Séries em Foco - Parte I

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House 6×05 - Brave Heart: Demorou para engrenar, mas também quando isso aconteceu Brave Heart mostrou o mesmo equilíbrio dos episódios anteriores. Aqui, um policial vive um caso genético muito sério na família: tanto o seu pai quanto o seu avô, morreram quando completaram 40 anos vítimas de um problema cardíaco. Perto de chegar lá, ele acha que a morte também está chegando. Depois de sofrer um grave acidente durante uma perseguição policial, ele é internado e a equipe de House, sabendo deste histórico genético, realizam uma bateria de exames para averiguarem o seu coração. Nada é descoberto e House dá alta ao seu paciente e, de uma hora para outra, ele sofre uma parada cardíaca que faz com que os paramédicos dessem o atestado de óbito até que, durante necrópsia, ele volta à vida e House finalmente ganha um paciente com um problema a ser resolvido. Entretanto, centrado também neste caso, a série deixou claro que não pretende esquecer dos acontecimentos que levaram Chase a matar o ditador Dibala e, principalmente, a maneira como isso pode afetar o seu relacionamento com Cameron e o seu trabalho. Brave Heart foi, sim, um ótimo episódio e provou que o programa está no caminho. E ainda bem que estamos podendo rever a equipe médica oficial atuando juntos novamente. É tão diferente e muito melhor assistir.

Cotação: ★★★½☆

3×05 - The Creepy Candy Coating Corollary: O Sheldon pode ser bastante vingativo, nunca duvide disso. O cara se lembrar de uma convenção que ele foi para que Will Wheaton, seu maior ídolo, te desse um autógrafo e não ter comparecido no evento, fez com que o nerd entrasse em um campeonato apenas com o objetivo de traçar a sua vingança. Por incrível, Sheldon não teve tantas boas cenas assim ao decorrer do episódio. Salvo por um outro comentário, pra mim foram momentos bem forçados e que quebraram bastante o ritmo que o capítulo vinha tendo. De qualquer maneira, gostei do pacto feito entre Leonard e Wolowitz, de que quem namorasse uma mulher gostosa primeiro teria que fazer com que a namorada apresentasse alguma amiga. O encontro de Howard não começou bem, pois a garota não gostava de absolutamente nada. Porém, com o tempo, eles acharam um ponto em comum: a mãe. E aí a conversa deslanchou e os dois já estavam até marcando almoço na casa de um do outro.

Cotação: ★★★☆☆

1×04 - Fixed: Existe um certo compreendimento para a Lei. Nem sempre o que está escrito nela é o certo. Às vezes pode ser errado e tudo depende da sua interpretação. O que mais Alicia tem aprendido nestes primeiros casos em que ela voltou a trabalhar em uma firma de advocacia, é que existem interesses do cliente, e também do patrão, muito maiores do que apenas seguir a Lei. Foi assim com o caso em que várias pessoas foram prejudicadas ao tomarem um remédio, que acabou deixando sequêlas em grande parte delas. Alguns tiveram derrame, outros tiveram problemas físicos irrecuperáveis. Porém, o mais importante aqui é a investigação de Alicia para descobrir qual dos doze jurados havia sido comprado. Mal sabia ela que este processo investigativo lhe traria resultados supreendentes, talvez até mesmo como o público pudesse esperar. De qualquer maneira, o caso do seu marido segue tramitando na Justiça. E Peter Florrick deseja, agora, que a sua esposa testemunhe a seu favor, falando sobre a maneira pela qual ela ficou descobrindo as estórias de traição. Será que Alicia conseguirá passar por mais este obstáculo. Uma coisa é certa: The Good Wife fica melhor a cada episódio.

Cotação: ★★★½☆

2×06 - Falx Cerebri: Tem alguma possibilidade desse programa apresentar algum episódio ruim? Pelo o que estou vendo, isso parece ser impossível. A trama envolvendo Zobelle só fica a píor a cada passo que o SAMCRO tenta dar para arrumar alguma para incriminá-lo ou, no último caso envolvendo Chips e Otto, para dar algum tipo de retaliação. Porém, estas decisões tomadas de maneira rápida motivadas apenas por vingança, claramente estão levando o Clube para o buraco. Zobelle praticamente não tem feito quase nada, apenas colocado Clay e Jax um contra o outro, fazendo uma incrível confusão na cabeça deles. O ataque a Chips foi anunciado e tinha como objetivo exatamente atrair o Clube para que uma nova ofensiva programada por Zobelle fosse dada. E Clay Morrow, juntamente com o seu bando, comeram a isca de Zobelle foram diretos para o Limbo. Jax tentou usar a cabeça, deixando a polícia fazer isso do jeito dela e, simplesmente, limpando o Clube de qualquer acusação. Mas Clay não usou a inteligência e, querendo ou não, levou todo mundo para a prisão. E por isso que eu digo que Sons of Anarchy só fica fica melhor. A Gangue de Zobelle está com caminho livre em Charming, sem contar que grande parte do Clube está preso. E agora, o que será do restante que ficou? É capaz que eles ainda tenham uma carta na manga: Gemma identificou a filha de Zobelle como uma das participantes do crime que tem movimentado esta temporada, ou seja, ela tem tudo nas mãos para que as coisas mudem de direção. A pergunta que fica é a seguinte: será que ela vai comer a isca, entregar a filha de Zobelle e começar uma guerra, ou ela vai continuar não compactuando com isso? Quer uma série melhor que essa? Atualmente, é impossível achar.

