OTH 7×15 – Don’t You Forget About Me

One Tree Hill, Reviews Sem comentários »

Atenção: os próximos parágrafos possuem spoilers

bscap0027

Título: Don’t You Forget About Me
Temporada: 07
Episódio: 15
Exibição: 01/02/10
Emissora: CW

Se você viu este episódio, caro leitor, esqueça as tramas que foram abordadas nele. Por incrível que pareça, elas não fazem muito sentido. Na realidade, deixe na memória apenas algumas cenas, que este blogueiro irá citar mais pra frente nesta mesma resenha. Por enquanto, leve a sua mente para a década de 80. Pense nas músicas que eram tocadas nesta época, pense nos bailes, nas roupas e nos carros. Feito isso, tente pensar no cinema e na juventude. Agora, relembre os filmes do diretor John Hughes. Sim, é nele que devemos pensar neste momento, O episódio de One Tree Hill, meu caro leitor, foi uma homenagem a este diretor que criou bobagens inesquecíveis, como Gatinhas e Gatões, mas que conseguia trazer tudo isso com uma banalidade realmente inspiradora, traduzindo e definindo a linguagem dos adolescentes desta década. E se você viu Curtindo a Vida Adoidado, vai saber do que estou falando neste primeiro parágrafo. Se pensarmos neste episódio como uma narrativa da sétima temporada, é possível dizer que ele foi incrivelmente péssimo. Porque, por mais que a série ainda tente dialogar com o público adolescente, é complicado ainda ver cenas infantis depois dela ter pulado quatro anos no tempo.

bscap0050

Mas se pensarmos nele como homenagem, é bom ressaltar que ele deixou a sua mensagem. Tudo estava centrado na década de 80, muito por conta do filme que Julian pretende filmar. O seu diretor favorito: John Hughes. É a partir desse pressuposto que a série se encaminha. Dialogando por tanto tempo, pelo menos nas quatro primeiras temporadas, com o seu público juvenil, One Tree Hill soube construir personagens em tramas dramáticas que fizeram o seu telespectador acompanhar esta jornada até este momento. È bem verdade que alguns desistiram, mas todos lembram dos triângulos amorosos, das decepções e de tantos outros momentos que a série nos proporcionou. Talvez seja por isso tudo que ela resolveu recriar esse mundo, aproveitando também o momento de homenagear John Hughes, por toda a representatividade que ele tinha com esse público. Aqui, o aniversário de Haley foi o que menos importou. Na realidade, este episódio serviou apenas como arco para trazer isto que já foi relatado. De vez em quando, é bom ter capítulos assim (mesmo com algumas cenas realmente desnecessárias). De qualquer maneira, nada de se “gabar” muito. One Tree Hill é uma série que, infelizmente, esgotou os seus assuntos. O que vemos agora é uma repetição de tudo aquilo que já foi mostrado, sendo feito sob novos ângulos e enquadramentos.

Cotação: ★★★☆☆

Compartilhe e Guarde: Use estes ícones para compartilhar e/ou guardar este artigo em serviços da Internet.
Digg del.icio.us StumbleUpon Reddit Y!GG BlinkList Bloglines Google Bookmarks Ma.gnolia MyShare NewsVine Rec6 Technorati YahooMyWeb Simpy

Trailer da Semana: Educação

Cinema, Trailer da Semana Sem comentários »

Indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz (Carey Mulligan), Educação é um filme britânico que mostra Jenny, uma adolescente de 16 anos e que vive com a família no subúrbio londrino em 1961. Inteligente e bela, sofre com o tédio de seus dias de adolescente e aguarda impacientemente a chegada da vida adulta. Seus pais alimentam o sonho de que ela vá estudar em Oxford, mas a moça se vê atraída por um outro tipo de vida. Quando conhece Danny, homem charmoso e cosmopolita de trinta e poucos anos, vê um mundo novo se abrir diante de si. Ele a leva a concertos de música clássica, a leilões de arte e a faz descobrir o glamour da noite, deixando-a em um dilema entre a educação formal e o aprendizado da vida.

