Archive for the 'Reviews' Category

True Blood 3×11 – Fresh Blood

quarta-feira, setembro 1st, 2010

Atenção: spoilers nos próximos parágrafos

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Título: Fresh Blood 
Temporada: 03
Episódio: 11
Emissora: HBO
Data de Exibição: 29/08/2010

Talvez alguns discordem, mas estes dois últimos episódios de True Blood deram um tédio terrível, não? Não sei dizer se aconteceu apenas comigo, mas eles me deixaram inquieto (e isso não aconteceu em um sentido positivo). Me assusta, por exemplo, ver que a série está prestes a finalizar esta terceira temporada e a maneira como ela continua perdendo tempo com algumas coisas. Não levanto a bandeira para que todo o episódio seja concentrado em Eric, Sookie ou Russell – até porque, nem mesmo eu aguentaria isso. O problema foi que True Blood não conseguiu desenvolver boas tramas paralelas. Ao longo deste terceiro ano, por exemplo, Jason Stackhouse esteve longe de ser o bom personagem que foi nas temporadas anteriores. A cena em que ele vai mais uma vez enfrentar o “QB1” no campo de futebol de Bon Temps representa muito bem isso.

O mesmo acontece, por sinal, com Lafayette. A sua “viagem” com Jesus no episódio anterior durou mais tempo do que realmente precisava. Mais uma vez, neste capítulo, True Blood tentou apostar nisso. Ainda bem que, dessa vez, os roteiristas pensaram melhor e encurtaram as suas cenas. Mas estes sonhos que ele tem por conta do efeito do “V” é algo que, até o momento, não tem uma justificativa. A série já mostrou estes efeitos nos anos anteriores, e o que se viu foram repetições de algo que não acrescentou em nada. Aliás, este “Fresh Blood” foi cheio de momentos desse tipo. Os diálogos entre Tara e Sam comprovam isso (apesar de entender a confusão que ele está passando por conta do seu passado que voltou a assombrá-lo). Engraçado que, o momento que mais me chamou a atenção, foi o romance entre Hoyt e Jessica – e olha que a cena durou apenas alguns minutos.

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De resto, “Fresh Blood” seguiu a ladainha que estamos vendo ao longo desta terceira temporada. Todos querem tirar uma “lasquinha” de Sookie e do poder do seu sangue. Eric está dando uma de bom samaritano e esta subversão da sua personagem tem sido uma das coisas mais deploráveis que a série tem feito. Ele não deveria bancar o “bonzinho”. Ele é o Xerife (mas parece que se esqueceram disso). Tudo bem que, agora, existe uma motivação de que ele luta por sobrevivência. Mas não é demais ele se sacrificar por Sookie? Será este o preço que ele pagará por amá-la? É claro que a temporada ainda não terminou mas, obviamente, Eric tem salvado muito ós episódios da monotonia que eles têm apresentado, juntamente com as interpretações do Denis O’Hare. Apesar de eu ter elogiado esta temporada por conta de alguns excelentes episódios que foram exibidos, True Blood mostra que chegou a este final praticamente sem fôlego, talvez restando um último suspiro para apresentar algo “de novo”.

Sem contar que eu tenho um medo em saber por onde o roteiro deverá continuar esta história na próxima temporada. Todo este envolvimento da série com as Fadas, com a Wicca, me faz lembrar de Maryann (e as lembranças não são muito boas). Meu receio é de que True Blood se perca em meio à religião e os ensinamentos pregados pela Wicca, se tornando algo extremamente confuso e sem lógica. Os rituais já começaram. E não vai demorar muito para que criaturas estranhas sejam apresentadas ao espectador. Tirando toda esta filosofia, e voltando para a realidade do final da terceira temporada, fico na expectativa de que True Blood consiga apresentar um bom cliffhanger em sua season finale, deixando um gancho (como normalmente faz) para a temporada seguinte. Mas é uma pena que as histórias se tornaram tão entediantes, chatas e repetitivas, principalmente porque a série conseguiu apresentar momentos históricos (o monólogo de Russell Edgington na televisão não me deixa mentir).

Cotação: ★★☆☆☆

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True Blood 3×10 – I Smell a Rat

domingo, agosto 29th, 2010

Atenção: spoilers nos próximos parágrafos

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Título: I Smell a Rat
Temporada: 03
Episódio: 10
Emissora: HBO
Data de Exibição: 22/08/2010

Acho extremamente comum que este episódio de True Blood tenha diminuído muito mais o seu ritmo em relação aos anteriores. Mesmo porque, os dois últimos capítulos foram definitivos para mostrar o caminho que a série estava seguindo (ou que ela seguiria até o final da sua temporada). “I Smell Rat” se desdobrou em diversas tramas, mas todas elas congruando em torno dos últimos acontecimentos. Eu, por exemplo, fui assistir o episódio ainda transtornado com a última cena do anterior, com todo aquele monólogo impactante de Russell Edgington. Aqui, o capítulo começou com a explicação de Bill Compton para o que seria Sookie Stackhouse, enquanto ela própria tenta compreender a si mesma. Ambos sabem que não se pode mais perder tempo porque Russell, como já se viu, está sedento por vingança desde a morte de Talbot.