Cotação: ★★★★★

3×04 - Zoso: Sem a presença de Karen, Hank fica mesmo completamente descontrolado. Se mesmo com ela por perto ele já aprontava bastante, imagina agora com ela morando longe. E esse momento sombrio no qual ele vive tem muito a ver com o fato de estar se envolvendo com três mulheres ao mesmo tempo. Como lidar com isso? Além do mais, existe também a sua filha adolescente passando por transformações que um pai sozinho não consegue entender, precisando da mãe por perto para ajudar em um processo que vai culminar na sua fase adulta. De qualquer maneira, Zoso f0i um desses episódios em que Californication mostra todo o seu severo em analogia à maneira como a série trata os relaciomentos humanos, todos eles baseados em sexo. Ainda assim, tem um pequeno espaço para o amor, que é mostrado no diálogo final entre Karen e Hank.

Cotação: ★★★★☆

2×04 - Belonging: Um episódio sem Ballard e sem Echo e o resultando foi que ele fluiu muito melhor e simplesmente se transformou no melhor capítulo desta temporada, até o momento. Se antes o telespectador passou a conhecer um pouco do passado de Echo, aqui a vítima da vez é Sierra/Prya. Antigamente conhecida como Prya, ela passou a ser perseguida por um dos investidores do que hoje se chama Dollhouse. Querendo que esta mulher (ou objeto, na sua visão) pudesse também lhe desejar da mesma forma que ele a desejava, ele entregou-a sofrendo de esquizofrenia para Topher dar um jeito e transformá-la em um Ativo. Durante muito tempo, as memórias de Prya estiveram adormecidas e guardadas, até que chegou finalmente o momento em que ela pôde se vingar pelos problemas mentais e psicológicos que lhe foram causados. Contando com a ajuda de Boyd para encobrir o crime cometido por Sierra, Topher agora não sabe até quando poderá continuar com esta mentira e apenas deixar passar, como se nada tivesse acontecido. Ainda assim, é bem capaz que Dollhouse não sobreviva por mais uma temporada (alguns já falam até mesmo em um cancelamento prematuro). O maior problema da série é não conseguir manter o equilíbrio, mas sempre quando ela se lança a fazer episódios que mostram mais o convívio dentro da Dollhouse e a maneira como estas pessoas chegaram no lugar, os resultados são ótimos e animadores.

Cotação: ★★★★☆

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Séries em Foco - Parte II

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Existe uma nova série para se ficar bastante ligado. E ela se chama Sons of Anarchy. Se na primeira temporada, aquele épico episódio final já a colocava como uma das promessas para esta fall season, espere só para você vê o que ela tem feito neste segundo ano. Seguidamente ela tem impressionado, tem surpreendido. E Charming está pegando fogo. O contrabando de armas perto do que tem acontecido é, como diz a expressão, “fichinha”. Os arianos liderados por Zobelle não estão pra brincadeira. Mais impressionante que isso é a maneira como a série consegue dividir bem os episódios entre esta trama central e os conflitos internos entre Jax e Clay, que vem abalando o Clube. Uma série para se asssitir, com certeza! Boa leitura!

2×05 - Environmental Hazards: Acho que o maior problema de 90210 não é exatamente a série. Acho que sou eu. Costumo levar a sério demais e este é um seriado em que a seriedadade não deve ser o centro. Porém, não consigo sair do “sério” e esta coisa me acompanha. Então, tudo o que eu posso dizer sobre este episódio é o seguinte: quanta bobagem! Com exceção da trama envolvendo a Silver, cuja mãe foi diagnosticada com câncer e está morrendo, o restante foi uma completa idiotice. Naomi tentanto entrar na Universidade de Califórnia por meio do seu relacionamento com o filho da Reitora de Admissões? É sério que eu preciso assistir a isso? E mais: Liam apagando a única prova que ele teria para mostrar que a irmã de Naomi é uma farsa? O mais engraçado (ou irônico, vai saber), é que logo quando ele gravou o áudio no seu celular, sabíamos que seria um processo para que ele mostrasse a tal gravação. Provavelmente o celular seria perdido ou caíria nas mãos de alguém (como aconteceu), então ele recuperaria, mas logo iria desistir da ideia caso visse Naomi com outra pessoa (como também aconteceu). Talvez esta supere a bobagem de Dixon e todo esse seu relacionamento com Sasha (eu logo lembro da filha da Xuxa e da sua formação “em inglês). De qualquer maneira, o clichê da “mãe morrendo querendo se aproximar da filha” até que salvou um pouco o episódio, mas não o suficiente.

