O retorno de Damages

Opinião do Editor, Reviews, Seriados 3 Comentários »

O ótimo drama Damages, do canal fechado americano FX, retornou na última segunda para a sua terceira temporada (que, provavelmente, deverá ser a última). Se consolidando como uma série cuja principal característica se encontra no suspense misturado com o drama jurídico, Damages traz novamente Glenn Close e Rose Byrne em uma rede de conspiração onde tudo pode acontecer. Aliás, para quem assistiu a primeira temporada, é perfeitamente perceptível a maneira como os roteiristas conseguem ligar os fatos aos seus personagens, colocando todos eles em uma trama onde todos são suspeitos.

O segundo ano, no entanto, mostrou que Damages havia perdido um pouco da sua força narrativa. Demorou para que os episódios começassem a ter sentido e, principalmente, começassem a engatinhar a história que estava sendo tratada. De qualquer maneira, ela manteve o suspense cmo é de praxe. Contando sempre com um elenco altamente capaz de rasgar boas intepretações - foi assim com Zélyko Ivanek e William Hurt - tanto dos coadjuvantes, quanto dos principais. E, dessa maneira, se começa mais um ano.

Por um lado, este primeiro episódio “Your Secrets are Safe” demorou para contemplar a história. Seguiu de maneira muito lenta e utilizando diversas metáforas. As idas e vindas no tempo, algo que a série já se acostumou a fazer, começaram a elucidar o que ela se prepara para apresentar neste terceiro ano. Patty está com um novo de um empresário que roubou dinheiro dos seus clientes e mergulhou toda a sua família em uma crise, já que todos os negócios que ele dizia ter eram falsos. Mais do que isso, Hewes precisa lidar também com o fato de estar ainda mais sozinha, principalmente porque Ellen Parsons saiu do seu consultório e se juntou à Promotoria. A única pessoa que ela tem como amigo neste momento é Tom Shayes, que  parece ter se tornado o grande fio condutor para esta temporada.

Com o nome na parede ao lado de Patty Hewes, ele está vendo a sua carreira como advogado finalmente deslanchar, conquistando aquilo que ele sempre sonhou. Já Ellen, persegue um traficante para conseguir chegar até o fornecedor, que é o seu principal objetivo. Ao que parece, todos continuaram seguindo as suas vidas. Resta saber, até quando eles vão apenas fingir que isso está acontecendo.

Ao contrário de alguns comentários, não achei que este primeiro episódio foi tudo isso que alguns estão comentando. Mesmo porque, ainda é muito cedo para dizer se esta temporada será ou não boa, ou melhor que a segunda. No início, Damages procura apenas se realizar por meio de metáforas e manter os mistérios, fazendo com o que o seu espectador possa se ver jogado em uma rede de mentiras e de conspiração. Esta é a sua principal característica. Foi dessa forma que a série conquistou grande parte do seu público. Agora, é esperar pelos próximos episódios, porque aquele final me deixou realmente com muito interesse de assistir esta temporada. Vale ressaltar também a boa edição do início deste capítulo, quando recapitulou os últimos acontecimentos. E, assim, mais uma temporada se inicia.

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24 horas: mais um dia terrível para Jack Bauer

24 horas, Reviews, Seriados 2 Comentários »

24 horas está de volta para mais um dia de muita ação na vida de Jack Bauer. Aposentado, ele descansa com a família em Nova York e tenta reconstruir a sua relação com a sua filha depois de tanto tempo afastado. Agora vovô, chegou o momento de pensar em viver melhor. Por isso ele decide voltar para Los Angeles com Kim, com este objetivo de recomeçar. E quem poderia pensar que seria tudo fácil assim? Ao mesmo tempo em que Jack está com isso em mente, os Estados Unidos vive um momento importante. A Presidente Allison Taylor está prestes a fechar um acordo com a República Islâmica, definindo o cancelamento do programa nuclear dando espaço, assim, para uma inspeção norte-americana de tudo que acontece neste meio. Uma vitória importante que pode selar a paz entre os dois governos. Mas, como sempre, tem gente que não deseja ver este acordo fechado e vem preparando uma ofensiva contra o presidente Hassan, que decidiu ceder aos norte-americanos e, por esta razão, tem sido bastante criticado pela oposição e por grupos separatistas. Jack não estava se importando com isso. Pelo contrário, ele estava prestes a fazer a sua mala para se mudar para Los Angeles, quando um antigo informante o procura com uma informação valiosa e que poderá cancelar toda esta cerimônia que foi programada para selar o acordo. E, assim, começa mais um dia na vida de Jack Bauer.