E a preocupação de Eric Northman em relação a isso é visível. Já sabendo que os seus dias estão contados, ele começou deixando todos os seus pertences para a sua criada. Assim como Bill, ele também mantém uma paixão por Sookie mas sabe que não poderá ser correspondido. Se ele seguisse realmente os seus instintos românticos, deixaria a moça em paz, não é mesmo? Mas Eric, assim como Bill, também é um Vampiro e possui curiosidades quanto à Sookie. Mais do que nunca, foi o seu instinto de sobrevivência que fez com que ele decidisse manter Sookie como prisioneira para utilizá-la como moeda de troca. E isso pode funcionar, já que Russell, apesar de todo o revanchismo, também deseja ainda conquistar o mundo para si e transformar os humanos em escravos dos vampiros. Em relação a este equilíbrio que True Blood consegue manter, me impressiona o fato da série saber dosar a participação de todo o elenco vivendo os seus próprios núcleos que, às vezes, independem do que acontece no núcleo central.

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Foi isso que acontece quando Jason conta a Tara que ele foi o responsável pela morte de Eggs, e também pelo espectador ser apresentado a uma história ainda mais trágica do que se poderia imaginar em relação a Sam Merlotte. Conhecíamos uma faceta: aquela de que ele teria sido maltratado pelos pais. No entanto, não tínhamos conhecimento das tragédias vividas por ele até chegar em Bon Temps, abrir um negócio e se tornar, ao que parece, bem-sucedido. Todas estas tramas estiveram interligadas, inclusive a “viagem maluca” de Lafayette e Jesus que entraramn em transe depois de experimentarem o sangue artificial vampírico. Uma cena bem filmada, diga-se de passagem, com uma fotografia diferente e de forte representatividade real, pois a simulação da câmera dava exatamente esta impressão. É possível que a história ainda possa render em outros episódios.

True Blood está se aproximando cada vez mais do final da sua terceira temporada. Antes disso, ainda deu tempo de Russell se “despedir” do seu Talbot. Mesmo aparecendo em duas cenas, Denis O’Hare continua dando um show de interpretação neste ano. O seu personagem é complexo, cheio de reviravoltas surpreendentes que o tornam ainda mais interessante para se acompanhar. Muitas revelações ainda acontecerão nestes episódios finais, principalmente porque fico na expectativa para saber qual será o gancho deixado pela série para a quarta temporada, quando ela terá o foco na história das Fadas com relação à espécie de Sookie Stackhouse. Mas, para isso acontecer, ainda é necessário que ela fuja do porão de Eric para continuar sobrevivendo. A sua espécie, ao que parece, anda em extinção e foi aniquilada pelos próprios Vampiros. Nesta crise de confiança, não lhe resta muitas opções a não ser continuar lutando.

Cotação: ★★★☆☆

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True Blood 3×09 – Everything is Broken

sexta-feira, agosto 20th, 2010

Atenção: spoilers nos próximos parágrafos

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Título: Everything is Broken 
Temporada: 03
Episódio: 09
Emissora: HBO
Data de Exibição: 15/08/2010

Vocês provavelmente irão ver (ou já viram) muito essa imagem aí de cima nesta semana. Não há nenhuma loucura ao dizer que ela representa uma das melhores cenas já vistas em True Blood, além de ser também o melhor momento que uma série deste período conseguiu apresentar para os seus espectadores. Chame do que quiser, de monólogo ou qualquer outra coisa, a verdade é que tudo o que foi falado por Russell Edgington é a comprovação de que não existe “harmonia” como era pregado. Ora, todos acham que, pelo fato dos Vampiros beberem Tru Blood tudo estarem resolvido, mas não é exatamente assim. E Russell Edgington faz questão de trazer, em suas palavras, que eles [os Vampiros] se alimentam dos humanos, “e que eles serão comidos, as suas crianças serão comidas.” É um texto sensacional. Seria assim a melhor forma de definir a cena.

