O destaque dessa semana fica para o episódio de 24 horas e a presença de Elisha Cuthbert, voltando a interpretar Kim Bauer, filha de Jack Bauer. Aliás, esta sétima temporada da série tem sido uma maravilha. Muitas reviravoltas, como já era de se esperar. E só para constar, consegui acertar na suposição que eu tinha quanto à estória, basta que vocês possam ler algumas resenhas passadas sobre o seriado. Além de 24 horas, tem o retorno de Flashpoint e mais um episódio da série Trust Me, que deveria ter entrado na Parte II da coluna da semana passada. Mas como me faltou tempo, acabei colocando nessa. Portanto, boa leitura!
Day 7: 1:00 am – 2:00 am: Eu disse em algumas resenhas passadas que ainda desconfiava do caráter de Tony Almeida. Pois bem, não deu outra. Ele finalmente mostrou que se tornou um verdadeiro terrorista. Toda aquela estória com Bill Buchanan, depois a invasão para destruir os cilindros na Starkwood, faziam parte de uma conspiração muito maior. Talvez seja isto que Jonas Hodges tenha se referido quando falou à Presidente que o fim ainda não havia chegado. A série subverteu completamente a trama, porque eu vejo que ela realmente se esforçou para nos fazer acreditar que Tony continuava sendo aquela velha pessoal leal à Jack e ao país. Mera ilusão. A morte da sua esposa, Michelle Dessler, pode ter causado este transtorno e este lado vingativo que ele tem em querer usar um dos cilindros biológicos para matar milhares de americanos. Além disso, Kim Bauer (Elisha Cuthbert) deu as caras no episódio, para convencer o seu pai a fazer o tratamento experimental do patógeno que ele ficou exposto.O que posso dizer que esta temporada está de tirar o fôlego. Cada episódio é melhor que o outro, principalmente agora que estamos chegando ainda mais perto do final.





2×20 – Chuck vs. The First Kill: Drama envolvente, boa dose de humor e uma excelente trama até o final. Não tenho como dizer que Chuck está se apresentando, nesse momento, em alto nível. Cada vez mais constituindo uma estória, vemos que o personagem-título luta desesperadamente para encontrar o seu pai. Para fazer isso, nada melhor do que recrutar os serviços de uma agente da FULCRUM e uma antiga namorada: Jill. Mas ele não poderia desprezar a ajuda de Sarah, mesmo quando a Gen. Beckman decidiu fechar o ‘Projeto Intersect’, ela esteve lá para ajudar Chuck, descumpriu protocolos e agora corre o risco de ser presa por traição. Vejam só como a trama está sendo bem construída, uma coisa se ligando á outra. O roteiro pode não ser primoroso, mas é inegável o fato de que Chuck tem se consolidado como uma boa série, que tem os seus altos e baixos, mas que consegue equilibrar bem as tramas da Buy More com a dupla-vida que o personagem-título leva. Season finale se aproximando e a série melhorando. Vamos ver no que tudo isso vai dar.





5×21 – Saviors: O caso da semana serviu apenas de pretexto para abrir uma discussão muito mais importante: estaria o House ficando louco? Todos sentiram muito o suicídio de Kutner, mas parece que isso levou a um sentimento diferente nele. Sempre se questionando os motivos que o levaram a cometer tal ato e sem encontrar respostas para tal, estas perguntas fizeram com que ele perdesse os seus reflexos para momentos comuns e casuais. Quem poderia imaginar que ele seria “sacaneado” pelo Wilson e não perceber? Ou, ainda, não conseguir imaginar idéias para o tratamento do seu paciente? A sua mente está enfraquecendo. Não sei se é um efeito colateral do Vicodin, o que deve não ser. O mais provável é que seja um um trauma após ter visto o Kutner estirado no quarto da sua casa. Enfim, explicações não irão faltar. O House sempre foi insano e meio louco, na maneira de falar. Mas será que isto está se tornando algo literal?