Cotação: ★★☆☆☆

2×05 - Smite: Uau! Não sei como essa temporada vai terminar, mas posso dizer que ela está tão boa quanto a primeira. “Charming está pegando fogo”, literalmente. A calmaria em Smite durou, digamos assim, até os minutos finais do episódio. Após esta calma, veio a tempestade e uma votação importanet que poderia definir os rumos do clube. A verdade é que eles ignoraram, até certo ponto, a presença de Zobelle. Agora, eles percebem o quanto isso foi errado da parte deles. O que estava em votação foi exatamente isso: uma retaliação imediata ou esperar mais um tempo? E tudo isso surgiu a partir do ataque que a trupe ariana de Zobelle à Otto, que está preso e foi atacado. Jax conseguiu que a votação não tivesse maioria e adiou o ataque, mas até quando? A sua decisão foi apenas momentânea porque, em seguida, uma situação criada de maneira espetacular pela edição e pelo roteiro da série, Chibs sofre um atentado e tudo aquilo que foi discutido e ficou acerto no Conselho parece ter ido por água abaixo. O Sons of Anarchy não irão esperar que mais um companheiro seja morto. A retaliação já será no próximo episódio, tenham certeza. E eu estou aqui apreensivo para saber o que poderá acontecer. É incrível como Sons of Anarchy tem sido tão equilibrada. Simplesmente assistimos um seriado em que as tramas fazem sentido e percebemos que há uma preocupação em torná-las cada vez mais próximas uma das outras, em todos os núcleos. Se antes a série era uma surpresa na sua primeira temporada, hoje posso dizer que ela já está se tornando uma das melhores produções que o canal FX produz no momento.

Cotação: ★★★★★

1×03 - You Can’t Go Home Again: O passado parece estar sempre retornando na vida de Alícia, mesmo que seja nas pequenas coisas. Apesar dela tentar se desvencilhar dos problemas que enfrentou (e continua enfrentando) com o seu marido, várias mudanças foram feitas para que a sua família pudesse voltar a viver normalmente. A começar pela troca de viver em Highland Park para um lugar mais real, longe da riqueza do bairro anterior. E o caso que Alícia precisou enfrentar tinha tudo a ver com o seu passado. Um antigo garoto que ela conhecia, Kenny, se envolveu em um roubo seguido por assassinato e resolveu procurar Alícia para ajudá-lo. Ela viu este jovem nascer e, por isso, resolveu encarar, não somente ele, mas todas as sombras do seu passado (como os vizinhos, o bairro, o código de moradores, etc). É claro que a sua vivência de dez anos em Highland Park ajudou a resolver o caso no final. Porém, o mais importante é que ele também mostrou, principalmente para os seus filhos, que este bairro que eles moravam ficou para trás. O que existe agora é uma nova vida, E tenho que deixar registrado aqui a maneira impressionante como Alícia consegue se comportar, tendo que cuidar dos seus filhos, tendo que conviver com as traições do marido e, ainda por cima, resolvendo casos para provar a sua capacidade como advogada. The Good Wife, até o momento, tem se mostrado uma das gratas surpresas desta temporada. Ela é uma dessas séries em que se ouve muito pouco falar. E é bom que continue assim. Chegando sem estardalhaço, ela vem conquistando cada vez mais o seu público.

Cotação: ★★★★½

2×03 - Belle Chose: Mais um episódio confuso, porém, mais interessante que o anterior. Sempre gosto quando existe uma quebra de protocolos e isso acaba influenciando diretamente nas personalidades que foram upadas no cérebro de cada “doll”. Aqui, a mentalidade doentia de Terry, um serial killer que usa as mulheres para reconstruir a sua família e brincar com elas como se fossem bonecas, ficou em contraste com Echo e Victor. Com o problema remoto enfrentado na região central, as personalidades se cruzaram e ambos tiveram homeopáticas de Terry. Isso quer dizer que, querendo ou não, os dois estão com um pouco desta personalidade gravada em seus respectivos cérebros. Enquanto isso, Terry permanece em coma por conta de um atropelamento que ele sofreu. Mas, se por acaso ele acordar, existe alguma possibilidade que Echo, por exemplo, tenha que conviver com este lado assassino que ficou em seu cérebro? Como deve funcionar esta transição? Até o momento, somente o primeiro episódio de Dollhouse conseguiu empolgar um pouco. Admito que eu esperava muito mais da série para esta segunda temporada e confesso que ela tem decepcionado um pouco as minhas expectativas.