Uma coisa que se pode perceber ao longo destas oito temporadas, é que a série nunca perdeu as suas principais características. Por mais que ela possa ficar repetitiva (em relação ás suas tramas), vemos que 24 horas continuou apostando na ação e, principalmente, nestas ameaças sempre em contraponto com alguma temática que poderia estar em discussão no momento. Toda esta questão nuclear, por exemplo, envolve um debate antigo, mas novo, no qual o governo americano critica o Irã por continuar com o projeto nuclear sem a inspeção de orgãos superiores que possam comprovar os seus devidos fins. No primeiro episódio exibido, portanto, a série apresenta os novos personagens de maneira rápida e também marca o retorno da Unidade Contra-Terrorista (UCT ou CTU, como preferir). Quem também está trabalhando por lá é a Chloe, que precisa se adaptar aos novos sistemas que foram criados e também às novas tecnologias empregadas, uma vez que tudo mudou desde que ela foi explodida na sexta temporada. As relações diplomáticas e as disputas internas dentro do governo da presidente Taylor também continuam sendo um dos temas favoritos pelos roteiros, que sempre criam bons arcos dramáticos para também não deixar a série apenas focada na ação.

O segundo episódio continuou a desenvolver a trama que foi apresentada na primeira hora. Dessa vez, o mais importante foram as decisões que precisaram ser tomadas. Ao contrário do que poderíamos imaginar, Jack Bauer queria mesmo voar para Los Angeles com a sua família. Ele seguiu os seus instintos de querer recomeçar, mas a sua filha Kim pediu para que ele ficasse e continuasse aquilo que começou. Dessa maneira, Jack resolveu ajudar Chloe, ao contrário dos outros anos, onde ele sempre pedia ajuda da parceira. Ambos seguiram uma outra pista, que a CTU resolveu ignorar por achar que já estava com tudo nas mãos. Com isso, faço as minhas as palavras de Jack: “eu odeio esse lugar”. Sempre achei irritante o quanto eles eram estúpidos (a palavra certa é burro) em determinados momentos. Ainda assim, estas tramas apresentadas por 24 horas têm ainda muito o que acontecer, obviamente. Está tudo ainda apenas no começo. Entre um episódio e outro, os espectadores poderão ir conhecendo as verdadeiras identidades destes personagens. Aliás, a personalidade do novo diretor da CTU não me impressionou neste primeiro momento, ainda soando muito forçado no que tange ao seu lado controlador de achar que tem tudo nas mãos. Para mim, 24 horas ainda não se tornou repetitiva. Pelo contrário, é possível se ver mergulhado em toda esta ação.

A decisão por parte da equipe de roteiristas de começar a mudar os lugares onde as histórias passavam também ajudou para que a fórmula não ficasse muito “batida”. Saindo do cenário de Los Angeles depois de seis temporadas, vimos Jack Bauer em Washington e, agora, em Nova York. Novas locações, mas a corrupção, a vingança, a investigação e, principalmente, toda a “burocracia dramática”, são elementos que continuam fazendo parte da série. Foram apenas dois episódios exibidos (na noite de segunda a Fox transmitiu mais duas horas) e muita coisa ainda para acontecer em mais um dia infernal na vida de Jack Bauer, onde ele se verá mais uma vez mergulhado em uma rede de conspiração e terá que desmantelá-la para salvar os Estados Unidos de uma nova ameaça terrorista. Enquanto tudo isso acontece, veremos como os roteiristas lidarão com o fato dele querer tanto voltar pra casa. Será um misto de dramas que já estamos acostumados a assistir mas que, com certeza, nem por isso deixaremos de ver. A pergunta que muitos podem estar se fazendo é se esta será mesmo a última temporada de 24 horas. Por enquanto, basta vivenciar mais um dia terrível na vida de Jack Bauer e curtir esta nova temporada.