Com atuações intensas de Carey Mulligan e uma performance surpreendente de Alfred Molina, Educação estreia nos cinemas brasileiros na próxima sexta-feira contando uma história interessante, marcante na vida de uma jovem garota que tenta se libertar do conservadorismo dos seus pais e do seu próprio tempo. Mas também transmite os ensinamentos que ela terá que aprender e absorver em relação às decisões que ela toma, mostrando as consequências dos seus atos. Um lindo filme, que apresenta para o seu público o talento de uma promissora atriz que se chama Carey Mulligan, o grande nome deste filme dirigido por Lone Scherfig.

Compartilhe e Guarde: Use estes ícones para compartilhar e/ou guardar este artigo em serviços da Internet.
Digg del.icio.us StumbleUpon Reddit Y!GG BlinkList Bloglines Google Bookmarks Ma.gnolia MyShare NewsVine Rec6 Technorati YahooMyWeb Simpy

Guerra ao Terror

Cinema, Críticas 1 Comentário »

http://img17.imageshack.us/img17/9982/poster1bguerraaoterror.jpg

Dirigido por Kathryn Bigelow. Com: Jeremy Renner, Anthony Mackie, Brian Geraghty, Guy Pearce, Ralph Fiennes, David Morse e Evangeline Lilly. (The Hurt Locker, 2009)

Ultimamente, os filmes de guerra produzidos em Hollywood se atentavam para o fato de tratar a maneira como os soldados regiam na volta para casa e na inserção deles na sociedade. Foi assim com A Volta dos Bravos e, recentemente, com o longa-metragem Entre Irmãos, dirigido pelo experiente Jim Sheridan. No entanto, estes mesmos filmes caíram no esquecimento e a ficou a impressão de que a mensagem que eles quiseram passar não funcionou muito bem. Como diz no Jornalismo: houve um ruído na comunicação. Além disso, eles emprestaram as suas tramas em torno do patriotismo exacerbado dos americanos, tentando justificar o fato deles estarem ali, sempre os colocando como seres superiores e que estavam fazendo o melhor para ajudar em uma casa.

Mas isso não é o que acontece com Guerra ao Terror. Definitivamente, Kathryn Bigelow transforma o seu filme de guerra, um assunto tanto debatido em outras obras, em algo que vai além da mera discussão do conflito. Na realidade, o roteirista Mark Boal não se preocupa com questões políticas, mas sim com a trama. A história é simples: um grupo de soldados americanos está prestes a terminar o seu serviço no Iraque para voltar para casa. Apesar disso, o trabalho que eles desempenham no meio deste conflito é bastante complexo: desarmar bombas com o objetivo de proteger, não apenas os soldados americanos, mas toda a população iraquiana. Surge, então, a figura do Sarg. Will James (Renner), um soldado apaixonado pela guerra e por tudo que ela envolve. Com ele, Bigelow e Boal vão muito além do que apenas narrar os dias que restam para este grupo voltar pra casa e um outro assumir o controle.

Logo na primeira cena do filme, se percebe o quanto esta história será intensa, chocante e pertubadora. O efeito causador disso é a direção de Bigelow. Optando por utilizar uma câmera tremida em grande parte das cenas, apontando para todo o espaço que não busca delimitar o que se trata naquele momento, mas dá uma dimensão para o seu espectador de onde aqueles soldados estão. Além de se preocupar com a bomba, Will e sua equipe, formada ainda por Sanborn (Mackie) e Eldbridge (Geraghty), ekes tinham também que ficar atentos com os possíveis atiradores de elite que poderiam estar escondidos. Além, é claro, de outros iraquianos que podiam acionar a bomba com um controle remoto ou um telefone celular. E todas peculiaridades são muito bem filmadas pela diretora, que faz um trabalho realmente minuncioso neste filme.

De certa forma, ela faz com que o seu espectador consiga entrar nas raízes do conflito. Utilizando também em muitas cenas uma cãmera primeira pessoa, além de enquadramentos em close up, além de outros bem abertos que exploravam a geografia do local onde a cena se passava. È um jogo de direção muito interessante, diga-se de passagem. A pertubação vem exatamente disso, de conseguir tratar a guerra como um conflito que está além das emoções, apesar delas existirem e terem espaço em determinados momentos. Mas, aqui, o conflito acaba deixando os soldados imersos em uma pressão onde, a cada novo dia que sai da base, é para continuar vivendo ou morrer. Will, por outro lado, nunca teve medo da morte. Fica claro quando ele enfrenta os perigos (mesmo sem precisar) ou, ainda, quando ele toma decisões que colocam em risco a integridade da sua equipe.