Cotação: ★★½☆☆

1×03 - 137 Sekunden: O que não faltarão agora é tentativas de se explicar as visões do futuro que cada um teve. Porém, uma coisa parece que poderemos aprender com este episódio: elas nem sempre são verdadeiras. Contudo, para continuar as investigações, Mark Benford viajou até a Alemanha para seguir uma pista. Um ex-Nazista postou que conhecia o porquê das visões terem durado exatamente 137 segundos. E o seu nome, Sekunden, remetia em Mark algo que ele tinha visto no seu flashforward. As explicações de uma mistura de números hebraicos somados e que dão 137 não é das melhores, mas confesso que algo me chamou atenção: este elemento novo de que corvos morreram em todo o mundo, suscitou uma investigação para os agentes do FBI que levam eles para o ano de 1991, em uma região do Afeganistão, onde parece ter acontecido a mesma coisa. A pergunta que fica é a seguinte: será mesmo que estas visões já aconteceram em outros lugares e com estes mesmos níveis de padrões? Ainda que eu esteja gostando da série, Flashforward promete ter muitos nós até que eles sejam todos desamarrados e ligados. O bom é saber que o canal ABC já lhe concedeu uma full season, ou seja, ainda teremos explicações e muitos questionamentos a serem feitos sobre o que aconteceu na visão de cada um (e até que ponto elas são verdadeiras ou falsas).

Cotação: ★★★☆☆

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Séries em Foco - Parte II

90210, Dollhouse, Reviews, Séries em Foco 1 Comentário »

Ainda com atraso, mas nunca é tarde demais. A coluna era pra ter saído no final de semana passado, mas por razões pessoais não consegui assistir a todos os episódios. Eles acumularam e aproveitei o feriadão para colocar tudo em dia. Meu destaque dessa coluna fica para o péssimo episódio de Dollhouse. Tinha achado até impressionante a maneira como a série iniciou o seu segundo ano, mas ela se perdeu um pouco logo em seguida. Na realidade, acho que esta segunda temporada tem boas premissas para ser boa, mas é preciso ter calma. A mesma que o espectador, possivelmente, teve na primeira, uma vez que ela só começou a engrenar, de fato, a partir do sexto episódio. Como já perdemos muito tempo sem ter publicado a coluna, não quero perder ainda mais com longas introduções. Então, boa leitura!

2×02 - The Scarlet Letter: The Mentalist tem até uma boa premissa com esta trama do Red John (apesar dela não avançar), mas o problema está quando o caso apresentado no episódio não oferece nenhum atrativo ou consiga superar como o tripé que sustenta todo o arco narrativo dele. Aqui, pecando pela obviedade dos fatos e também pela falta de criatividade, The Mentalist apresentou o caso do homicídio de uma mulher que, possivelmente, se envolvia com o marido de uma importante figura política do estado da Califórnia. O capítulo avança e descobrimos que, na realidade, Melissa (a tal política) é uma pessoa lésbica e que tinha feito um acordo de casamento com o intuito de apenas impressionar a imprensa e os leitores, para conseguir votos e se tornar uma das representantes do estado. Ainda assim, o episódio foi confuso, se mostrou truncado em alguns momentos e bastante metódico. Talvez já seja dada a hora dos roteiristas começarem a apresentar mais um pouco dos casos, das personalidades e das facetas do assassino Red John, ou que comece a trazer casos mais enigmáticos e interessantes para satisfazer os seus telespectadores.

Cotação: ★★½☆☆

2×02 - Instinct: A partir do primeiro episódio, Dollhouse apresentou algumas anomalias em Echo agora que as suas lembranças estão mais presentes. Por mais que a sua mente esteja sendo apagada, ela não tem conseguido suportar outras informações que são “upadas” em seu cérebro. De qualquer maneira, Instinct evidenciou este fato descontrolado em que ela se encontra, ao se comportar de maneira desequilibrada em uma missão. Ela está sempre com a noção de que está sendo seguida e observada. Entretanto, o roteiro do capítulo foi bastante confuso. A maneira como ele iniciou colocando Echo já na sua missão, não dando tempo de sabermos o porquê dela estar ali, não ajudou a criar nenhuma tensão. Na realidade, o próprio diálogo entre Ballard e Topher no início foi um pouco exagerado e forçado demais. Contextualizado de maneira bastante surreal, o maior problema é que o episódio passa a impressão de tudo ter sido muito vago, e deixa o espectador sem a mínima noção daquilo que está sendo contado.