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Globo de Ouro: a premiação e os vencedores

Cinema, Premiações, Seriados 2 Comentários »

No domingo (17), o Globo de Ouro apresentou os seus vencedores votados pela imprensa internacional de Hollywood. A premiação nunca foi um termômetro para o Oscar, mas já começa a definir alguns favoritos para o prêmio máximo do Cinema, além de ter dado os principais prêmios da noite para a megaprodução Avatar, líder de bilheteria em todo o mundo. Com apresentação de Ricky Gervais, se mostrando seguro e com uma boa dose de humor nos momentos certos, ele soube conduzir o show até o final sem querer aparecer muito, apensas sabendo a hora de provocar e utilizando boas piadas para entreter os convidados e o telespectador. Tomado por um clima de solidariedade, em que todos faziam questão de lembrar do Teleton de George Clooney (que será exibido na próxima sexta-feira lá nos Estados Unidos) para ajudar as vítimas do Haiti, todos que ganhavam faziam questão de lembrar o quão importante era esta causa.

A cerimônia começou com um discurso emocionante da atriz Mo’Nique, que venceu na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação em Preciosa. Dirigido por Lee Daniels, a quem Mo’Nique agradeceu a oportunidade de deixá-la atuar e também a sensibilidade com a qual ele soube conduzir o seu filme, Preciosa é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo’Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda só fazem aumentar o preconceito e a própria baixa-estima que ela carrega consigo mesma. Com intensos momentos em que o roteiro discorre sobre os traumas vividos pela personagem-título, a atuação de Mo’Nique faz com que ela se torne alguém desagradável, ajudando o público a detestá-la em sua essência.

Com isso, o Globo de Ouro havia dado a largada para uma premiação que caminharia, até certo ponto, sem muitas novidades. Apontando apenas o óbvio como, por exemplo, as vitórias de Toni Collette por sua atuação na série de comédia United States of Tara ou, ainda, por ter entregado mais um Golden Globe ao ator Alec Baldwin, que venceu como Melhor Ator de Comédia por 30 Rock que, ao contrário dos anos anteriores, saiu desta edição de mãos vazias. As surpresas começaram a aparecer quando Michael C. Hall ganhou o prêmio de Melhor Ator em Série Dramática por Dexter, exatamente na mesma semana em que ele declarou no Twitter que estava em tratamento contra um linfoma, recentemente diagnosticado. Usando uma toca na premiação, ele fez questão de agradecer a todo o elenco e, principalmente, à sua mulher, Jennifer Carpenter, que contracena com ele (a atriz faz a sua irmã) na série.

O reconhecimento de Michael C. Hall, que se destacou na premiadíssima Six Feet Under em 2001, era um sinal de que a noite ainda reservaria outras surpresas. Quem poderia esperar que Kevin Bacon venceria por Taking Chance na categoria de Melhor Ator em Telefilme? Logo ele, que nunca havia sido indicado ao Globo de Ouro anteriormente. Todas as apostas estavam no britânico Brendan Gleeson que, assim como a atriz Carey Mulligan (outra britânica), não conseguiu vencer na categoria de Melhor Atriz por sua atuação no filme Educação. Apesar disso, a entrega do prêmio para Sandra Bullock revelou algo que já estava sendo apontado por outras premiações: ela é a forte candidata para também ganhar o Oscar, que acontece em março.

Mas estava tudo ainda apenas no começo. Os prêmios para a tevê nem sempre são os mais esperados, pois todos acabam caindo no óbvio. Foi assim quando anunciaram que Mad Men tinha vencido, pelo terceiro ano seguido, na categoria de Melhor Drama, o que mostra que a imprensa internacional realmente gosta da série criada por Matthew Weiner, que recria a publicidade em meio à Nova York dos anos 60, além de girar todas as suas tramas dramáticas em cima de Donald Draper (interpretado por Jon Hamm que, dessa vez, não venceu na categoria de Melhor Ator como na edição do ano passado). Talvez a maior surpresa tenha ficado para o prêmio vencido por Chloë Sevigny, que está no elenco da série Big Love. Ela acabou desbancando a favorita Jane Lynch, da queridinha Glee, seriado musical que se tornou uma sensação nos Estados Unidos (e também aqui no Brasil).