Existe uma coisa em Guerra ao Terror que se chama adrenalina. E este efeito é transmitido para quem está assistindo. Todas as cenas em que Will e sua equipe precisavam desarmar uma bomba, era mais um jogo de paciência e de muito suspense que Bigelow conseguia criar. Pois esta mesma adrenalina era o que aqueles soldados sentiam naqueles momentos de tensão, de conviver tão perto intensamente e diariamente com a morte. E. de forma inteligente, Boal não entra em questões políticas que procurem explicar o porquê do confilito, ou trazer críticas à tona ao governo norte-americano. Como se sabe, todos os soldados estão lá porque querem. Apesar disso, chega um momento em que cada um deles não tem mais condições de continuar naquele local, quando se vive todos os dias no perigo lhe fazendo questionar o porquê de se estar ali.

Durante o filme, é possível perceber que Kathryn Bigelow aposta bastante na psicologia dos seus personagens. O diretor Terrence Mallick fez isso de maneira extraordinária no filme Além da Linha Vermelha. Em Guerra ao Terror, as complexidades de Will fazem do longa-metragem ainda mais interessante. É impossível não se perguntar porque ele ama tanto a guerra, tendo uma mulher em casa e um filho para criar. Mas isso são coisas inexplicáveis, apesar de Will tentar fazer isso enquanto conversava com o seu filho em uma determinada cena. É também por isso que Guerra ao Terror tem o encerramento mais propício para este arco narrativo no qual ele está inserido. O fato de deixar o final em aberto representa apenas uma coisa: a guerra ainda não acabou. Aliás, não há ainda nenhuma previsão de quando ela irá terminar, ou seja, os soldados continuarão lutando por uma causa que eles acreditam.

Por transformar este Will em um personagem tão complexo, Jeremy Renner tem uma atuação soberba, equilibrada e também poderosa. A sua autoconfiança, os seus questionamentos que ficam relativamente subentendidos para quem está assistindo e a maneira como ele encara a guerra e o seu jeito de ser, são representações de uma atuação que realmente procura dar sentido às suas ações, aos seus atos. Para os seus outros dois companheiros, o seu modo de ser é incompreendido. Na verdade, ele é uma pessoa incompreensível até para si mesmo. Por isso, também, Guerra ao Terror é um filme que sabe misturar estes dramas com a guerra, o conflito, a luta por sobrevivência, a paciência (a cena da briga de snipers é maravilhosa) e a vontade de querer fazer a diferença.

Ao sair do cinema, a impressão que fica é que este Guerra ao Terror continuará preso nas nossas cabeças. Uma história tão poderosa como esta não consegue sair tão facilmente das nossas mentes. Com um roteiro competente, atuações que ajudam a contar a história do filme e uma direção que mergulha o seu espectador nas raízes de uma guerra que ainda não acabou, fazem de Guerra ao Terror um filme capaz de mexer com as mesmas pertubações provocadas em seu personagem. Aliás, ele é provocativo em diversos sentidos: seja pela câmera altamente “nervosa” em alguns momentos, seja pelos ataques de pãnico de Will ou, ainda, pelos diálogos bem elaborados e descontraídos em meio a um caos que aumenta a cada dia. Voltar para casa é tudo o que estes soldados. Na realidade, alguns. Para Will, estar na guerra é a melhor coisa para ele, algo que ele ama mais do que tudo. E quem poderá questionar isso? Ninguém, pois esta é a sua natureza. Esta é a complexidade de Guerra ao Terror.

Cotação: ★★★★☆

Compartilhe e Guarde: Use estes ícones para compartilhar e/ou guardar este artigo em serviços da Internet.
Digg del.icio.us StumbleUpon Reddit Y!GG BlinkList Bloglines Google Bookmarks Ma.gnolia MyShare NewsVine Rec6 Technorati YahooMyWeb Simpy

A disputa do Oscar 2010: Bigelow x Cameron

Opinião do Editor 1 Comentário »

lente-de-c-acircmera-thumb9138695 Enquanto os jornais falam de eleições, de pré-campanha por parte de Lula para promover a candidatura de Dilma Rousseff, foi uma semana importante para os cinéfilos, que não estiveram exatamente preocupados com as chuvas que aterrorizam São Paulo ou com o déficit gigantesco que a economia americana vai sofrer por conta dos gastos já divulgados por Barack Obama ou, ainda, as desavenças entre o governo americano e o chinês. Dois fatos, para estas pessoas, foram mais importantes do que todas estas conjucturas e problemáticas mundiais que vêm sendo amplamente discutidas nos últimos dias: o anúncio dos indicados à 82ª edição do Oscar e o início da sexta e última temporada de Lost.

