Oscar 2010: análise dos vencedores

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As maletas com os vencedores no momento de sua chegada ao Teatro Kodak

Pra mim, foi uma das cerimônias mais chatas que já assisti do Oscar. Não sei se é porque os filmes também não me chamaram muita atenção, ou se foi porque tiraram as notas musicais ou se foram as mudanças como um todo. Não sei exatamente o que foi, mas não gostei. Aliás, o palco foi a única coisa que eu realmente apreciei. A criação do arquiteto David Rockwell estava belíssimo. Mas estou aqui para falar um pouco sobre os vencedores do 82ª Edicão do Academy Awards, a maior festa do cinema e que movimenta bilhões (viram a briga da Disney com uma outra emissora de Nova York e o corte da transmissão de vinte minutos?). Disputa acirrada como essa também se viu na premiação, tendo Guerra ao Terror de um lado e Avatar do outro.

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Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite com seis estatuetas 

No entanto, o grande vencedor da noite foi o filme dirigido por Kathryn Bigelow recebendo seis estatuetas contra três de Avatar. Isso prova, de alguma maneira, que os votantes da Academia ainda não estão prontos para as novas diretrizes que poderiam ser criadas caso o filme de James Cameron tivesse tornado o maior vencedor (comentarei isso durante a semana). Guerra ao Terror acabou vencendo prêmios que até não eram esperados como, por exemplo, Melhor Roteiro Original para Mark Boal quando todos esperavam pela vitória de Quentin Tarantino e o seu Bastardos Inglórios. Nas categorias de Melhor Som, a disputa era acirrada com Avatar, mas o filme de Bigelow conseguiu também vencer e isso o fez ainda mais favorito para a premiação.

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A vitória de Avatar em Melhor Direção de Arte e Efeitos Visuais 

Em Melhor Roteiro Adaptado, a vitória foi de Geoffrey Fletcher, que assinou o roteiro de Preciosa, um dos filmes mais fortes que já vi nos últimos anos. Em alguns momentos, me senti completamente impotente em relação àquela história (eu queria pular da poltrona e entrar no filme, mas isso é impossível). Com isso, desbancou Amor Sem Escalas que era, até então, o favorito a vencer. Ainda antes destes prêmios, Christoph Waltz já ganhava a sua estatueta de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no filme Bastardos Inglórios. No seu discurso de agradecimento, fez questão de homenagear as possibilidades criadas pela mente de Quentin Tarantino que, segundo ele, estava sempre pensando na história e em uma maneira de deixar os atores livres para atuarem.

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O favorito Christoph Waltz não deixa de admirar o Oscar

Seguindo na categoria de Coadjuvante, mais pra frente Mo’Nique faria um discurso emocionado ao vencer por Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme Preciosa, no qual ela faz um papel realmente difícil ao interpretar uma mãe que violenta a sua filha a todo instante, completamente desequilibrada e levando estes problemas para a educação difícil que ela teve. Aplaudida de pé, ela tentou segurar o choro durante alguns momentos, mas estava completamente emocionada ao falar das dificuldades que teve e, principalmente, de dizer que havia se espelhado na sua própria vida para criar este personagem.

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Sandra Bullock venceu os prêmios de Pior Atriz e de Melhor Atriz neste ano

Quem também se emocionou foi Sandra Bullock, que levou a estatueta de Melhor Atriz. Um discurso que tinha por intuito chamar atenção para a importância de ser mãe, ela agradeceu por aqueles que estiveram com ela, os que também não estiveram, os que criticaram, os que disseram que ela não estava na moda ou coisas do tipo. Problemas que ela passou por cima e deu a resposta aos críticos, mesmo porque a sua atuação em The Blind Side é maravilhosa (ainda que eu quisesse que a Carey Mulligan pudesse ter vencido). Como Melhor Ator, finalmente a Academia resolveu premiar Jeff Bridges depois de quatro indicações.

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Depois de quatro indicações, Jeff Bridges conseguiu a sua primeira estatueta

Assisti ao filme Crazy Heart horas antes do Oscar e fiquei impressionado com a sua atuação. O filme é bom para quem gosta da música country e deseja conhecer mais um pouco (a trilha sonora é linda), mas Jeff Bridges está realmente impecável. O seu único problema foi o discurso, agradecendo a muitos nomes e deixando de mencionar o quanto o prêmio era importante. Mas o seu carisma não tem limites (a plateia o aplaudiu de pé neste momento). Aliás, este problema do discurso havia sido alertado pela Academia que havia pedido que os vencedores evitassem ficar agradecendo a tanta gente já que se torna algo chato e realmente enfadonho.