Cotação: ★★☆☆☆

1×02 - Stripped: Com certeza, este não seria, para Alicia, mais um caso normal em que ela atuaria como advogada. Ao entrar em um processo onde envolvia uma “dançarina”, ela sabia que poderia também adentrar em um mundo desconhecido, mas que precisou passar a conhecer por conta das traições do seu marido. Assim, ela “mergulho de cabeça” na estória de Christy, mesmo as alegações sobre o estupro que ela estava mencionando soarem efetivamente como falsas. Ao mesmo tempo em que ela precisou entender, mais ou menos, como esse mundo funciona, Alicia também passou a querer conhecer quanto que o seu marido pagava para ficar com as “dançarinas”, o que elas poderiam fazer e dar por esse dinheiro e outros questionamentos que ela passou a se fazer com o intuito de entender o porquê dele ter estragado a família. Por enquanto, o que tem me impressionado em The Good Wife é a maneira como a série vem construindo Alicia, tornando-se cada vez mais uma mulher forte e determinada.

Cotação: ★★★★☆

1×02 - White to Play: Charlie, a filha de Mark, sabe muito mais do que poderíamos imaginar. E isso não acontece à toa. Logo quando o primeiro episódio da série foi ao ar, ela diz que tinha sonhado que não existiriam mais dias bons. Logo, isso pode ter sido um sinal de que as tramas terão muito mais a ver com ela. Por que será que não conhecemos aquilo que ela sonhou (ou aquilo visto por ela)? Completamente enigmática em grande parte das cenas, de uma certa maneira ela conhece as pessoas que estão por trás disso que aconteceu. O grande mérito da série é nos fazer, neste momento, questionar a maneira como ela sabe disso ou o porquê dela saber e, indo mais longe, a relação que ela poderá ter com os envolvidos. Além disso, aos poucos, os pontos começam a se interligar uns com os outros, os agentes federais começam a seguir algumas pistas do que pode ter acontecido e, desse jeito, Flashforward continua em um bom caminho para se tornar uma grande série. A produção é excelente e o roteiro também está aprendendo a ser. É torcer para que ela continue neste caminho e que não se perca no meio dele.

Cotação: ★★★½☆

2×04 - The Porn King: Às vezes fico “encantado” com a obviedade das séries. Antes de comentar como foi o episódio, é impressionante como 90210 se empresta a um desenrolar barato de tudo o que acontece. Esse caso de Naomi é um exemplo claro disso. Durante quatro episódios ficou um imbróglio terrível para um provar a inocência e reconquistar o outro. Eis que surge a “brilhante” ideia de gravar aquilo que a tia de Naomi disse. Ora, isso não poderia ser feito antes? Por que demorar tanto tempo em algo tão óbvio? Falando um pouco do capítulo, o  mendigo atropelado por Annie era um ex-aluno do colégio West Beverly e que, em seu testamento, acabou doando $100.000 para a instituição. O seu sobrinho, que estuda na escola, revela a identidade do tio e explica que ele sofria de esquizofrenia e, por esta razão, vivia sozinho no mundo sem saber exatamente para onde ir. Enquanto isso, Adrianna ganhou um papel para voltar a atuar, mas acabou desistindo por Navid e por todas as coisas que ambos passaram na temporada anterior. O episódio, porém, se baseou muito mais em Dixon e nas mentiras que ele tem contado para se relacionar com Sasha, se passando por um cara que trabalha no ramo da música até por um ‘Rei do Pornô’.

Cotação: ★★☆☆☆

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Séries em Foco - Parte II

90210, Dollhouse, Reviews, Séries em Foco 2 Comentários »

‘Eu tive um sonho ruim de que não existiriam mais dias bons’. Essa é uma frase que ficou na minha memória enquanto eu estava assistindo ao primeiro episódio da série Flashforward, tida como a substituta do canal ABC para a aclamada Lost. Nessas viagens entre o futuro e o presente, acredito que os roteiristas conseguiram alavancar um bom capítulo de estreia, introduzindo os personagens, criando uma trama, mostrando o futuro de cada um e interligando estes fatos. Aliás, a série me deixa questionar, mesmo que seja uma fcção, o fato das pessoas tentarem mudar o seu futuro. E acho que esta será também uma das premissas para esta nova aposta do canal ABC. Entre outras estreias que apresento nesta segunda parta da coluna, está a série The Good Wife. E sei que ainda é muito cedo, mas ela tem tudo para ser o grande drama desta temporada. O texto é bem construído, os casos têm tudo para serem interessantes em contraste com a luta de uma mulher para superar os escândalos do marido. Enfim, boa leitura!