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Ainda antes de começar a entregar os principais prêmios nas categorias relacionadas ao cinema, o Globo de Ouro fez uma pequena pausa para homenagear um grande cineasta: Martin Scorsese. Para isso, Leonardo DiCaprio e Robert De Niro subiram no palco para mostrar a faceta deste diretor que alguns podem não conhecer. Além de ser respeitado por seus filmes, Scorsese tem um importante papel na preservação dos filmes. Ao contrário de muitos, ele demonstra ser apaixonado e profundo conhecedor da Arte cinematográfica ou, simplesmente, da Arte de se fazer, de se produzir e de se ver cinema. “Os filmes são as lembranças das nossas vidas. Precisamos mantê-los vivos”, dizia Scorsese. E foi por este importante trabalho de contribuição à sétima arte que ele foi homenageado. Este foi o primeiro momento em que a plateia no Hilton Hotel, em Beverly Hills, se levantou para aplaudir de pé. O segundo foj quando a atriz Sophia Loren (que está no elenco de Nine) subiu ao palco para apresentar um prêmio da noite.

Contudo, o momento mais importante da premiação estava chegando. Era a hora de conhecer os vencedores das categorias principais. A começar por Melhor Ator Coadjuvante, que foi entregue a Christoph Waltz (Bastardos Inglórios), definindo de vez que ele é o principal favorito para também vencer no Oscar. Assim como Jeff Bridges, que sempre foi indicado mas nunca conseguiu vencer. A sua interpretação em Crazy Heart, também conhecido como O Lutador em versão 2010, lhe deu o Globo de Ouro e também o coloca como um dos principais candidatos para a premiação da Academia. Mesmo assim, o Globo de Ouro confirmou o fato de ser mais comercial e a favor da indústria, quando premiou James Cameron, como Melhor Diretor, e também Avatar, como Melhor Filme Dramático, enquanto todos esperavam que Guerra ao Terror, que saiu da noite sem nenhum prêmio, pudesse vencer nestas categorias.

O mesmo aconteceu quando Robert Downey Jr também foi premiado por sua interpretação em Sherlock Holmes, desbancando o favorito Matt Damon, que está no filme The Informant, ou mesmo o sempre competente Daniel Day-Lewis, que venceu há dois anos com o filme Sangue Negro. De qualquer, o Globo de Ouro comprovou que o musical Nine não conseguiu adquirir espaço entre os críticos e a imprensa americana. Baseado na obra Otto e Mezzo, do italiano Federico Fellini, o diretor Rob Marshall (Chicago) montou um elenco com atores reconhecidos e confio neles para fazer sucesso nas premiações. Parece que não deu certo se tornando, assim, como a grande decepção da noite, que ainda deu o sétimo Globo de Ouro a Meryl Streep por mais uma performance incrível em Julie e Julia, filme que se limita à sua interpretação e também em Amy Adams, com quem ela contracenou no longa-metragem Dúvida.

Ainda assim, tudo é incerto em relação ao Oscar. Alguns que conseguiram vencer no Globo de Ouro, se já eram favoritos, se tornaram ainda mais. Não existe uma possibilidade que indique Avatar como vencedor da premiação da Academia, por exemplo. O Globo de Ouro sempre se caracterizou por fomentar a indústria cinematográfica. Com isso, a consagração de James Cameron surge de forma natural. Mas será que ele conseguirá vencer também no Oscar? Será que finalmente a Academia irá premiar uma diretora mulher? A Kathryn Bigelow continua sendo a favorita para vencer o ex-marido (ela já foi casada com James Cameron), mas a maneira como Avatar conseguiu revolucionar o cinema tem causado efeitos. As próximas premiações (agora dos sindicatos) serão cruciais para definir as chances de cada filme para a maior festa da sétima arte, que acontece em março. Antes, no dia 2 de fevereiro. a Academia divulga os seus indicados. Até lá, muita coisa pode acontecer!