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Juan José Campanella foi premiado pelo ótimo O Segredo dos seus Olhos

E o que dizer, por exemplo, da categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Enquanto todos achavam que a disputa estava entre A Fita Branca, que venceu todos os prêmios e era o favorito, e Un Prophete, que havia ganho o BAFTA (Oscar britânico), quem acabou vencendo mesmo foi o argentino foi O Segredo dos seus Olhos. Juan José Campanella não sabia para onde ir, se falava em espanhol ou em inglês, se agradecia ou se demonstrava o quanto estava emocionado e surpreso. Foi uma das gratas surpresas desta edição premiar este excelente drama argentino.

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Guerra ao Terror
mostrou a força do filme feito com um pequeno orçamento

E o que dizer de Melhor Filme e Melhor Direção? Logo quando anunciaram a vitória de Guerra ao Terror e Kathryn Bigelow, não pude me conter de felicidade. Tenho escrito alguns textos recentemente um pouco tanto revoltados sobre esta indústria cinematográfica que acha que o valor das produções é o suficiente para sair vencendo prêmios ou coisas do tipo. Com Avatar. o cinema passou a pensar diferente e em apenas uma plataforma: o 3-D. A vitória de Guerra ao Terror é uma resposta para os que pensam assim. Um filme pequeno, que foi lançado primeiro em DVD aqui no Brasil e depois nos cinemas, desbancando Avatar, a produção de maior bilheteria de todos os tempos. É realmente de se aplaudir o que os votantes da Academia fizeram. Viva o Cinema!

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Oscar 2010: as surpresas da premiação

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O Segredo dos seus Olhos foi uma das grandes surpresas da noite

A premiação do Oscar normalmente sempre se pode esperar algumas surpresas. E nesta 82ª edição não foi diferente. Alguns prêmios que eram considerados certos como, por exemplo, em Melhor Roteiro Adaptado para Amor Sem Escalas, foi completamente desmentido quando Geoffrey Fletcher foi chamado para receber a sua estatueta. Emocionado, ele se mostrava mesmo surpreso por ter ganhado. Não deixou de agradecer o elenco e o diretor, Lee Daniels, que confiaram naquilo que ele estava fazendo e naquilo que estava escrito. Aliás, Preciosa é um dos filmes mais difíceis que assisti nos últimos anos. Forte em sua essência e bastante violento em algumas cenas, o filme não se rende ao óbvio e provoca o espectador com a realidade que nós não estamos acostumados a ver (uma vez que Hollywood sempre se preocupou em mostrar o “felizes para sempre”).

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A vitória de Fletcher desbancando Amor sem Escalas

Dessa forma, Amor Sem Escalas sairia sem nenhuma estatueta depois de vencer tantos prêmios dos sindicatos e também o Globo de Ouro. Sem a vitória em Melhor Roteiro Adaptado não restava mais nada para o filme de Jason Reitman, que tinha mínimas chances nas outras categorias em que fora indicado. Mas, falando das surpresas, elas começaram a ficar mais nítidas nos embates entre Avatar e Guerra ao Terror. O filme de Kathryn Bigelow acabou vencendo nas categorias de Efeitos Sonoros. Não sei se já era esperado, mas fiquei espantado. E isso era um sinal de que Guerra ao Terror era mais favorito do que muitos pensavam. No entanto, já na categoria de Melhor Fotografia, a vitória do italiano Mauro Fiore, por Avatar, foi uma incrível surpresa se levarmos em conta que ele competia com a belíssima e premiada fotografoa de Christian Berger, em A Fita Branca, e com a própria candidatura de Guerra ao Terror.

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Já Mark Boal, venceu o forte Roteiro Original de Bastardos Inglórios

Mas a cerimônia ainda preparava outras surpresas. Em Melhor Roteiro Original, quando todos apontavam para a vitória de Quentin Tarantino, eis que surge o jornalista Mark Boal com o seu Guerra ao Terror para vencer, mesmo com as críticas e com a acusação de plágio de um dos soldados que realmente serviu no Iraque desarmando bombas como é contado no filme. Considerando tudo isso, o que dizer da vitória de O Segredo dos seus Olhos, derrubando o fortissimo A Fita Branca, de Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro em Cannes e de todos os prêmios que disputou nos festivais, no sindicato e no Globo de Ouro? O diretor do filme argentino, Campanella, não deixou de agradecer a toda equipe que integrou a produção. Esta é uma daquelas gratas surpresas, já que O Segredo dos seus Olhos é dos mais belos filmes que vi neste último ano (apesar de toda a beleza e complexidad vista em A Fita Branca).