1×01 - No More Good Days: Durante dois minutos, a população de todo o mundo foi até o futuro e voltou. Quatro horas antes, todos viviam uma vida tranquila e se preparavam para um novo dia. Mas estes minutos que começaram a “faltar”, podem ser a chave para se compreender o que acontecerá dali a seis meses, exatamente no dia 29 de abril do ano de 2010. É com uma premissa misteriosa como esta que ‘Flash Forward’, apontada como o drama substituto da série ‘Lost’, se apresenta ao seus espectadores. Com esta trama de pânico global e um caos em esfera mundial, o roteiro interliga o “futuro” de cada um por meio do medo e do susto de enxergarem o futuro. No caso de Mark, um agente do FBI, o que o assusta ainda mais é a possibilidade de não poder transformar este “futuro”. Afinal, é possível mudá-lo? As semelhanças com ‘Lost’ também são claras, principalmente no início quando todos desmaiam e retornam à uma realidade completamente diferente, da cidade de Los Angeles tomada pelo caos, por explosões aqui e acolá. Aos poucos, as pessoas vão se dando conta de que está acontecendo em todos os países, gerando um pânico em massa. Entretanto, além desses mistérios envolvendo o “futuro”, um ainda persistirá em meio a ele: um homem, no estádio de Detroit, não sofreu o apagão. Por que será? E quem é aquela santa alma que não apagou como os outros, pelo contrário, observou durante dois minutos e saiu de “mansinho” do estádio? A série começou bem, com tantas perguntas que nos motivam a continuar assistindo.

Cotação: ★★★★☆

1×01 - Pilot: Alicia era casada com um chefe de promotoria. Ela achava que tinha encontrado o homem certo, até que um escândalo veio à tona. Peter traía a sua esposa com diversas prostitutas. Porém, em declaração que ele renuncia o cargo, Alicia estava lá ao seu lado. Mas a cena crucial no início do episódio é quando ambos saem dos holofotes e Alicia dá um tapa na cara de Peter. Este é o estopim para a série pular seis meses e colocar a sua protagonista tentando reerguer a sua vida, voltando a trabalhar como advogada e pegando um caso complicado de homicídio. Mais do que falar sobre superação, ‘The Good Wife’ é uma série sobre tribunais, jogos de poder e traições. Tendo como produtores executivos os irmãos Tony e Ridley Scott, essa aposta do canal CBS me parece, até o momento, uma das melhores estreias nesta fall season. E digo isso porque, primeiramente, ela não me parece ser apenas um drama nos tribunais sobre a advocacia como, por exemplo, ‘Boston Legal’. O objetivo é ir mais longe: é narrar a trajetória de uma mulher que, mesmo ainda apaixonada pelo marido (é o que aparenta), tem conseguido se sobressair em trabalhar, cuidar dos seus filhos e reerguer uma carreira. Entre superações, riscos e atitudes, Alicia está no centro de uma conspiração que ainda pode dar muita coisa para a série. E é isso que esperamos.

Cotação: ★★★★½

2×03 - Sit Down, You’re Rocking the Boat: As tramas não saíram do lugar. Nada de novo aconteceu neste episódio, que, até mesmo quando terminou, deu a impressão de ter sido meio vago. Guerrinhas entre Naomi e Annie e mais um pouco de dose no tom dramático foram uma das características que vimos no capítulo, o que não é nenhuma novidade. Me pergunto até quando a série continuará investindo nisso. A Silver, por exemplo, que tinha um papel importante por conta da sua híbrida personalidade, até o momento neste início de temporada pouco foi utilizada este artifício para criar algo de diferente dentro da série. Vamos continuar com as guerrinhas e coisas do tipo? Se for assim, duvido que o programa encontre fôlego para continuar. Aliás, nada deste episódio me chamou a atenção. Dixon tentando se passar por um empresário para conquistar uma mulher que julga ser parecida com ele, Navid passando uma boa impressão para a sua namorada Adrianna e, no meio disso tudo, pouca movimentação para fazer com que o capítulo pudesse prender a nossa atenção. E prefiro nem comentar o final, porque senão eu teria que passar mais alguns parágrafos reclamando de outras coisas. Enfim, ‘90210’ retirou alguns excessos da primeira temporada, mas continua pecando por ainda tentar resgatar alguns assuntos que já foram tratados exaustivamente em outros programas do gênero. É preciso se reinventar e ter mais ousadia para soar diferente.

Cotação: ★½☆☆☆

1×03 - Friday Night Bites: Bom, os irmãos Damon e Stefan continuam disputando terreno. E estamos somente no terceiro episódio e essa estória já está começando a me cansar. O excesso de interpretação nos atos de Damon me passam a impressão de que está sendo feito de maneira forçada. O lado caricato de Stefan, em ser esse vampiro galanteador e apaixonado, mostra uma ingenuidade que, em vampiros da idade deles, não se vê. Tudo bem, eu não deveria estar analisando estes fatos, mas eles passaram pela minha cabeça. A ingenuidade de Stefan é tamanha que ele, em determinada cena do episódio, realmente tentou acreditar que, no fundo da alma do seu irmão, existia uma parte humana. Quer dizer, a sua amada Elena correndo perigo e Damon matando pessoas sem pensar, e ele ainda consegue pensar nisso? Entretanto, esta trama que envolve o passado dos dois com Katharine, é uma premissa que estou curioso para saber o que, de fato, aconteceu. Ao que parece, Damon culpa Stefan pela morte da garota, que aconteceu em um grande e terrível incêndio (?). Ainda assim, gosto desse aspecto “teen” que a série tem, apesar de não ter mais paciência para estas séries. Cresci assistindo ‘Dawson’s Creek’, ‘The O.C’ e ‘One Tree Hill’ e sempre adorei este gênero. Deve ser por isso que eu continuo assistindo ‘The Vampire Diaries’, que se assemelha a estas supracitadas com as suas devidas diferenças e tradições. De qualquer maneira, ainda não desisti. Quero saber onde a trama envolvendo a linhagem da garota que acredita ser bruxa vai parar, assim como esta estória do relacionamento com Stefan, tendo o fantasma de Damon para atrapalhar.