Confira os vencedores do Globo de Ouro abaixo:

CINEMA

Melhor Atriz Coadjuvante:
Penélope Cruz por “Nine” (2009)
Vera Farmiga por “Up in the Air” (2009)
Anna Kendrick por “Up in the Air” (2009)
Mo’Nique por “Precious” (2009)
Julianne Moore por “A Single Man” (2009)

Melhor Animação:
“Up - Altas Aventuras”
“Tá Chovendo Hambúrguer”
“Coraline e o Mundo Secreto”
“A Princesa e o Sapo”
“O Fantástico Sr. Raposo”

Melhor Canção Original:
Cinema Italiano - “Nine”
I See You - “Avatar”
(I Want To) Come Home - “Everybody’s Fine”
The Weary Kind - “Crazy Heart”
Winter - “Brothers”

Melhor Trilha Sonora:
“The Informant!”
“Up - Altas Aventuras”
“Where the Wild Things Are”
“Avatar”
“A Single Man”

Melhor Roteiro:
“Distrito 9″
“It’s Complicated”
“Up in the Air”
“Bastardos Inglórios”
“Guerra ao Terror”

Melhor Filme Estrangeiro:
“Baaría - A Porta do Vento”
“Abraços Partidos”
“La Nana”
“Un Prophète”
“A Fita Branca”

Melhor Ator Coadjuvante:
Matt Damon por “Invictus” (2009)
Woody Harrelson por “O Mensageiro” (2009)
Christopher Plummer por “The Last Station” (2009)
Stanley Tucci por “The Lovely Bones” (2009)
Christoph Waltz por “Bastardos Inglórios” (2009)

Melhor Diretor:
Jason Rietman (”Up in the Air”)
James Cameron (”Avatar”)
Quentin Tarantino (”Bastardos Inglórios”)
Clint Eastwood (”Invictus”)
Kathryn Bigelow (”Guerra ao Terror”)

Melhor Filme de Musical ou Comédia:
“500 Dias com Ela” (2009)
“Se Beber Não Case” (2009)
“It’s Complicated” (2009)
“Julie e Julia” (2009)
“Nine” (2009)

Melhor Atriz de Drama:
Emily Blunt por “The Young Victoria” (2009)
Sandra Bullock por “The Blind Side” (2009)
Helen Mirren por “The Last Station” (2009)
Carey Mulligan por “An Education” (2009)
Gabourey ‘Gabby’ Sidibe por “Precious” (2009)

Melhor Ator de Musical ou Comédia:
Matt Damon por “The Informant!” (2009)
Daniel Day-Lewis por “Nine” (2009)
Robert Downey Jr. por “Sherlock Holmes” (2009)
Joseph Gordon-Levitt por “500 Dias com Ela” (2009)
Michael Stuhlbarg por “A Serious Man” (2009)

Melhor Ator de Drama:
Jeff Bridges por “Crazy Heart” (2009)
George Clooney por “Up in the Air” (2009)
Colin Firth por “A Single Man” (2009)
Morgan Freeman por “Invictus” (2009)
Tobey Maguire por “Brothers” (2009)

Melhor Filme Dramático:
“Avatar” (2009)
“Guerra ao Terror” (2008)
“Inglourious Basterds” (2009)
“Precious” (2009)
“Up in the Air” (2009)

TELEVISÃO

Melhor Atriz de Seriados para TV (Musical ou Comédia)
Toni Collette em United States of Tara
Courteney Cox em Cougar Town
Edie Falco em Nurse Jackie
Tina Fey em 30 Rock
Lea Michele em Glee

Melhor Ator Coadjuvante em Seriados, Mini-séries ou Filmes para TV
Michael Emerson em Lost
Neil Patrick Harris em How I Met Your Mother
William Hurt em Damages
John Lithgow em Dexter
Jeremy Piven em Entourage

Melhor Ator de Seriados para TV (Drama)
Simon Baker em The Mentalist
Michael C. Hall em Dexter
Jon Hamm em Mad Men
Hugh Laurie em House M.D
Bill Paxton em Big Love