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A fotografia de Mauro Fiore venceu outros candidatos mais fortes

Mas tem essas vitórias que podem não agradar muito quem assiste. No meu caso, não gostei da premiação dada ao figurino de The Young Victoria, assinado por Sandy Powell (que já venceu outras duas vezes). Os figurinos compostos por Janet Patterson, no filme Bright Star é uma primazia. Aliás, juntamente com a bela fotografia, esta é a maior característica do filme dirigido por Jane Campion, que falha em relação ao roteiro e na abordagem que tem do Amor, deixando de transparecer emoção e paixão para quem assiste. Enfim, nas outras categorias, não tivemos surpresas e a Academia soube premiar os melhores do ano, mesmo tendo uma cerimônia bastante chata e arrastada (apesar da audiência ter sido a melhor dos últimos cinco anos).

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Oscar 2010: erros e acertos da cerimônia

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oscars A todo ano que se passa, sempre crescem as expectativas para o Oscar. Pelo menos, é assim que acontece com qualquer cinéfilo. As premiações que antecedem a cerimônia feita pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood funcionam apenas como um aquecimento para o que realmente está por vir. E neste ano não foi diferente. Além disso, tudo girava em torno de Avatar e Guerra ao Terror. James Cameron ou Kathryn Bigelow? Uma disputa entre ex-marido e ex-mulher. E isso ficou tanto no imaginário das pessoas, que acabou se tornando meio chato no final. Todos os apresentadores não se cansaram de repetir que a Bigelow teve um caso de dois anos com o Cameron. Por que não dizer que ela é uma excelente diretora e que merece estar ali, entre os indicados e que mereceu o prêmio? Mas, tudo bem, não se trata disso.

Contando com dois apresentadores, Alec Baldwin e Steve Martin, ambos começaram a premiação contando algumas piadas, divertindo o público presente e entretendo quem estava assistindo em casa. E eles tiveram alguns bons momentos, principalmente quando foram brincar com os óculos 3-D fazendo uma breve alusão ao filme Avatar. Aos poucos, no entanto, eles foram perdendo espaço e se tornando esquecidos (aparecendo uma vez ou outra e sem ter a mesma presença que o Hugh Jackman teve quando apresentou). E estas “aparições-relâmpago” acabaram tendo um efeito negativo na premiação. Por mais que as mudanças feitas pela Academia com o intuito de acelerar e não deixar se tornar uma coisa cansativa, parece que aconteceu exatamente o contrário. O ponto positivo foi que, neste ano, eles souberam premiar exatamente os melhores, ou seja, aqueles que realmente mereceram.

Enquanto isso, o palco criado por David Rockwell foi de uma beleza impressionante. Nunca vi algo tão bonito, tão vivo. A plateia mais próxima, os músicos na parte de cima, apresentadores que saíam de “paredes giratórias”, dando uma impressão de que aquilo era mesmo um Teatro (como é). Além disso, apresentou uma dinâmica maior com o telão e com as próprias cores, brincando com o azul e o branco. Apesar disso, a Academia errou (e espero que eles repensem) em terem tirado as notas musicais da premiação. Eles tentaram inovar colocando uma espécie de street dance na apresenta dos indicados às trilhas sonoras (o que também não funcionou, já que a coreografia em alguns casos não tinha a ver exatamente com o filme em questão). Sem contar que a direção também se mostrou defeituosa em alguns momentos, assim como os cortes de um momento para o outro. Em alguns, é possível sentir a falta de captação que eles não conseguiram absorver com esta montagem/direção.

Um exemplo disso foi nos intervalos em que alguns atores apresentavam os indicados na categoria de Melhor Filme. Eles ficavam parados em um palco que foi colocado no meio do Teatro Kodak. Até aqui uma ideia interessante, se não fosse pelo péssimo trabalho de direção. A câmera posicionada muito longe e com um ângulo bastante aberto, que não dava para ver realmente o rosto dos atores. Se a intenção era deixar focar também no telão com o cartaz do filme, o erro pode ser ainda pior já que, em seguida, seria passado um trailer da produção que havia sido indicada. Em um outro momento, quando eles passam uma homenagem que fizeram no ano passado (como é de costume), mal conseguem achar os homenageados na plateia e, quando conseguem, não respeitam a história e a contribuição que eles deram para construir toda esta indústria que vemos hoje.

