Existe uma nova série para se ficar bastante ligado. E ela se chama Sons of Anarchy. Se na primeira temporada, aquele épico episódio final já a colocava como uma das promessas para esta fall season, espere só para você vê o que ela tem feito neste segundo ano. Seguidamente ela tem impressionado, tem surpreendido. E Charming está pegando fogo. O contrabando de armas perto do que tem acontecido é, como diz a expressão, “fichinha”. Os arianos liderados por Zobelle não estão pra brincadeira. Mais impressionante que isso é a maneira como a série consegue dividir bem os episódios entre esta trama central e os conflitos internos entre Jax e Clay, que vem abalando o Clube. Uma série para se asssitir, com certeza! Boa leitura!
2×05 - Environmental Hazards: Acho que o maior problema de 90210 não é exatamente a série. Acho que sou eu. Costumo levar a sério demais e este é um seriado em que a seriedadade não deve ser o centro. Porém, não consigo sair do “sério” e esta coisa me acompanha. Então, tudo o que eu posso dizer sobre este episódio é o seguinte: quanta bobagem! Com exceção da trama envolvendo a Silver, cuja mãe foi diagnosticada com câncer e está morrendo, o restante foi uma completa idiotice. Naomi tentanto entrar na Universidade de Califórnia por meio do seu relacionamento com o filho da Reitora de Admissões? É sério que eu preciso assistir a isso? E mais: Liam apagando a única prova que ele teria para mostrar que a irmã de Naomi é uma farsa? O mais engraçado (ou irônico, vai saber), é que logo quando ele gravou o áudio no seu celular, sabíamos que seria um processo para que ele mostrasse a tal gravação. Provavelmente o celular seria perdido ou caíria nas mãos de alguém (como aconteceu), então ele recuperaria, mas logo iria desistir da ideia caso visse Naomi com outra pessoa (como também aconteceu). Talvez esta supere a bobagem de Dixon e todo esse seu relacionamento com Sasha (eu logo lembro da filha da Xuxa e da sua formação “em inglês). De qualquer maneira, o clichê da “mãe morrendo querendo se aproximar da filha” até que salvou um pouco o episódio, mas não o suficiente.





2×05 - Smite: Uau! Não sei como essa temporada vai terminar, mas posso dizer que ela está tão boa quanto a primeira. “Charming está pegando fogo”, literalmente. A calmaria em Smite durou, digamos assim, até os minutos finais do episódio. Após esta calma, veio a tempestade e uma votação importanet que poderia definir os rumos do clube. A verdade é que eles ignoraram, até certo ponto, a presença de Zobelle. Agora, eles percebem o quanto isso foi errado da parte deles. O que estava em votação foi exatamente isso: uma retaliação imediata ou esperar mais um tempo? E tudo isso surgiu a partir do ataque que a trupe ariana de Zobelle à Otto, que está preso e foi atacado. Jax conseguiu que a votação não tivesse maioria e adiou o ataque, mas até quando? A sua decisão foi apenas momentânea porque, em seguida, uma situação criada de maneira espetacular pela edição e pelo roteiro da série, Chibs sofre um atentado e tudo aquilo que foi discutido e ficou acerto no Conselho parece ter ido por água abaixo. O Sons of Anarchy não irão esperar que mais um companheiro seja morto. A retaliação já será no próximo episódio, tenham certeza. E eu estou aqui apreensivo para saber o que poderá acontecer. É incrível como Sons of Anarchy tem sido tão equilibrada. Simplesmente assistimos um seriado em que as tramas fazem sentido e percebemos que há uma preocupação em torná-las cada vez mais próximas uma das outras, em todos os núcleos. Se antes a série era uma surpresa na sua primeira temporada, hoje posso dizer que ela já está se tornando uma das melhores produções que o canal FX produz no momento.