Melhor Atriz de Seriados para TV (Drama)
Glenn Close em Damages
January Jones em Mad Men
Julianna Margulies em The Good Wife
Anna Paquin em True Blood
Kyra Sedgwick em The Closer

Melhor Mini-série ou filme para TV
Georgia O’Keeffe
Grey Gardens
Into the Storm
Little Dorrit
Taking Chance

Melhor Ator de Mini-série ou filme para TV
Kevin Bacon em Taking Chance
Kenneth Branagh em Wallander
Brendan Gleeson em Into the Storm
Jeremy Irons em Georgia O’Keeffe
Chiwetel Ejiofor em Endgame

Melhor Atriz de Mini-série ou filme para TV
Joan Allen em Georgia O’Keeffe
Drew Barrymore em Grey Gardens
Jessica Lange em Grey Gardens
Anna Paquin em The Courageous Heart of Irena Sendler
Sigourney Weaver em Prayers for Bobby

Melhor Ator de Seriados para TV (Musical ou Comédia)
Alec Baldwin em 30 Rock
Steve Carell em The Office
David Duchovny em Californication
Thomas Jane em Hung
Matthew Morrison em Glee

Melhor Seriado de TV (Drama)
Big Love
Dexter
House M.D.
Mad Men
True Blood

Melhor Atriz Coadjuvante em Seriados, Mini-séries ou Filmes para TV
Rose Byrne em Damages
Jane Adams em Hung
Jane Lynch em Glee
Janet McTeer em Into the Storm
Chloë Sevigny em Big Love

Melhor Seriado de TV (Musical ou Comédia)
Entourage
Glee
The Office
Modern Family
30 Rock

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Veja os vencedores do Golden Globes 2010

Cinema, Premiações, Seriados 2 Comentários »

Melhor Atriz Coadjuvante:
Penélope Cruz por “Nine” (2009)
Vera Farmiga por “Up in the Air” (2009)
Anna Kendrick por “Up in the Air” (2009)
Mo’Nique por “Precious” (2009)
Julianne Moore por “A Single Man” (2009)

Melhor Atriz de Seriados para TV (Musical ou Comédia)
Toni Collette em United States of Tara
Courteney Cox em Cougar Town
Edie Falco em Nurse Jackie
Tina Fey em 30 Rock
Lea Michele em Glee

Melhor Ator Coadjuvante em Seriados, Mini-séries ou Filmes para TV
Michael Emerson em Lost
Neil Patrick Harris em How I Met Your Mother
William Hurt em Damages
John Lithgow em Dexter
Jeremy Piven em Entourage

Melhor Animação:
“Up - Altas Aventuras”
“Tá Chovendo Hambúrguer”
“Coraline e o Mundo Secreto”
“A Princesa e o Sapo”
“O Fantástico Sr. Raposo”

Melhor Ator de Seriados para TV (Drama)
Simon Baker em The Mentalist
Michael C. Hall em Dexter
Jon Hamm em Mad Men
Hugh Laurie em House M.D
Bill Paxton em Big Love

Melhor Atriz de Seriados para TV (Drama)
Glenn Close em Damages
January Jones em Mad Men
Julianna Margulies em The Good Wife
Anna Paquin em True Blood
Kyra Sedgwick em The Closer

Melhor Canção Original:
Cinema Italiano - “Nine”
I See You - “Avatar”
(I Want To) Come Home - “Everybody’s Fine”
The Weary Kind - “Crazy Heart”
Winter - “Brothers”

Melhor Trilha Sonora:
“The Informant!”
“Up - Altas Aventuras”
“Where the Wild Things Are”
“Avatar”
“A Single Man”

Melhor Mini-série ou filme para TV
Georgia O’Keeffe
Grey Gardens
Into the Storm
Little Dorrit
Taking Chance

Melhor Ator de Mini-série ou filme para TV
Kevin Bacon em Taking Chance
Kenneth Branagh em Wallander
Brendan Gleeson em Into the Storm
Jeremy Irons em Georgia O’Keeffe
Chiwetel Ejiofor em Endgame

Melhor Atriz de Mini-série ou filme para TV
Joan Allen em Georgia O’Keeffe
Drew Barrymore em Grey Gardens
Jessica Lange em Grey Gardens
Anna Paquin em The Courageous Heart of Irena Sendler
Sigourney Weaver em Prayers for Bobby