Cotação: ★★½☆☆

2×02 - The Once and Future Queen: Para Arthur, o fato de ser Príncipe de Camelot faz com que as pessoas não o desafiem. Pelo contrário, a superproteção o incomoda. No torneio que acontece na cidade, ele resolveu provar para si de que poderia ser capaz de derrotar a todos. Para isso, a sua presença não poderia ser notada. Ele inventou uma viagem e disputou o torneio normalmente (e venceu as lutas que tinha pra vencer). Entretanto, ele não contava com a vingança de Odin cujo filho foi morto por Arthur durante um duelo. O pai, desesperado pela morte do herdeiro, contratou um assassino profissional para matar Arthur. Foi engraçado notar que este capítulo, em nenhum momento, vimos a presença de mágica ou algum feitiço. Foi mais uma pequena trajetória de mudanças. Entre todas elas, o relacionamento entre ele e Gwennvere, o que representa uma luta dele próprio contra todas as ideologias do seu pai e do próprio Reino. É impensável que alguém possa se relacionar com uma criada. Mas Arthur percebeu também, ficando esse tempo na casa de Gwen, que existe vida fora da corte a qual ele não está vivendo por se esconder e de ser responsável por um título tão importante, que é ser o herdeiro do trono do Rei do Camelot. Entre outras palavras, foi um ótimo episódio. Sem utilização de mágica e contando apenas os dramas vividos pelos personagens

Cotação: ★★★☆☆

2×01 - Vows: ‘Lá estava a Sra. Rome, se casando para conseguir se infiltrar no mercado do tráfico de armas para desarticular uma quadrilha para o FBI. E ela aparentava ser uma moça indefesa, sem muito o que fazer caso algo viesse contra si. Conturbada e alguns momentos e passando por múltiplas personalidades inseridas na sua, ela entrou em confusão e colocou todo o plano a perder. Porém, a menina que antes era indefesa, se tornou uma máquina vingativa que agora anseia por respostas e irá correr atrás delas, nem que isso custe se rebelar contra a Dollhouse’. Mais ou menos em um conto como este é que eu poderia definir este episódio de estreia da segunda temporada de ‘Dollhouse’. No começo, eu não gostava da série e deixei isso claro em algumas resenhas. Mas ela foi melhorando, alcançou um nível surpreendente e, hoje, a enxergo com um roteiro que parece ter tudo nas mãos para entrelaçar as suas tramas com o passado de Caroline, sendo esta uma das principais premissas do programa. Além disso, o fato da Dra. Saunders também ser uma “doll”, como foi mencionado no final da temporada anterior, coloca também um ponto de interrogação para saber até onde ela está disposta a ir para conhecer a sua verdadeira identidade - uma vez que a sua mente e personalidade se encontra no corpo de outra pessoa. E tudo isso em contraste com o fato de Paul Ballard ser, agora, o segurança de Echo. Este segundo ano promete e mal posso esperar para ser surpreendido novamente.

Cotação: ★★★★☆

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Séries em Foco - Parte I

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Sei que estou um pouco atrasado com algunas séries, mas a culpa não é exatamente minha. O trabalho tem consumido muito o meu tempo e ainda estou tentando viabilizar uma forte de cumprir com as obrigações aqui do blog, apesar de mantê-lo em constante atualização. Sem delongas, confira mais uma coluna ‘Séries em Foco’. Estamos chegando perto dos finais de temporada, já na próxima vou comentar alguns. Até lá, então. Enquanto isso, boa leitura!

Day 7 – 04:00 am – 05:00 am: Os planos de Tony Almeida são, no minímo, audaciosos demais. Primeiro, transformar um muçulmano aparentemente inocente em terrorista, depois fazer com que ele distribua o gás no metrô infectando milhares de pessoas que utilizam o serviço diariamente na capital dos Estados Unidos. Mas Jack Bauer já descobriu qual o verdadeiro plano do seu ex-parceiro. Agora com os servidores da CTU abertos, o que é uma prévia de que a agência voltará na temporada seguinte, as investigações caminham muito mais rapidamente. Além disso, ainda tem o fato de Jonas Hodges ter sido assassinado. Se Olivia não deu prosseguimento à operação (ao que parece), quem mais poderia ser capaz de fazer isso? Aaron Pierce, será? Estou mesmo ansioso para saber como tudo isso vai se desenrolar. Mais três episódios e a sétima temporada termina, o que já mostra um saldo bem positivo (apesar dos deslizes).