A Academia divulgou uma lista sem muitas surpresas. Para muitos, a maior de todas foi a animação The Secret of Kells, que apareceu “do nada” na lista. Você assistiu? Eu, por exemplo, nem sabia da sua existência até ir pesquisar um pouco sobre o que se tratava. O filme é é sobre um garoto de 12 anos que é aprendiz do mestre Aidan e, juntos, irão lutar contra todos os desafios para terminar o precioso livro de kells, um tesouro nacional irlandês. E paro por aqui para não dizer bobagens ou sair julgando o filme sem nem ao menos ter visto. Uma outra surpresa que pode ser considerada é a inclusão de The Blind Side na categoria de Melhor Filme. Tudo bem, são dez indicados. Mas o longa-metragem se segura apenas na atuaão de Sandra Bullock, e nada mais.

Porém, ninguém está muito interessado nesta discussão. O que importa é a disputa entre James Cameron e Kathryn Bigelow. Existem inúmeras razões para isso, e a principal delas é porque os dois já foram casados na década de 90. Por outro lado, é um duelo interessante. De um lado, se tem um filme pequeno que, aqui no Brasil, foi lançado diretamente em DVD. No entanto, com este imenso sucesso de crítica, Guerra ao Terror estreia esta sexta-feira nos cinemas. A obra é impactante, diga-se de passagem. E o primeiro ato não me deixa mentir. Bigelow não entra no mérito das questões do Guerra (acertadamente), e mergulha diretamente no cotidiano de soldados que precisam lidar com um trabalho extremamente perigoso: desarmar bombas que estão prestes a explodir. A direção de Bigelow é ágil, flerta com o suspense e transmite uma apreensão incrível ao seu espectador.

Por outro lado, se tem James Cameron, um diretor que sempre procurou trabalhar com o que de melhor tinha de disponível no mercado. Com Titanic, ele alcançou liderança de bilheteria que, por pouco, não foi batida por Senhor dos Anéis. No entanto, o seu mundo fantasioso de Pandora em Avatar vem batendo recorde a cada semana que passa. E eu pergunto: quem será que ainda não viu este filme? Meus pais eu sei que não viram, mas eles não gostam muito de ir mais ao cinema. O mérito maior de Cameron é que ele conseguiu fazer um filme comercial, mas que se transformou em um imenso sucesso de crítica por todo o envolvimento com a história que se passa em Pandora, com a mensagem que ele prega de preservação ambiental e outras questões que são levantadas ao longo do filme.

Falando em Avatar, a sua revolução digital 3-D criou possibilidades ainda maiores para aqueles que ainda desconfiavam de tal plataforma. Com isso, o mercado está sendo dominado por este tipo de mídia. Filmes estão sendo relançados, outros sendo repensados. Como todos já haviam dito bem antes de Avatar estrear, Cameron prestou um serviço à comunidade cinematográfica que estava com medo de utilizar estas novas tecnologias. Eu, por outro lado, discordo do que muitos estúdios estão fazendo. Mas quem sou eu para ir de encontro a uma massiva corporação de arrecadação que esta obra vem levantando em todo o mundo, não é mesmo? Estou aqui apenas para opinar e levantar questões.

A verdade é que Oscar deste ano, para muitos, está muito mais interessante do que a edição do ano passado. Não é pra menos. Desta vez, se tem uma série de probabilidades que podem marcar para sempre a cerimônia. A começar pelas mudanças, de não ter cinco filmes indicados, mas dez. Além disso, ainda se vive a expectativa de ter a primeira mulher vencendo na categoria de Melhor Direção. Bigelow tem condições para isso, diga-se de passagem. Ela venceu o DGA (Sindicato dos Diretores) e o PGA (Sindicato dos Produtores), ou seja, uma oponente de peso contra a fortíssima candidatura de James Cameron.