Aliás, em meio a muitos pontos envolventes deste episódio e, claro, desta cena em especial, a atuação de Denis O’Hare é fundamental para que a cena ganhe a perplexidade que é sentida enquanto se assiste. Ele acaba de perder a sua Criança. E o desejo agora de vingança, o mesmo sentimento sentido por Eric Northman e que o moveu durante uma jornada de dor e persistência. Russell, no entanto, tem um plano muito maior. O seu desejo é de que fazer com que todos os Humanos se tornem Lacaios dos Vampiros (utilizando expressões que são próprias deste mundo vampiresco para dar uma real noção do que está acontecendo). E, com isso, True Blood surpreende por conseguir entrelaçar histórias que ajudam a ganhar ainda mais dramaticidade para que se poderá ver nos três últimos episódios da série.

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Se a cena do Russell Edgington foi o grande atrativo da série, um outro momento intrigante é quando Sookie conversa com o seu sobrinho. O garoto nasceu com a mesma genética e também possui a habilidade de ler as mentes das pessoas. Preocupada, a prima de Sookie fará de tudo para esconder o garoto com medo exatamente dele ser perseguido pelos Vampiros. Enquanto isso, aqueles sonhos de Sookie parecem agora fazer uma parte importante da história. Por isso que nada em True Blood merece ser descartado. Um outro exemplo disso foi quando a série fez rápidas inserções de Arlene e as suas alucinações. Naquele momento, parecia que a série estava apenas tapando-buraco. Nada disso, muita coisa ainda poderá acontecer envolvendo esta trama (e talvez ela servirá de gancho para a próxima temporada).

Não há como negar o quanto este episódio foi interessante para a série, pois ele apresenta uma série de assuntos que podem muito bem ser retratados e contrastam com a realidade vivida pelos americanos. Alan Ball é um cara que nunca deixou de fazer críticas à sociedade americana. Foi assim em Six Feet Under, e também no filme Beelza Americana (nesta obra de maneira muito mais escancarada). Em True Blood, ele prefere adotar o jeito discreto na maioria das cenas. As metáforas estão lá para servirem de equivalência àquilo que ele acha que deve ser alertado, que deve ser criticado. Em outras ocasiões, como no monólogo que vemos de Russell Edgington, ele não tem vergonha de escancarar para dar um verdadeiro soco no estômago dos seus espectadores mais conservadores (como, claro, eles devem existir). Belíssimo episódio, cheio de momentos interessantes e com um final arrasador.

Cotação: ★★★★★

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True Blood 3×08 – Night on the Sun

segunda-feira, agosto 16th, 2010

Atenção: spoilers nos próximos parágrafos

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Título: Night on the Sun
Temporada: 03
Episódio: 08
Emissora: HBO
Data de Exibição: 08/08/2010

Caracterize este episódio como quiser. Eu digo que ele foi insano, louco, melancólico e com algumas boas reviravoltas. Por alguns momentos, eu não estava conseguindo me deixar ser envolvido pelas tramas. De alguma forma, o capítulo estava “parado” demais em relação ao que foi apresentado nos anteriores. Mas eis que nos momentos finais a série subverteu tudo o que foi apresentado, mostrou uma insanidade de pessoas incontroláveis mantendo relações incontroláveis. Mas, até chegar no derradeiro momento em tudo fica surtado e eu fico perplexo em relação ao que tinha visto, True Blood ainda apresentou algumas histórias que eu, sinceramente, não sei onde eles vão dar.

Para isso, vamos começar com Arlene e a sua gravidez. A sua única cena dentro do episódio foi em um momento em que ela está tendo alucinações com o antigo namorado. Tudo bem, você vai me dizer que ela apareceu fazendo uma entrevista de emprego com uma candidata que é bastante enigmática. Como ela sabia que Arlene estava grávida (e o que ela deve contar que ainda não foi dito)? De qualquer forma, a sua personagem continua como nas temporadas anteriores: fazendo figuração e nada mais do que isso. O mesmo estava acontecendo com Jason, mas o seu envolvimento com Crystal pode render ainda momentos interessantes para a série.

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Uma coisa que me incomoda ainda é o relacionamento entre Bill e Sookie. É impressionante como eles não conseguem se decidir. E, ao mesmo tempo em que isso me deixa incomodado, percebo que a série tenta traduzir este sentimento da maneira mais “louca” possível. Mesmo porque, não existe nada de “normal” neste relacionamento deles. Ela é um ser que ainda não consegui decifrar, enquanto que ele é um Vampiro. Entretanto, confesso que a cena final entre os dois é de um animalismo incrível, algo que somente True Blood pode conseguir proporcionar. Enquanto isso, Eric se vingava da morte da sua família. Se antes a guerra estava prestes a começar, agora posso dizer com toda clareza: ela começou!