Cotação: ★★★½☆


2×22 – The Classified Materials Turbulence: A comédia deste episódio não foi tão boa como nos anteriores. Até teve momentos hilários do projeto do Wolowitz e até mesmo o indiano, cujo nome é muito complicado de escrever, sendo muito mais irônico que o normal, fazendo piadinhas de tudo e trocadilhos que me fizeram realmente rir como nunca. Ainda assim, as caretas de Sheldon após as piadas contadas por ele são impagáveis. Incrível como a comédia se sustenta basicamente sobre ele, apesar de Leonard também ter proporcionado alguns bons momentos. Só achei que, às vezes, ficou um pouco forçado certos diálogos. Até mesmo a idéia de Penny ter confudido o nome do seu paquera com Leonard, o que pode render mais pra frente, não sei se teve muito efeito.


Cotação: ★★★☆☆


5×23 – Under My Skin: Final forçado? Pode até ser, mas quem é que vai estar ligando pra isso? Todos estavam torcendo para rever mais um beijo entre House e Cuddy. E ao falar “eu sempre quero te beijar”, é claro que soou ainda mais forçado, mas nem mesmo este fato pode traduzir que a cena foi ruim, talvez apenas não tenha tido nexo. Aliás, este capítulo foi muito além do que apenas apresentar um paciente, uma vez que foi o House a própria vítima das ilusões que ela tá vendo, das aparições repentinas de Amber. Enfim, o Vicodin tem provocado um efeito depreciativo. A dependência sempre existiu e isso já foi abordado em parte da primeira temporada, por exemplo. Ainda assim, House claramente não está no seu melhor momento, eu diria. Tem algo confuso, as tramas não têm dado certo. Não sei ao certo explicar, mas sinto que a série está passando por uma crise criativa, penso eu.


Cotação: ★★½☆☆


1×10 – Haunted: Haunted até poderia ser um bom episódio, por ter um plot interessante dos Ativos servirem para também ressuscitar memórias para descobrirem um determinado crime. No entanto, o capítulo foi morno e sem absolutamente nenhum cliffhanger que pudesse empolgar. De fato, eu esperava muito mais, principalmente após os bons episódios que a série apresentou, com tramas bem desenvolvidas, uma linha lógica de raciocínio. Porém, o que vimos foi um capítulo com uma estória isolada, que teve apenas alguns flashes do detetive descobrindo a identidade de um dos ativos. O que isso representou em meio à confusão que ele foi? Absolutamente nada porque o foco, claramente, estava em algo completamente banal. Uma pena que tenha sido dessa forma, porque Dollhouse estava caminhando muito bem.


Cotação: ★★☆☆☆


1×18 – Midnight: É bem verdade que nunca parei para me perguntar sobre a organização ZFT, apesar de todos estes casos envolvendo a Fringe Division sejam baseados nos experimentos feitos por ela. E quem poderia financiar isso? Teria que ser alguém muito poderoso, e é aí que entra a Massive Dynamics (como sempre a Companhia), com todo o capital de William Bell. Este é sempre o princípio, talvez por isto o suspense criado pela série até o final do episódio não tenha surtido muito efeito. Ainda assim, o caso do cientista que tentou se desvencilhar da ZTF e foi punido por isso se tornou até uma trama interessante, principalmente por aquilo que ele faz por sua mulher ao saber que ela havia sido infectada por um vírus.


Cotação: ★★★★☆


2×09 – The Perfect Family: No filme A Criança, os irmãos Dardenne exploram o lado de dois adolescents tendo um bebê para criar e o impacto que isso tem na vida deles. Não ouso comparar um mero episódio de Flashpoint com uma obra-prima que é este longa-metragem, mas as tramas se equivalem a partir do momento em Jessie e Terry passam a querer o bebê deles de volta após tê-lo dado para adoção. A ironia por eles acreditarem que poderiam se tornar a “família perfeita”, só exalta o questionamento da falta de preparo e de suporte que eles enfrentam, principalmente por terem crescido sozinhos e sem ajuda dos pais, que morreram ainda cedo. Ainda acho a fórmula de Flashpoint muito batida em alguns momentos, mas é bom ressaltar que o roteiro consegue sobressair com uma boa dosagem das tramas, entre o drama, a ação e o suspense. Isso é importante para prender a atenção de quem assiste quando se tem episódios isolados, que é o caso desta série.


Cotação: ★★★☆☆

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