Melhor Roteiro:
“Distrito 9″
“It’s Complicated”
“Up in the Air”
“Bastardos Inglórios”
“Guerra ao Terror”

Melhor Ator de Seriados para TV (Musical ou Comédia)
Alec Baldwin em 30 Rock
Steve Carell em The Office
David Duchovny em Californication
Thomas Jane em Hung
Matthew Morrison em Glee

Melhor Filme Estrangeiro:
“Baaría - A Porta do Vento”
“Abraços Partidos”
“La Nana”
“Un Prophète”
“A Fita Branca”

Melhor Seriado de TV (Drama)
Big Love
Dexter
House M.D.
Mad Men
True Blood

Melhor Atriz Coadjuvante em Seriados, Mini-séries ou Filmes para TV
Rose Byrne em Damages
Jane Adams em Hung
Jane Lynch em Glee
Janet McTeer em Into the Storm
Chloë Sevigny em Big Love

Melhor Ator Coadjuvante:
Matt Damon por “Invictus” (2009)
Woody Harrelson por “O Mensageiro” (2009)
Christopher Plummer por “The Last Station” (2009)
Stanley Tucci por “The Lovely Bones” (2009)
Christoph Waltz por “Bastardos Inglórios” (2009)

Melhor Diretor:
Jason Rietman (”Up in the Air”)
James Cameron (”Avatar”)
Quentin Tarantino (”Bastardos Inglórios”)
Clint Eastwood (”Invictus”)
Kathryn Bigelow (”Guerra ao Terror”)

Melhor Seriado de TV (Musical ou Comédia)
Entourage
Glee
The Office
Modern Family
30 Rock

Melhor Filme de Musical ou Comédia:
“500 Dias com Ela” (2009)
“Se Beber Não Case” (2009)
“It’s Complicated” (2009)
“Julie e Julia” (2009)
“Nine” (2009)

Melhor Atriz de Drama:
Emily Blunt por “The Young Victoria” (2009)
Sandra Bullock por “The Blind Side” (2009)
Helen Mirren por “The Last Station” (2009)
Carey Mulligan por “An Education” (2009)
Gabourey ‘Gabby’ Sidibe por “Precious” (2009)

Melhor Ator de Musical ou Comédia:
Matt Damon por “The Informant!” (2009)
Daniel Day-Lewis por “Nine” (2009)
Robert Downey Jr. por “Sherlock Holmes” (2009)
Joseph Gordon-Levitt por “500 Dias com Ela” (2009)
Michael Stuhlbarg por “A Serious Man” (2009)

Melhor Ator de Drama:
Jeff Bridges por “Crazy Heart” (2009)
George Clooney por “Up in the Air” (2009)
Colin Firth por “A Single Man” (2009)
Morgan Freeman por “Invictus” (2009)
Tobey Maguire por “Brothers” (2009)

Melhor Filme Dramático:
“Avatar” (2009)
“Guerra ao Terror” (2008)
“Inglourious Basterds” (2009)
“Precious” (2009)
“Up in the Air” (2009)

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Live Chat: Golden Globes 2009

Cinema, Premiações, Seriados Sem comentários »

O Sob a Minha Lente foi convidado a participar de um chat ao vivo com outros blogueiros que escrevem sobre séries e filmes, durante toda a premiação do Globo de Ouro, que acontece nesta noite de domingo. O TNT começa a transmitir às 23h, mas estaremos por aqui a partir das 22h30, com o red carpet, que já está rolando no E! e no próprio TNT. Fiquem ligados!

Enquanto o Live Chat não começa, clique nos links abaixo para conferir os palpites deste blogueiro para a premiação:
Palpites para o Golden Globe - Cinema
Palpites para o Golden Globe - TV

Comentando o Golden Globe estarão:

Ale Rocha, do Poltrona.tv
Bruno Carvalho, do Ligado em Série
Diego Maia, do This Blog is a Movie
Gustavo Miller, do Daqui pra Lá!
Vinícius Silva, do Sob a Minha Lente

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