Entre erros e acertos, a cerimônia foi condizente com aquilo que a crítica estava programando. Mais uma vez, mostra o papel da crítica no meio disso tudo. Talvez se não tivesse sido por ela, Guerra ao Terror não havia se tornado um filme tão conhecido, desbancando esta megaprodução que é Avatar. Aliás, este é o maior mérito da Academia e da premiação deste ano. Se por acaso ela premiasse o filme de James Cameron, seria bem possível que o mercado 3-D crescesse de uma forma ainda mais acelerada (pra me deixar ainda mais nervoso), Mas, ao dar a estatueta para Guerra ao Terror, se percebe que a Academia ainda pensa nos filmes enquanto uma linguagem, ou seja, enquanto produções que se caracterizam não apenas pelos bilhões arrecadados, mas também pela mensagem que eles têm a passar.

E por que será que os piores erros estão sempre guardados pro final? Não sei responder, mas foi o que aconteceu aqui na premiação deste ano. Logo que Kathryn Bigelow venceu o prêmio de Melhor Direção e após o seu discurso, começa a cerimônia de entrega da categoria principal que é Melhor Filme. No entanto, a maneira como Tom Hanks foi entregar a estatueta, o seu jeito descompromissado e a própria correria no final tiraram o suspense de quem poderia vencer. No final, mal ouvimos ele dizer que o “O vencedor foi…” (agora não é mais “the Oscar goes to…”). Somente sabemos que a vitória é de Guerra ao Terror por ver o Mark Boal (roteirista do filme) subir ao palco com a equipe de atores e a Bigelow voltando para também receber mais um prêmio. E, “do nada”, aparecem os dois apresentadores depois de um longo tempo perdidos. Uma pena que o Oscar tenha acabado assim, de uma maneira tão rápida e tão depressa.

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Oscar 2010: confira os vencedores

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oscars A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas premiou na noite deste domingo (7) os melhores do cinema na entrega dos Oscars 2010. Com algumas gratas surpresas, os votantes optaram por Guerra ao Terror, que conseguiu seis estatuetas, ao invés de Avatar, que recebeu três prêmios nas categorias mais técnicas e de Efeitos Visuais (como até era de se esperar).

Entre as surpresas, o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado para Preciosa, que conquistou duas estatuetas e deixou o favorito Amor sem Escalas sem nenhuma. Além disso, a vitória de O Segredo dos seus Olhos, longa-metragem argentino que venceu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro e desbancou o super favorito A Fita Branca, que já tinha ganhado prêmios em festivais e sindicatos.

No entanto, a vitória de Kathryn Bigelow foi o ápice da noite e o momento pelo qual todos aguardavam. Ela se tornou a primeira mulher a vencer na categoria de Melhor Diretor, sendo que isso acontece exatamente no Dia Internacional da Mulher. Em seguida, Tom Hanks apresentou o prêmio de Melhor Filme de maneira descompromissada e, basicamente, tirou o brilho da premiação (que ainda será comentada neste blog pela manhã).

As vitórias de “The Dude” Jeff Bridges também foi muito comemorada, uma pena que o seu discurso tenha sido tão ruim em meio à lista que ele preparou de agradecimento quando poderia ter falado mais sobre a emoção do prêmio ou algo do tipo. Isso não aconteceu, por exemplo, com Sandra Bullock (Melhor Atriz) e Mo’Nique (Melhor Atriz Coadjuvante). Ambas demonstraram e até se emocionaram ao falar dos seus respectivos personagens e da importância do prêmio.

Sem mais delongas (outros comentários serão feitos em uma postagem separada), confira abaixo os vencedores:

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Melhor Atriz Coadjuvante
Penelope Cruz
Vera Farmiga
Maggie Gyllenhall
Anna Kendrick
Mo’Nique

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Melhor Ator Coadjuvante

Matt Damon
Woody Harrelson
Christopher Plummer
Stanley Tucci
Christoph Waltz

Melhor Atriz
Sandra Bullock
Helen Mirren
Carrey Mulligan
Gaborey Sidibey
Meryl Streep

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Melhor Ator

Jeff Bridges
George Clooney
Colin Firth
Morgan Freeman
Jeremy Renner

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Melhor Direção
James Cameron
Kathryn Bigelow
Quentin Tarantino
Lee Daniels
Jason Reitman

Melhor Roteiro Original
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
The Messenger
Um Homem Sério
Up

Melhor Roteiro Adaptado
Distrito 9
Educação
In the Loop
Preciosa
Amor Sem Escalas

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Melhor Animação
Coraline
O Fantástico Sr. Raposo
A Princesa e o Sapo
The Secret of Kells
Up

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Melhor Filme

Avatar
The Blind Side
Distrito 9
Educação
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa
Um Homem Sério
Up
Amor sem Escalas

Melhor Filme Estrangeiro
“Ajami”
“El secreto de sus ojos”
“The milk of sorrow”
“Un prophète”
“A fita branca”

