que trabalha no ramo da música até por um ‘Rei do Pornô’.

Cotação: ★★☆☆☆