2×20 – The Hofstadter Isotope: Confesso que a última cena deste episódio é extremamente hilária. Eu não conseguia parar de rir. Todos sabem que o Koothropali não consegue falar com as mulheres, a não ser que ele esteja bêbado. Então, vê-lo amanhecendo o dia com uma mulher ao seu lado e já tendo passado o efeito do álcool, rendeu muitas risadas por vê-lo tão desconfortável. Mas, como um todo, este capítulo foi muito bom. Na “quinta do tudo pode”, os nerds decidiram fazer um programa diferente. Sheldon, obviamente, não gostou da idéia. Na ida até a loja de quadrinhos, Penny acabou gostando do vendedor e fez Leonard se questionar o porquê dela ter se interessado por ele. Dividido entre discussões sobre história em quadrinhos com Sheldon, além de Wolowitz e Leonard saindo para caçar mulher, o episódio soube mesclar bem as duas tramas e transformá-las em igualmente divertidas. Talvez seja por isso que The Big Bang Theory é a melhor comédia da atualidade.





2×08 – Aisle 13: O desespero pode nos levar a cometer qualquer besteira. Eu lembro do episódio 3×16 da série One Tree Hill e sempre quando vejo adolescentes armados – não necessariamente invadindo escolas – começo a pensar que a depressão é algo tão sério que ninguém tem a capacidade de curar. Posso falar isso porque já tive caso na família e a dor da perda é muito grande quando doença como esta nos atinge. O caso de Don, 17 anos, surgiu com a oportunidade dele ajudar o seu melhor amigo, Adam, que estava prestes a ser despejado. O desespero parte por este princípio, mas também parte da idéia de que Don estava sofrendo com a morte do irmão mais velho, com a prisão do pai. Era o seu momento de fraqueza e Greg Parker tinha que saber usar isso na negociação. Ativar o tiro do Sierra 1 era uma coisa impensável, mas que poderia se tornar uma opção caso fosse necessário. Esse episódio de Flashpoint serviu pra mostrar que deve existir um limite entre o desespero e a superação.





1×09 – Odd Man Out: A trama na agência não foi exatamente o foco deste episódio. Pra mim, o que ele tentou mostrar foi um pouco de relação profissional, misturado com relação familiar. Conner e Mason encontraram um antigo parceiro que trabalhava na mesma agência que eles. No entanto, Stu o demitiu quando Conner pediu para trabalhar numa conta com Mason, e foi aí que os dois se tornaram parceiros. Desde então, ambos se culpam pelo o que aconteceun e tentaram se redmir, contratando-o de volta. O problema é que o cara não tem talento nenhum, a arte gráfica não satisfaz as medidas do mercado. Porém, o que eu acredito que tenha salientado foi a falta de profissionalismo de Conner, ao passo, que, do outro lado, Mason tinha que procurar entender a sua filha dando o suporte necessário para que ela pudesse se decidir quanto a uma possível paquera. O episódio foi baseado em confiança, principalmente. Talvez amizade.





1×16 – Unleashed: O diálogo inicial entre Olívia e a sua sobrinha daria o tom deste episódio. Uma leitura de histórinhas sobre monstros e coisas do tipo geraram um questionamento da pequena: eles existem? A cena corta e somos transportados para um grupo de ativistas ambientais que estavam soltando alguns bichos e, no meio deles, uma verdadeira mistura genética entre características de vários animais foi solta e começou a evoluir conforme matava as pessoas e injetando nelas um ferrão que procriariam outras espécies. É o darwinismo avançado, um animal capaz de se adequar aos níveis ambientais que ele encontrou. O que remeteu também a um experimento antigo de Walter, apesar de ter fracassado em inúmeras tentativas. Mas vê-lo evoluído no final do capítulo foi realmente uma experiência fascinante, o que comprova que a ciência é capaz de fazer coisas que nem podemos imaginar.




























Comentários Recentes