1×03 - You Can’t Go Home Again: O passado parece estar sempre retornando na vida de Alícia, mesmo que seja nas pequenas coisas. Apesar dela tentar se desvencilhar dos problemas que enfrentou (e continua enfrentando) com o seu marido, várias mudanças foram feitas para que a sua família pudesse voltar a viver normalmente. A começar pela troca de viver em Highland Park para um lugar mais real, longe da riqueza do bairro anterior. E o caso que Alícia precisou enfrentar tinha tudo a ver com o seu passado. Um antigo garoto que ela conhecia, Kenny, se envolveu em um roubo seguido por assassinato e resolveu procurar Alícia para ajudá-lo. Ela viu este jovem nascer e, por isso, resolveu encarar, não somente ele, mas todas as sombras do seu passado (como os vizinhos, o bairro, o código de moradores, etc). É claro que a sua vivência de dez anos em Highland Park ajudou a resolver o caso no final. Porém, o mais importante é que ele também mostrou, principalmente para os seus filhos, que este bairro que eles moravam ficou para trás. O que existe agora é uma nova vida, E tenho que deixar registrado aqui a maneira impressionante como Alícia consegue se comportar, tendo que cuidar dos seus filhos, tendo que conviver com as traições do marido e, ainda por cima, resolvendo casos para provar a sua capacidade como advogada. The Good Wife, até o momento, tem se mostrado uma das gratas surpresas desta temporada. Ela é uma dessas séries em que se ouve muito pouco falar. E é bom que continue assim. Chegando sem estardalhaço, ela vem conquistando cada vez mais o seu público.





2×03 - Belle Chose: Mais um episódio confuso, porém, mais interessante que o anterior. Sempre gosto quando existe uma quebra de protocolos e isso acaba influenciando diretamente nas personalidades que foram upadas no cérebro de cada “doll”. Aqui, a mentalidade doentia de Terry, um serial killer que usa as mulheres para reconstruir a sua família e brincar com elas como se fossem bonecas, ficou em contraste com Echo e Victor. Com o problema remoto enfrentado na região central, as personalidades se cruzaram e ambos tiveram homeopáticas de Terry. Isso quer dizer que, querendo ou não, os dois estão com um pouco desta personalidade gravada em seus respectivos cérebros. Enquanto isso, Terry permanece em coma por conta de um atropelamento que ele sofreu. Mas, se por acaso ele acordar, existe alguma possibilidade que Echo, por exemplo, tenha que conviver com este lado assassino que ficou em seu cérebro? Como deve funcionar esta transição? Até o momento, somente o primeiro episódio de Dollhouse conseguiu empolgar um pouco. Admito que eu esperava muito mais da série para esta segunda temporada e confesso que ela tem decepcionado um pouco as minhas expectativas.





1×03 - 137 Sekunden: O que não faltarão agora é tentativas de se explicar as visões do futuro que cada um teve. Porém, uma coisa parece que poderemos aprender com este episódio: elas nem sempre são verdadeiras. Contudo, para continuar as investigações, Mark Benford viajou até a Alemanha para seguir uma pista. Um ex-Nazista postou que conhecia o porquê das visões terem durado exatamente 137 segundos. E o seu nome, Sekunden, remetia em Mark algo que ele tinha visto no seu flashforward. As explicações de uma mistura de números hebraicos somados e que dão 137 não é das melhores, mas confesso que algo me chamou atenção: este elemento novo de que corvos morreram em todo o mundo, suscitou uma investigação para os agentes do FBI que levam eles para o ano de 1991, em uma região do Afeganistão, onde parece ter acontecido a mesma coisa. A pergunta que fica é a seguinte: será mesmo que estas visões já aconteceram em outros lugares e com estes mesmos níveis de padrões? Ainda que eu esteja gostando da série, Flashforward promete ter muitos nós até que eles sejam todos desamarrados e ligados. O bom é saber que o canal ABC já lhe concedeu uma full season, ou seja, ainda teremos explicações e muitos questionamentos a serem feitos sobre o que aconteceu na visão de cada um (e até que ponto elas são verdadeiras ou falsas).


























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