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Melhor Direção de Arte

Avatar
The Imaginarium of Doctor Parnassus
Nine
Sherlock Holmes
The Young Victoria

Melhor Fotografia
Avatar, por Mauro Fiore
Harry Potter and the Half-Blood Prince, por Bruno Delbonnel
The Hurt Locker, por Barry Ackroyd
Inglourious Basterds, por Robert Richardson
The White Ribbon, por Christian Berger

Melhor Figurino
Bright Star, por Janet Patterson
Coco before Chanel, por Catherine Leterrier
The Imaginarium of Doctor Parnassus, por Monique Prudhomme
Nine, por Colleen Atwood
The Young Victoria, por Sandy Powell

Melhor Documentário
Burma VJ, por Anders Østergaard and Lise Lense-Møller
The Cove
Food, Inc., por Robert Kenner and Elise Pearlstein
The Most Dangerous Man in America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers, por Judith Ehrlich and Rick Goldsmith
Which Way Home, por Rebecca Cammisa

Melhor Curta de Documentário
China’s Unnatural Disaster: The Tears of Sichuan Province, por Jon Alpert and Matthew O’Neill
The Last Campaign of Governor Booth Gardner, por Daniel Junge and Henry Ansbacher
The Last Truck: Closing of a GM Plant, por Steven Bognar and Julia Reichert
Music by Prudence, por Roger Ross Williams and Elinor Burkett
Rabbit à la Berlin, por Bartek Konopka and Anna Wydra

Melhor Animação Curta-Metragem
French Roast
Granny O´Grimn´s Sleeping Beauty
The Lady and the Reaper (La Dama e la Muerte)
Logorama
A Matter of Loaf and Death

Melhor Curta-Metragem
The Door
Instead of Abracadabra
Kavi
Miracle Fish
The New Tenants

Melhor Montagem/Edição
Avatar
Distrito 9
Guerra ao Terror
Preciosa
Bastardos Inglórios

Melhor Maquiagem
Star Trek
ILL Divo
The Young Victoria

Melhor Trilha Sonora
Avatar
O fantástico Mr. Fox
Guerra ao Terror
Sherlock Holmes
Up

Melhor Canção
Almost There (A Princesa e o Sapo) Music/Lyric: by Randy Newman
Down in New Orleans (The Princess and the Frog) Music/Lyric: Randy Newman
Loin de Paname (Paris 36) Music: Reinhardt Wagner / Lyric: Frank Thomas
Take It All (Nine) Music/Lyric: Maury Yeston
The Weary Kind (Crazy Heart) Music/Lyric: Ryan Bingham e T Bone Burnett

Melhor Edição de Som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Up
Star Trek

Melhor Mixagem de Som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Transformers 2

Melhores Efeitos Visuais
Avatar
Distrito 9
Star Trek

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Oscar 2010: dez indicados em dez imagens

Cinema, Premiações Sem comentários »

É claro que todas as categorias, de alguma forma, são importantes. Mas todos aguardam mesmo pelo final, pelo encerramento. E a nominação que encerra a cerimônia do Oscar, é a categoria de Melhor Filme. Entre as principais mudanças deste ano, a Academia elevou o número de indicados de cinco para dez. Isso, obviamente, abriu espaço para que outras produções também fossem indicadas (algo que poderia estar descartado de acontecer caso fosse como antes). Logo abaixo, segue algumas imagens de impacto (ou não) que representam cada uma das produções que foram indicadas para a edição deste ano. Assim, começamos a esquentar um pouco o blog para o Oscar, que começa a partir das 22h. Enquanto isso, as estrelas chegam no tapete vermelho. Contudo, como não sou especialista em moda para comentar vestidos ou coisas do tipo, vamos apenas nos ater à premiação.

- Confira as imagens:

250802-the-hurt-lockerO poder exercido pela guerra no excelente filme da Kathryn Bigelow

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Toda a magia criada por James Cameron no belo Avatar

246922-quentin-tarantino
A visão de Quentin Tarantino para a Segunda Guerra Mundial

248716-the-blind-side
A belíssima atuação de Sandra Bullock garante a indicação de The Blind Side

253471-up-in-the-air
A jornada de ter sido por tanto tempo sozinho e não querer mais isso

252586-an-education
A simplicidade de Educação que encantou a Academia

255500-precious
A história difícil e perturbadora em Preciosa

248832-up
Up: mais uma animação da Pixar de grande sucesso

248743-a-serious-man
A complexa história de Um Homem Sério. dos irmãos Coen

254254-district-9
A surpresa e o sucesso alcançado pelo filme Distrito 9

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