É claro que a Academia conta também com a audiência que uma premiação dada a Avatar pode trazer. Faz tempos que o canal ABC não consegue emplacar bons números. Eles tentaram fazer isso no ano passado indicando Batman – O Cavaleiro das Trevas, mas não deu certo. Com Avatar, as chances são maiores. É possível que a Academia, então, consiga unir o marketing do filme de Cameron com o desejo de premiar uma mulher na categoria principal. O que esperar, então? De verdade, me rendo àqueles que disseram que esta premiação está mais interessante e emocionante que a do ano passado. Realmente, a expectativa é grande para saber quem irá levar a estatueta. Enquanto dia 7 de março não chega, ficamos aqui a fazer prognósticos sobre o que pode acontecer.

Compartilhe e Guarde: Use estes ícones para compartilhar e/ou guardar este artigo em serviços da Internet.
Digg del.icio.us StumbleUpon Reddit Y!GG BlinkList Bloglines Google Bookmarks Ma.gnolia MyShare NewsVine Rec6 Technorati YahooMyWeb Simpy

Oscar 2010: os agradecimentos dos indicados

Cinema, Premiações Sem comentários »

Após a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgar os indicados para a 82ª edição do Oscar, o site Access Hollywood divulgou os depoimentos de algumas estrelas, que relatam a importância da premiação e em como eles se sentiram gratos por terem sido lembrados pelos votantes.

A atriz Sandra Bullock, que foi indicada na categoria de Melhor Atriz pela atuação no filme ‘Blind Side’, disse que nunca havia imaginado passar por esta experiência como agora. ‘Estou honrada por participar desta caminhada e por continuá-la com as mulheres extraordinárias com quem eu compartilho esta indicação’, disse ela.

Meryl Streep, mesmo com as 16 indicações que carrega na mala nesta longa carreira que possui no cinema, disse que estava orgulhosa e agradecida. ‘Estou mais uma vez ao lado de mulheres belas e que tiveram inesquecíveis perfomances no último ano’, disse a atriz que recebeu indicação pelo filme ‘Julie e Julia’.

image 
Já o ator Morgan Freeman, indicado em Melhor Ator por ‘Invictus’, agradeceu a todos os companheiros que ajudaram na produção do filme. ‘Gostaria de agradecer especialmente a Clint Eastwood. É importante também agradecer Nelson Mandela por sua coragem, sua benção e sua amizade. Sem isso, esse filme nunca seria possível’, disse.

Penélope Cruz recebeu a indicação com surpresa, ao ser lembrada pela Academia por sua atuação no musical ‘Nine’, filme que foi completamente esquecido pela premiação e que não vem obtendo bons números de bilheteria e boas críticas, tanto aqui no Brasil quanto nos Estados Unidos. ‘Estou muito feliz e surpresa. Rob Marshall não é apenas um gênio, é absolutamente maravilhoso trabalhar com ele’, disse a atriz.

O ator Jeremy Renner, que foi indicado por sua atuação em ‘Guerra ao Terror’ (filme que recebeu nove indicações, assim como ‘Avatar’), disse que estava muito feliz. ‘Minha cara está dolorida porque não consigo parar de sorrir. É uma felicidade por todos que fizeram parte do filme, isso é ótimo’, conta ele.

image 
A diretora de ‘Guerra ao Terror’, Kathryn Bigelow, também comentou a sua indicação e aproveitou para desabafar e fazer críticas: ‘espero que, um dia, possa ser irrelevante se a pessoa é do sexo feminino ou masculino. Que sejamos apenas cineastas passando mensagens nas quais acreditamos’, disse a diretora, que pode se tornar a primeira mulher a receber o prêmio de Melhor Direção no Oscar.

A 82ª edição do Oscar acontece no dia 7 de março, quando serão conhecidos os vencedores da estatueta que representa a maior premiação do cinema.

Compartilhe e Guarde: Use estes ícones para compartilhar e/ou guardar este artigo em serviços da Internet.
Digg del.icio.us StumbleUpon Reddit Y!GG BlinkList Bloglines Google Bookmarks Ma.gnolia MyShare NewsVine Rec6 Technorati YahooMyWeb Simpy

Copyright © 2007 Sob a minha lente. All rights reserved.