Mesmo com os altos e baixos, acredito que vinte (ou quinze) minutos finais deram um aperitivo do que esta temporada ainda pode proporcionar. Este enfrentamento entre Lobisomens e Vampiros, por mais que eles tenham demorado para acontecer, surge exatamente em momentos com bons cliffhangers que fazem com que qualquer espectador, com a loucura que cada um tem dentro de si, fique perplexo com determinadas cenas e a maneira como elas foram rodadas. É bom ressaltar que o episódio começa de maneira bem morna, mas depois passa a elevar a sua temperatura e fecha o seu arco de narrativo de maneira espetacular. Continuo ansioso para saber como esta temporada irá terminar e, principalmente, o que ela deixará de gancho para a próxima.

Cotação: ★★★★☆

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True Blood 3×07 – Hitting the Ground

quarta-feira, agosto 4th, 2010

Atenção: spoilers nos próximos parágrafos

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Título: Hitting the Ground
Temporada: 03
Episódio: 07
Emissora: HBO
Data de Exibição: 01/08/2010

Por algum motivo, temo a concordar com algumas pessoas que disseram o quanto esta temporada está desequilibrada. Não concordo com tudo, mas nos últimos episódios True Blood não conseguiu manter o ritmo. Só para ilustrar: I Got a Right to Sing the Blues, exibido na semana apssada, foi realmente um dos melhores capítulos que a série teve. Roteiro escrito por Alan Ball e com os dez primeiros minutos de muito suspense, a série manteve um ritmo que funcionou (assim como as outras tramas também). Já Trouble foi o que de pior o programa conseguiu produzir nesta terceira temporada. Contando apenas com um (bom) cliffhanger no final, o episódio se resumiu a isso. Hitting the Ground se encaixa exatamente no meio destes dois capítulos citados: ele começa bem com a fuga de Sookie, Tara e Alcide da casa de Russel Edgington. Entretanto, depois acaba se perdendo em meio a mitologias e sonhos que realmente não funcionam.

Alguns momentos que não funcionaram continuam sendo os de sempre (e que já foram comentados em outras resenhas). Pelo menos estas tramas evoluíram em algum momento. É o caso da família de Sam que utilizava o seu irmão caçula como isca nos ringues para tentarem ganhar algum dinheiro. E isso explica as cicatrizes que têm pelo corpo, assim como o fato dele não conseguir se desvencilhar dos seus pais por exatamente não ter com quem contar. Ao que parece, ele agora tem Sam que está disposto a lhe ajudar, dando uma vida melhor e diferente desta que ela vinha tendo ao lado de pessoas que tinham apenas o intuito de ganhar às custas do ser que ele realmente é. E, mesmo assim, esta é uma trama que continua não me agradando por duas razões: a primeira é que ela demora demais para evoluir, e a segunda se dá porque ela não consegue me envolver.

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Porém, a descoberta do episódio é o fato da criada da Rainha Sophie-Anne possuir algum tipo de parentesco com Sookie Stackhouse. Esta terceira temporada, além de ter esse envolvimento dos lobisomens com os vampiros, claramente se dá também com as tramas girando em torno daquilo que Sookie pode ser. Ao ter fugido com Bill, ela deu um pouco do seu sangue para ele. No entanto, Bill tinha sido muito ferido e estava sedendo e, por isso, não conseguiu se segurar e quase matou Sookie. O mais impressionante é quando ela chega no hospital e a equipe médica constata que ela não tem um tipo sanguíneo (rejeitando, inclusive, o sangue O-, que é o doador universal). Bill aparece para salvá-la, mas confesso que achei toda aquela sua trajetória em um lugar que parece ser um paraíso extremamente chata – e não sei se servirá para algo dentro da série.

Como eu disse no início, o episódio começa bem com a fuga de Sookie. Mas depois acaba desandando com as tramas de Sam, parte de alguns momentos de Jason Stackhouse tentando descobrir quem é Crystal, além de Hoyt tendo que lidar com uma nova namorada. E eu continuo perguntando: por onde anda Jessica? Os roteiristas, até o momento, ainda não conseguiram colocá-la inserida nas histórias que são contadas nesta temporada. Pelo menos, no final, True Blood trouxe um bom cliffhanger quando Russel desmistifica a superioridade do Magistrado. Por enquanto, Russel tem sido o melhor personagem de True Blood. O ator Denis O’Hare, que o interpreta, faz uma excelente composição da personagem enquanto ele continua nesta sua saga de exterminar os humanos, e fazer com que o mundo seja povoado apenas por Vampiros. Um episódio apenas mediano e muito abaixo daquilo que a série consegue (e pode) produzir.

Cotação: ★★★☆☆

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